Espaços não formais de educação como campo de atuação do licenciado em Ciências Biológicas

Autores

  • Gustavo Lopes Ferreira Universidade Federal de Uberlândia
  • Helena Morais Pacheco
  • Luiz Paulo Costa e Silva
  • Fernanda Nogueira-Ferreira
  • Daniela Franco Carvalho Jacobucci

DOI:

https://doi.org/10.34024/olhares.2013.v1.60

Resumo

O texto promove reflexões acerca da formação em licenciatura em Ciências Biológicas de bolsistas integrantes do projeto de modernização do Museu de Biodiversidade do Cerrado da Universidade Federal de Uberlândia, buscando compreender a contribuição e as limitações dessa no preparo para a atuação em espaço não formal de educação. Percebeu-se que há uma dissonância entre o Projeto Político Pedagógico do curso e as ementas de algumas disciplinas como o Estágio Supervisionado, pois no projeto pedagógico fomenta-se uma formação que capacite o biólogo licenciado a atuar em espaços não formais de educação, porém as disciplinas abarcam de forma incipiente os saberes necessários para atuação nesses locais. Mesmo diante disso, os bolsistas agregaram saberes específicos para atuar em um museu de ciências, vivenciando-os na prática. O impacto dessa experiência sobre suas formações produziu uma identificação com o museu, o que lhes permitiu traçar direcionamentos futuros e prosseguirem atuantes nessa área.

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Biografia do Autor

Gustavo Lopes Ferreira, Universidade Federal de Uberlândia

Mestrando em Educação pelo Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal de Uberlândia

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Publicado

2013-11-30

Como Citar

Ferreira, G. L., Pacheco, H. M., Costa e Silva, L. P., Nogueira-Ferreira, F., & Jacobucci, D. F. C. (2013). Espaços não formais de educação como campo de atuação do licenciado em Ciências Biológicas. Olhares: Revista Do Departamento De Educação Da Unifesp, 1(2), 247–268. https://doi.org/10.34024/olhares.2013.v1.60