Práticas pedagógicas de Educação Ambiental na Escola Estadual Indígena Tupinambá do Acuípe de Baixo em Ilhéus (BA)

Autores

  • Matheus Bezerra de Oliveira Universidade Federal do Sul da Bahia
  • Alessandra Buonavoglia Costa-Pinto Universidade Federal do Sul da Bahia
  • Angela Maria Garcia Universidade Federal do Sul da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.34024/revbea.2021.v16.12365

Palavras-chave:

Educação Indígena; Legislação educacional; Meio Ambiente; Políticas Públicas.

Resumo

O objetivo maior da Educação Ambiental (EA) é fomentar a conservação da biodiversidade, considerando também a autorrealização individual, social e comunitária. Com a pesquisa que resultou nesse trabalho, objetivou-se identificar como se dão as práticas pedagógicas de Educação Ambiental no Colégio Estadual Indígena Tupinambá de Acuípe de Baixo em Ilhéus (BA). Aplicou-se uma metodologia qualitativa, através de pesquisa bibliográfica e coleta de dados, por meio da Matriz de Indicadores de Educação Ambiental para Avaliação da Sustentabilidade Socioambiental na Escola, no intento de produzir um estudo de caso da Educação Ambiental Indígena na escola Destaque-se que no decorrer da pesquisa percebeu-se que a EA existente na escola possui importantes saberes e práticas que precisam ser valorizadas e que podem inclusive serem replicadas em outras escolas e assim contribuir para implementação de uma EA crítica, transversal e continuada.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

ANTUNES, W. A. Bibliotecas escolares: curso de Capacitação do professor regente de biblioteca. Brasília: CORBI, 1993.

BAHIA, Política Estadual de Educação Ambiental – Lei 12.056/11. Salvador: Secretaria do Meio Ambiente/Diretoria de Educação Ambiental para a Sustentabilidade. Disponível em: <https://governo-ba.jusbrasil.com.br/legislacao/1026482/lei-12056-11>. Acesso em 13/05/2020.

BAHIA, Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental. Programa Nacional de Formação de Educadoras(es) Ambientais: por um Brasil educado e educando ambientalmente para a sustentabilidade, ProFEA. Brasília: Série Documentos Técnicos, n. 8, 2006.

BAHIA, Política Nacional de Educação Ambiental – Lei 9.795/99. Presidência da República, Brasília, 1999. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm>. Acesso em: 05/06/19.

BAHIA, Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988.

CAMPIANI, M.C. Os temas transversais na educação. São Paulo: Códex, 2001.

CARVALHO, I. C. M. Educação Ambiental Crítica: nomes e endereçamentos da educação. In.: Identidades da Educação Ambiental Brasileira. Brasília: Ministério da Educação, 2004. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/estruturas/educamb/- arquivos/livro_ieab.pdf>. Acesso em: 15/11/2018

COSTA-PINTO, A. Potência de agir e Educação Ambiental: aproximações a partir de uma análise da experiência do Coletivo Educador Ambiental de Campinas (Coeduca). 2002. Tese (Doutorado) – USP, São Paulo, 2002.

ESTEBAN, M. P. S. Pesquisa qualitativa em educação: fundamentos e tradições. Porto Alegre: AMGH, 2010.

ADOTTI, M. O projeto político-pedagógico na escola: na perspectiva de uma educação para a cidadania. Brasília: Cortez, 1994.

LEFF, Enrique. Epistemologia ambiental. São Paulo: Cortez, 2006.

LOPES, T.S.; ABILIO, F.J.P. Educação Ambiental Crítica: (re)pensar a formação inicial de professores/as. Revista Brasileira de Educação Ambiental, v. 16, p. 38-58, 2021.

MINAYO, M. C. S.; SANCHES, O. Quantitativo-qualitativo: oposição ou Complementaridade? Cad. Saúde Pública, São Paulo, v. 9, n. 3, p. 239-262, 1993.

MORAES, M. C. Acessibilidade no Brasil: Análise da NBR 9050. 175f. Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo) – Centro Tecnológico, Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Florianópolis, 2007.

PEDRINI, A. G. O estudo de caso como unidade metodológica na Educação Ambiental. In: PEDRINI, A. G. (Org). Metodologias em Educação Ambiental. Petrópolis: Vozes, 2007. p. 74-91.

ROSENAU, C.R. Ação do gestor escolar: estudo de caso com o desenvolvimento de proposta pedagógica. Florianópolis: UFSC, 2002. 99f. Dissertação (mestrado em Engenharia de Produção). Universidade Federal de Santa Catarina.

SOBRAL, E.B. Recursos humanos para a biblioteca escolar. Anais do Seminário Nacional Sobre Bibliotecas Escolares, 1982, Brasília. Brasília: INL/UNB, 1982. p. 88-108.

STAKE, R. The art of case study research. Thousand Oaks, Sage Publications, p. 175, 1995.

TASSINARI, A.M.I.; COHN, C. Escolarização indígena entre os Karipuna e Mebengokré-Xikrin: uma abertura para o outro. In: TASSINARI, A.M.I; GRANDO, B.S.; ALBUQUERQUE, M.A.S. (Orgs.) Educação indígena: reflexões sobre noções nativas de infância, aprendizagem e escolarização. Florianópolis: UFSC, 2012.

VEIGA, I.P.A. Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. Campinas: Papirus, 2009.

VIEIRA, S.R.; CAMPOS, M.A.T.; MORAIS, J. L.; Proposta de matriz de indicadores de Educação Ambiental para avaliação da sustentabilidade socioambiental na escola. Rev. Eletrônica Mestr. Educ. Ambient. E-ISSN 1517-1256, v. 33, n.2, p. 106-123, maio/ago., 2016.

Downloads

Publicado

01-12-2021

Como Citar

Oliveira, M. B. de, Costa-Pinto, A. B., & Maria Garcia, A. (2021). Práticas pedagógicas de Educação Ambiental na Escola Estadual Indígena Tupinambá do Acuípe de Baixo em Ilhéus (BA). Revista Brasileira De Educação Ambiental (RevBEA), 16(6), 517–536. https://doi.org/10.34024/revbea.2021.v16.12365

Edição

Seção

Artigos
Recebido: 2021-06-30
Aceito: 2021-08-10
Publicado: 2021-12-01

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)