Práticas e percepções quanto ao gerenciamento de resíduos sólidos industriais no Estado de Santa Catarina

  • Abel Corrêa de Souza Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC
  • Fernanda Moro Broleze Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC
Palavras-chave: Responsabilidade social. Sustentabilidade. Resíduos sólidos

Resumo

Buscando identificar o comportamento ambiental voltado ao gerenciamento de resíduos industriais em Santa Catarina, este estudo procedeu através de uma pesquisa de campo com abordagem qualitativa, utilizando um questionário com dez questões abertas, destinadas aos mais variados setores. Em predominância, as indústrias apresentam práticas voltadas a correta destinação e tem percepções positivas relacionadas aos custos dispendidos. Tais procedimentos descrevem que o comportamento ambiental não possui um padrão por segmento e favorece o estudo dos resíduos voltados as suas características e classificações em detrimento de uma abordagem em uma organização com geração de um resíduo específico.

Referências

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Apresentação de projetos de aterros sanitários de resíduos sólidos urbanos. NBR 8419. São Paulo, 1992.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NRB 10004: Resíduos sólidos – Classificação. Rio de Janeiro. 71 p. Disponível em: http://www.suape.pe.gov.br/images/publicacoes/normas/ABNT_NBR_n_10004_2004.pdf Acesso em: 10 out. 2018.

AYRES, R.U. Sustainability economics: Where do we stand? Ecological Economics, v.67,n.2. Disponível em:
http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.397.3039&rep=rep1&type=pdf Acesso em: 30 out. 2018.

BARBOSA, P.R.A. Índice de sustentabilidade empresarial da bolsa de valores de São Paulo (ISE-BOVESPA): Exame da adequação como referência para aperfeiçoamento da gestão sustentável das empresas e para formação de carteiras de investimento orientadas por princípios de sustentabilidade corporativa. Disponível em:http://www.coppead.ufrj.br/upload/publicacoes/Paulo_Barbosa.pdf Acesso em: 30 out. 2018.

BARTELMUS, P. Dematerialization and capital maintenance: two sides of the sustainability coin. Ecological Economics, v.46, n.1. Disponível em: https://epub.wupperinst.org/frontdoor/deliver/index/docId/1359/file/WP120.pdf Acesso em: 30 out. 2018.

BAUTISTA-LAZO, S.; Short, T. Introducing the all seeing eye of business: a model for understanding the nature, impact and potential uses of waste. Journal of Cleaner Production, 40, 141-150.

BOFF, L. Sustentabilidade: O que é – o que não é. 2017. Petrópolis, RJ: Editora Vozes.

BRASIL. Lei Nº 12.305, de 2 de agosto de 2010. Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Disponível em: http://www2.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=636 Acesso em: 04 out. 2018.

CALLADO, A.L.C. Importância da Gestão dos Custos Ambientais. Sustentabilidade e Gestão Ambiental.

CINQUETTI, H.S. Lixo, resíduos sólidos e reciclagem: uma análise comparativa de recursos didáticos. Educar, Curitiba, n. 23, p. 307-333. Editora UFPR. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/er/n23/n23a18.pdf Acesso em: 04 out. 2018.

CONSELHO NACIONAL DE DEFESA AMBIENTAL (CNDA). Disponível em: http://www.cnda.org.br Acesso em: 20 abr. 2019.

DEMAJOROVIC, J.Da política tradicional de tratamento do lixo à política de gestão de resíduos sólidos: as novas prioridades. Revista de Administração de Empresas. São Paulo, v.35, n.3, p.88-93, maio/jun.

ETHOS – Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social. Disponível em: www.ethos.org.br. Acesso em: 16 Mar.2019

HODGE, M.; OCHSENDORF, J.; FERNÁNDEZ, J.Quantifying potential profit from materia: recycling a case study in brick manufacturing. Journal of Cleaner Production, 18 (12), 1190- 1199.

ISWA. International Solid Waste Association; ABRELPE. Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais.Resíduos sólidos: manual de boas práticas no planejamento. Disponível em: http://arquivo.ambiente.sp.gov.br/cpla/2013/03/Manual-Boas-Praticas.pdf Acesso em: 02 nov. 2018.

JARDIM, A.; YOSHIDA, C.Y.M.; MACHADO FILHO, J.V.Política nacional, gestão e gerenciamento de resíduos sólidos. 1. ed. Barueri, SP: Manole. 732 p.

KEIM, E.J. Abordagem das relações entre os componentes ambientais nos livros didáticos de 1° grau. Rio de Janeiro, UFRJ.

KRAEMER, M.E.P. Resíduos industriais e a questão ambiental associada à contabilidade aplicada ao ambiente natural. Pensar Contábil. v. 7, n. 30, p. 1-14.

LAYRARGUES, P.P. O desafio empresarial para a sustentabilidade e as oportunidades da educação ambiental. Cidadania e meio ambiente. Salvador: CRA. v. 1, p. 96-110. Disponível em:
http://professor.pucgoias.edu.br/SiteDocente/admin/arquivosUpload/17973/material/EMPRESAS%20COM%20RESPONSABILIDADE%20AMBIENTAL.pdf
Acesso em: 08 ago. 2018.

LÉLÉ, S. M. Sustainable Development: A Critical Review. World Development. Vol. 19, nº 6: p. 607-621, 1991.

LIMA, M.J.A. Ecologia humana. Petrópolis, Vozes.

MACIEL. E. Custo da qualidade e seus benefícios. Disponível em: https://repositorio.pgsskroton.com.br/bitstream/123456789/616/1/artigo%2024.pdf Acesso em: 19 abr. 2019

MADEIRA, R. F. O setor de saneamento básico no Brasil e as implicações do novo marco regulatório para a universalização do acesso. Revista BNDES, 33, 123 – 154.

MARQUES, J.R. Meio Ambiente Urbano. Rio de Janeiro: Forense Universitária.

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Planos de gestão de resíduos sólidos: manual de orientação Brasília. Disponível em: http://www.mma.gov.br/estruturas/182/_arquivos/manual_de_residuos_solidos3003_182.pdf Acesso em: 10 out. 2018.

OLIVEIRA, J.A. Responsabilidade social em pequenas e médias empresas. Disponível em:
http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rae/article/view/39220/37956 Acesso em: 16 mar. 2019.

PÔRTO, L.C. E se as empresas soubessem o custo real de seus resíduos? Disponível em: https://cenedcursos.com.br/meio-ambiente/empresas-custo-real-residuos Acesso em 19 abr. 2019.

Resolução nº 313, de 29 de outubro de 2002. Dispõe sobre o Inventário Nacional de Resíduos Sólidos Industriais. Brasília: Diário Oficial da União, 22 de novembro de 2002. Disponível em: http://www2.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=335 Acesso em: 02 nov. 2018.

RIBEIRO, M.S. Contabilidade ambiental. São Paulo: Saraiva, 2ª Ed.

ROMEIRO, A.R. Desenvolvimento sustentável: uma perspectiva economicoecológica. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ea/v26n74/a06v26n74.pdf Acesso em: 02 nov. 2018.

ROOS A.; BECKER E.L.S. Educação ambiental e sustentabilidade. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental. V (5), n°5, p. 857 – 866. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/reget/article/viewFile/4259/3035 Acesso em: 02 nov. 2018.

SACHS, I. From poverty trap to inclusive development in LDCs. Economic and Political Weekly, 1802-1811.

SANTAELLA, S.T., et al. Resíduos sólidos e a atual política ambiental brasileira. Fortaleza: UFC. LABOMAR. NAVE. Disponível em: http://www.repositoriobib.ufc.br/000011/00001121.pdf Acesso em: 02 nov. 2018.

SEBRAE. Gestão de resíduos sólidos uma oportunidade para o desenvolvimento municipal e para as micro e pequenas empresas. Disponível em: http://www.resol.com.br/cartilhas/gestao_de_residuos_solidos-sebrae.pdf Acesso em: 04 out. 2018.

SERTEK, P. Responsabilidade Social e Competência Interpessoal. Curitiba: Ibpex.
SILVA, P.M. da. A poluição. São Paulo, Difel. Processamento de Polímeros. 2. ed. Florianópolis: Ed. UFSC.

STUMPF, U.D.; THEIS, Vanessa; SCHREIBER, Dusan. Gestão de Resíduos Sólidos em Empresas Metalomecânicas de Pequeno Porte. Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade, v. 7, n. 2, p. 230-247.

TOCCHETTO, M.R.L. Gerenciamento de resíduos sólidos industriais. Disponível em: http://www.blogdocancado.com/wp-content/uploads/2012/04/gerenciamento-de-residuos-solidos-industriais.pdf Acesso em: 20 abr. 2019.

VALLE, C.E. Qualidade ambiental: como ser competitivo protegendo o meio ambiente: (como se preparar para as normas ISO 14000). São Paulo: Pioneira, 1995. 117 p.

VAN BELLEN, H.M. Desenvolvimento Sustentável: uma Descrição das Principais Ferramentas de Avaliação. Ambiente & Sociedade – V. VII, nº. 1 jan./jun.

VANTI, N. Ambiente de qualidade em uma biblioteca universitária: aplicação do 5S e de um estilo participativo de administração. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ci/v28n3/v28n3a11.pdf. Acesso em: 20 abr.2019.

VOLTOLINI, R. Rótulos, selos e certificações verdes: uma
ferramenta para o consumo consciente. Disponível em: https://www.ideiasustentavel.com.br/pdf/IS20%20-%20Dossie%20v3.pdf Acesso em: 20 abr. 2019.

WIRTH, I.G. OLIVEIRA, Cristiano Benites. A política nacional de resíduos sólidos e os modelos de gestão. Disponível em: http://www.ipea.gov.br/agencia/images/stories/PDFs/livros/livros/160331_livro_catadores_cap_9.pdf Acesso em: 04 out. 2018.
Publicado
2019-12-12
Como Citar
Corrêa de Souza, A., & Moro Broleze, F. (2019). Práticas e percepções quanto ao gerenciamento de resíduos sólidos industriais no Estado de Santa Catarina. Revista Brasileira De Educação Ambiental (RevBEA), 14(4), 386-404. https://doi.org/10.34024/revbea.2019.v14.9842
Seção
Artigos