O cadastro no sistema e posterior acesso, por meio de login e senha, são obrigatórios para a submissão de trabalhos, bem como para acompanhar o processo editorial em curso. Acesso em uma conta existente ou Registrar uma nova conta.

Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • O arquivo da submissão está em formato Microsoft Word, OpenOffice ou RTF.
  • URLs para as referências foram informadas quando possível.
  • Os textos devem ser encaminhados no formato “Word for Windows”, digitados em letra Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5. Os arquivos não devem ultrapassar 2MB.

    As citações e referências devem obedecer as regras das “normas de citação”.

  • O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em Diretrizes para Autores, na página Sobre a Revista.
  • Em caso de submissão a uma seção com avaliação pelos pares (ex.: artigos), as instruções disponíveis em Assegurando a avaliação pelos pares cega foram seguidas.
  • O artigo submetido obedece às condições de Originalidade.

Diretrizes para Autores

Almanack aceita a submissão de artigos e resenhas enquadradas na temática da revista: a formação do Estado e da nação no Brasil entre os séculos XVIII e XIX, incluídas as suas interfaces com processos históricos coevos, abordagens comparativas e teórico-metodológicas.

Há quatro seções na revista: o Fórum e o Dossiê são compostos por artigos previamente encomendados pelo Conselho Editorial ou por um organizador ad hoc. As seções de artigos livres e de resenhas recebe contribuições em fluxo contínuo. Abaixo, os autores têm as instruções para a submissão dos seus originais.

Artigos e resenhas encaminhadas à Almanack passarão por uma pré-seleção em que se avaliará a pertinência dos textos em relação à proposta temática da revista.

Uma vez aceitos na pré-seleção, os artigos serão encaminhados a pelo menos dois pareceristas que, mediante consideração da temática abordada, seu tratamento, clareza da redação e concordância com as normas da revista, podem:

- recomendar a publicação, com ou sem sugestões (cabendo ao autor acatá-las ou não);
- aprovar mediante reformulação, o que implica o reenvio do texto ao parecerista após as alterações realizadas pelo autor;
- recusar a publicação.

No caso de dois pareceres discordantes, o texto será enviado a um terceiro parecerista.
Os pareceres têm caráter sigiloso e imparcial, uma vez que os nomes dos autores dos textos (e sua filiação institucional) não são divulgados aos pareceristas.
Para alcançar uma "avaliação cega por pares", na escolha dos pareceristas os editores buscarão evitar possíveis conflitos de interesse.

As resenhas e textos do fórum passarão por uma avaliação, realizada pelos Editores ou membros do Conselho Editorial, quanto ao tratamento da temática abordada, clareza da redação e concordância com as propostas da revista. Para avaliação dos textos do dossiê, cada organizador montará, em conjunto com o Conselho Editorial, uma comissão que envolverá os organizadores, os conselheiros da revista e pareceristas ad hoc.

 

FORMA E PREPARAÇÃO DE MANUSCRITOS

 

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Formato: .doc | .docx
Fonte:
 Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5

  • Artigos e Edições Críticas:

Tamanho: até 35 páginas
Resumos:
 até 1.600 caracteres com espaços
Bibliografia: 
Completa, ao final do artigo  
Página inicial: Título, Resumo; Título em inglês, Resumo em inglês

  • Resenhas Críticas

Tamanho: até 6 páginas
Página inicial: 
Título da resenha; Referência completa da obra resenhada
Bibliografia: 
Completa, ao final da resenha

As referências bibliográficas e documentais devem obedecer às regras descritas abaixo, no item “normas de citação”. Todos os artigos e resenhas também devem conter uma bibliografia ao final. 
Os textos em língua portuguesa devem seguir o novo acordo ortográfico, em vigor desde janeiro de 2009.

As imagens, bem como as respectivas legendas (com referência completa de autoria e instituição detentora), devem ser numeradas em alfabeto grego, indicando sua posição no corpo do texto e enviadas em arquivos separados, como documento suplementar (passo 4 do sistema eletrônico de submissão). Aos editores fica resguardado o direito de disponibilizar as imagens a cores ou em branco e preto, conforme conveniência da revista.

A autoria deve ser removida do texto, bem como outros dados que possam levar a essa identificação para o parecerista que receberá o trabalho. Pede-se também que a autoria seja removida das propriedades do Word. Para fazer isso, abra o texto no Word e clique no menu arquivo. Em seguida, clique em “propriedades” e apague o conteúdo do campo autor que está na aba “resumo”.

Todos os textos devem ser inéditos, escritos em português, francês, inglês ou espanhol, e não devem ter sido submetidos a outras revistas. No caso de artigos, devem apresentar sempre título, resumos e 3 a 6 palavras-chave em inglês, além da língua original.  As palavras-chave são livres, mas não devem ser usados mais do que dois vocábulos para cada termo.

Só serão aceitas resenhas de livros publicados há no máximo 4 anos ou então títulos há muito esgotados e com reedição recente.

Ao Conselho Editorial fica reservado o direito de publicar ou não os textos enviados de acordo com a pertinência em relação à programação dos temas da revista.
Aos Editores é resguardado o direito de diagramar os textos conforme o padrão gráfico da revista.

O(s) autor(es) se responsabiliza(m) integralmente pelo conteúdo dos textos enviados.
Ao submeter o texto, o(s) autor(es) asservera(m) que o mesmo não está sendo avaliado por nenhuma outra publicação.

A revista Almanack não solicita pagamentos para submissão ou publicação dos artigos.

Normas de citação

Livro completo
CARVALHO, José Murilo de. A construção da ordem: a elite política imperial. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1980.

Capítulo de livro
JANCSÓ, István; PIMENTA, João Paulo Garrido. Peças de um mosaico (ou apontamentos para o estudo da emergência da identidade nacional brasileira). In: MOTA, Carlos Guilherme (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias, 2. ed. São Paulo: SENAC, 2000. p. 127-175.

Capítulo de livro (organizador é também o autor)
HOLANDA, Sérgio Buarque de. A herança colonial – sua desagregação. In: ____(org). História Geral da Civilização Brasileira. Tomo II: o Brasil monárquico. Vol. 1: O processo de emancipação. São Paulo: DIFEL, 1962. p. 9-39.

Artigo em periódico
PALACIOS, Guillermo. Messianismo e expropriação camponesa. Uma nova expedição ao Reino da Pedra Encantada do Rodeador, Pernambuco, 1820. Revista de História, São Paulo, n. 147, p. 71-108, 2. semestre 2002.

Revista/periódico na sua totalidade
CORREIO BRAZILIENSE. Londres: W. Lewis, Paternoster, n.10, março de 1809.

Verbetes de Dicionários/Enciclopédias
VAINFAS, Ronaldo. Império Colonial. In: ____(Dir.). Dicionário do Brasil Colonial (1500-1808). Rio de Janeiro: Objetiva, 2000. p.299-301.
BLUTEAU, Raphael. Índio. In: _____. Vocabulario portuguez & latino: aulico, anatomico, architectonico... Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1713. p.110,  v.4

Trabalho apresentado em evento científico
BERNARDES, Denis Antônio de Mendonça. Progresso e rotina: notas exploratórias sobre a questão da modernização técnica em Pernambuco, no século XIX. In: SIMPÓSIO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS DE HISTÓRIA, 9., 1977, Florianópolis. Anais do IX Simpósio Nacional da Associação dos Professores Universitários de História. O homem e a técnica. São Paulo: ANPUH, 1979.  p.495-514, v.2

Referência a meio eletrônico
CUNHA, Mafalda Soares da; MONTEIRO, Nuno Gonçalo. Aristocracia, poder e família em Portugal, séculos XV-XVIII. In: CUNHA, Mafalda Soares da; FRANCO, Juan Hernández (Orgs.). Sociedade, família e poder na Peníncula Ibérica: elementos para uma História Comparativa. Lisboa: Edições Colibri : CIDEHUS – Universidade de Évora : Universidad de Murcia, 2010. p.47-75. Disponível em: <http://www.ics.ul.pt/rdonweb-docs/Nuno%20Monteiro_2010_n1.pdf>. Acesso em: 13 mar. 2015.

Tese (doutorado) ou dissertação (mestrado)
GUIMARÃES, Lúcia Maria Paschoal. Debaixo da imediata proteção de sua majestade imperial: o IHGB (1838-1889). 1995. 339f. Tese (Doutorado em História Social). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1995.

Manuscritos/impressos em Arquivos e Bibliotecas de Obras Raras
COLLECÇÃO dos actos dos parlamentos, e leis dos soberanos da Europa ... . Lisboa: Na Officina de Antonio Rodrigues Galhardo, 1768. Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro, Brasil. Seção de Obras Raras, V-70, 1, 22.

COUTINHO, Francisco de Souza. Cartas escritas de França a El-Rei D. João IV. [S.l.] : [s.n.], 1651. Biblioteca Geral. Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal.
Orientações aos autores

1. Quando o material bibliográfico citado (livros, capítulos, artigos, verbetes, notícias) possuir mais de um autor, seus nomes devem ser separados por “;” (ponto e vírgula).

2. A especificação das páginas, capítulos ou volumes dos materiais bibliográficos citados devem ser feitas ao final de referência bibliográfica completa da obra, precedidas por ponto “.” (ponto).

3. Quando o material bibliográfico (livros, capítulos, artigos, verbetes, notícias) for citado por mais de uma vez ao longo do artigo, deve-se utilizar a expressão “Op. Cit.” a partir da segunda menção realizada.
Ex.:  JANCSÓ, István; PIMENTA, João Paulo Garrido. Peças de um mosaico (ou apontamentos para o estudo da emergência da identidade nacional brasileira). In: MOTA, Carlos Guilherme (org.). Viagem incompleta: a experiência brasileira (1500-2000):  formação: histórias. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2000. p.128.
 VAINFAS, Ronaldo. Império Colonial. In: ______ (Dir.). Dicionário do Brasil Colonial (1500-1808). Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.
 JANCSÓ, István; PIMENTA, João Paulo Garrido. Op. Cit., p.132.

4. Quando o material bibliográfico (livros, capítulos, artigos, verbetes, notícias) a ser citado for o mesmo mencionado na nota imediatamente precedente, deve-se utilizar a expressão “Ibidem”, apenas individualizando a página.
Ex.:  GUIMARÃES, Lúcia Maria Paschoal. Debaixo da imediata proteção de sua majestade imperial: o IHGB (1838-1889). 1995. 339f. Tese (Doutorado em História Social). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1995.
Ibidem, p.51.

5. Quando a referência ao material bibliográfico citado (livros, capítulos, artigos, verbetes, notícias) for idêntico à nota imediatamente precedente, incluindo o(s) número(s) da(s) página(s), utiliza-se a expressão “loc. cit.”
Ex.: VAINFAS, Ronaldo. Império Colonial. In: ______ (Dir.). Dicionário do Brasil Colonial (1500-1808). Rio de Janeiro: Objetiva, 2000. p.299-301.
VAINFAS, Ronaldo. Loc. Cit.

6. Quando diferentes obras de um mesmo autor forem citadas, suas menções, nas notas de rodapé, devem explicitar o título principal da obra em questão.
Ex.:      BERNARDES, Denis Antônio de Mendonça. Progresso e rotina… Op. Cit., p.503. CORREIO BRAZILIENSE. Londres: W. Lewis, Paternoster, n.10, março de 1809.
BERNARDES, Dênis Antônio de Mendonça. O patriotismo constitucional… Op. Cit., p.193.

7. Se as referências às obras de um mesmo autor forem seguidas, a expressão “Idem” deve ser utilizada para substituir a autoria a partir da segunda menção.
Ex.: BERNARDES, Denis Antônio de Mendonça. Progresso e rotina… Op. Cit., p.503.

Idem. O patriotismo constitucional… Op. Cit., p.193.

Os autores mantêm os direitos autorais pelo seu artigo.

A Revista adota o sistema CopySpider para identificação de plagiarismo.

 

 

Dossiê

Seção destinada à publicação de artigos de Dossiês temáticos.

Fórum

Seção destinada à publicação de textos relacionados a Fóruns realizados sazonalmente pela Revista Almanack e demais entidades vinculadas ao periódico. A seção é composta por textos previamente encomendados, pelos Editores e Conselho Editorial a especialistas de renome.

Artigos

Seção destinada à publicação de artigos recebidos em fluxo contínuo pelo sistema de submissão online da Revista.

Resenhas

Seção destinada à publicação de Resenhas.

Só serão aceitas resenhas de livros publicados há no máximo 4 anos ou então títulos há muito esgotados e com reedição recente.

Dossiê Igreja Católica oitocentista numa perspectiva transnacional

As pesquisas em história tendem a limitar seus recortes às fronteiras nacionais, o que dificulta compreender uma instituição que se propõe como universal e se organiza de forma supranacional. Pensando em superar esses limites, o dossiê aqui proposto pretende congregar artigos que pensem a Igreja Católica e o catolicismo no âmbito da História Global, Transnacional e Conectada, tanto com discussões teóricos-metodológicas, como com resultados de pesquisas empíricas. A intensão é pensar a temática por meio da circulação de devoções, religiosidades, ideias, pessoas, movimentos políticos-religiosos, instituições e estruturas organizacionais com foco no século XIX, tendo em conta também análises incluindo as passagens do XVIII ao XIX e XIX ao XX.

Dossiê Fronteiras

A produção historiográfica sobre a América latina, seja a referente às possessões espanhola e portuguesa no período colonial, seja a que trata da formação dos Estados e das identidades nacionais no Oitocentos, assumiu a fronteira como um tema relevante na compreensão da constituição histórica dessas sociedades. A expansão das frentes de colonização na paisagem do Novo Mundo, as disputas entre monarquias europeias quanto às delimitações desses espaços e a formação territorial dos países independentes são alguns dos eixos de discussão da temática da fronteira. De modo geral, prevaleceu o estudo da fronteira como uma prefiguração das territorialidades nacionais, muito vinculado às discussões sobre origens dos limites políticos ditados (ou imaginados) pelos Estados Nacionais. No entanto, cabe destacar a multiplicidade de abordagens possíveis, fruto de novas pesquisas e discussões teóricas, a partir das quais a fronteira não é assumido somente como tema, mas também como conceito operativo nos estudos históricos. Além da sua vinculação à ideia de espaço político e territorial dos Impérios ultramarinos e Estados Nacionais no continente americano, pode-se apontar a contribuição de estudos que tratam a fronteira a partir de outras proposições: a expansão no espaço de dinâmicas econômicas e demográficas, as fronteiras culturais e étnicas, as fronteiras internas e externas, as fronteiras transimperiais e transnacionais, entre outras. O olhar voltado para as “margens” coloniais e nacionais, por fim, pode igualmente permitir a formulação de novos enquadramentos e questões para narrativas históricas focadas nos centros político-administrativos e econômicos. Neste dossiê, serão valorizados trabalhos que apontem a diversidade do uso da fronteira, como tema e/ou conceito, no estudo das sociedades ibero-americanas do século XVIII ao XIX.

Política de Privacidade

Os nomes e endereços informados neste periódico serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.