O saber e a intencionalidade científica ambientalista

Autores

  • Ademir da Silva Santos Instituto Federal da Bahia, BA
  • Barbara Nascimento Flores Universidade Estadual de Santa Cruz, BA
  • Celeste Dias Amorim Universidade Estadual de Santa Cruz, BA
  • Pollyanna Alves Dias Costa Universidade Estadual de Santa Cruz, BA
  • Milton Ferreira da Silva Júnior Universidade Federal do Sul da Bahia, BA
  • Edson Vicente da Silva Universidade Federal do Ceará, CE

DOI:

https://doi.org/10.34024/revbea.2016.v11.1993

Palavras-chave:

Fragmentação do Saber, Racionalidade Ambiental, Ciência Ambiental.

Resumo

O texto objetiva refletir sobre a especialização do saber que provoca a fragmentação da ciência, movimento este instaurado pelo paradigma moderno. Assim, nesta sociedade múltipla, onde se exige cada vez mais a articulação entre saberes, onde a visão do todo é sempre maior e mais relevante que a soma das partes, faz-se necessário inserir a noção de interdisciplinaridade e transdisciplinaridade como possíveis soluções para a fragmentação do saber. Neste contexto, pensar em um discurso mais interdisciplinar, sistêmico e holístico, é pensar a racionalidade ambiental não de forma fragmentada, mas em relação entre os saberes, onde não é mais possível promover mudanças se não mudarmos nossa visão de mundo. A perspectiva e prática interdisciplinares já se tornaram condições sine qua non do avanço da ciência, no entanto, é urgente encontrar estratégias que permitam a colaboração entre áreas afins.

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Biografia do Autor

Ademir da Silva Santos, Instituto Federal da Bahia, BA

Graduado em Administração. Mestre em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente e Doutorando em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela UESC. Servidor do Instituto Federal da Bahia (IFBA),

Barbara Nascimento Flores, Universidade Estadual de Santa Cruz, BA

Graduada em Turismo. Mestre em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente e Doutoranda em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela UESC. Bolsista da CAPES

Celeste Dias Amorim, Universidade Estadual de Santa Cruz, BA

Graduada em Educação Física. Mestre em Ciências Ambientais pela UESB. Doutoranda em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela UESC. Bolsista da FAPESB,

Pollyanna Alves Dias Costa, Universidade Estadual de Santa Cruz, BA

Graduada em Enfermagem Sanitária. Mestre em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente e Doutoranda em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela UESC. Profa. Assistente, Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)

Milton Ferreira da Silva Júnior, Universidade Federal do Sul da Bahia, BA

Graduado em Ciências Agrárias pela UFRPE. Mestre em Sociologia Rural pela UFRG. Doutor em Educação pela UFBA. Assessor chefe da Assessoria de Planejamento (ASPLAN) e Prof. Adjunto da UFSB. Prof. dos Programas de Mestrado e Doutorado da Rede PRODEMA/UESC

Edson Vicente da Silva, Universidade Federal do Ceará, CE

Graduado em Geografia. Mestre em Planejamento Rural em Função do Meio Ambiente pelo IAMZ. Doutor em Geografia pela UNESP de Rio Claro. Pós-doutor em Educação Ambiental pela UFBA. Pós-doutor em Planejamento e Geoecologia da Paisagem pela Universidade de Havana, Cuba. Prof. Titular da Universidade Federal do Ceará. Prof. dos Mestrados e Doutorados em Geografia e em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA) da UFC

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Publicado

30-12-2016

Como Citar

Santos, A. da S., Flores, B. N., Amorim, C. D., Costa, P. A. D., Silva Júnior, M. F. da, & Silva, E. V. da. (2016). O saber e a intencionalidade científica ambientalista. Revista Brasileira De Educação Ambiental (RevBEA), 11(5), 184–196. https://doi.org/10.34024/revbea.2016.v11.1993

Edição

Seção

Artigos
Recebido: 2014-12-17
Aceito: 2016-12-23
Publicado: 2016-12-30

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