https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/issue/feed Almanack 2021-12-31T14:37:01+00:00 Thaís Durand almanack@unifesp.br Open Journal Systems <p><span style="font-weight: 400;">Publicada desde 2011, </span><strong><em>Almanack</em></strong> <span style="font-weight: 400;">é um periódico acadêmico quadrimestral, especializado na história da formação dos Estados nacionais no Brasil e em todo mundo, entre os séculos XVIII e XIX. Editada por especialistas na temática, a </span><em><span style="font-weight: 400;">Almanack </span></em><span style="font-weight: 400;">é gerida por pesquisadores de dez universidades brasileiras: UNIFESP (sede institucional), USP, UFF, UNIRIO, UERJ, UFJF, UFOP, UFES, UFSJ, UFRRJ e PUC-RJ. A </span><em><span style="font-weight: 400;">Almanack </span></em><span style="font-weight: 400;">também é apoiada pela Sociedade Brasileira de Estudos do Oitocentos (SEO). Todos os números da Revista </span><em><span style="font-weight: 400;">Almanack</span></em><span style="font-weight: 400;"> estão disponíveis na página da </span><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&amp;pid=2236-4633&amp;lng=pt&amp;nrm=iso"><span style="font-weight: 400;">Scielo.</span></a></p> https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/12978 Fiscalidade no Brasil: voltando às origens de um problema perene 2021-11-25T20:15:59+00:00 André Filippe de Mello e Paiva andrepaiva@usp.br 2021-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 André Filippe de Mello e Paiva https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/12932 Lutas políticas, memórias e acontecimentos 2021-11-12T13:24:22+00:00 Lucília Siqueira lsiqueira@unifesp.br <p>Resenha de</p> <p>ARAUJO, Ana Lucia. <strong><em>Slavery in the Age of Memory:</em></strong><strong> Engaging the Past</strong>. London/New York: Bloomsbury Academic, 2021.</p> 2021-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Lucília Siqueira https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/12390 Relações interculturais nas rotas das monções 2021-07-05T21:13:12+00:00 Maria Borrego maborrego@usp.br Jean Gomes de Souza jean.gomes.souza@usp.br <p>Não há resumo. Trata-se de resenha.</p> 2021-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Maria Borrego, Jean Gomes de Souza https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/13014 Alamanack: dez anos e 29 números depois 2021-12-03T16:50:49+00:00 André Roberto de A. Machado andremachados@yahoo.com.br Wilma Peres Costa wilma_peres@uol.com.br 2021-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 André Roberto de A. Machado, Wilma Peres Costa https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/12977 A nação contada por imagens: arte, cultura visual e escrita da História 2021-11-25T19:03:37+00:00 Cecília Helena L. de Salles Oliveira ceciliahelenaoliveira@gmail.com Maraliz de Castro Vieira Christo ceb@usal.es <p>Os registros visuais e audiovisuais de eventos, personagens e processos históricos relacionados às Independências e à formação de identidades nacionais nas Américas, vem merecendo o estudo e questionamento de pesquisadores brasileiros e estrangeiros.</p> 2021-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Cecília Helena L. de Salles Oliveira, Maraliz de Castro Vieira Christo https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/12156 A Independência e suas, possíveis, representações na cinematografia brasileira 2021-05-14T00:20:45+00:00 Ana Carolina Maciel anacamaciel@gmail.com <p>O presente artigo se propõe a analisar expoentes da filmografia histórica nacional, notadamente vinculadas ao tema da Independência do Brasil, refletindo de que forma suas narrativas - e personagens – se ancoram em determinadas visões, confluências e distanciamentos sobre a constituição de um Brasil independente do reinado lusitano.&nbsp; Se por um lado, temos filmes ancorados numa visão oficial e didática da independência - baseados em documentos e iconografias -, temos igualmente algumas releituras livremente inspiradas e até mesmo de verve satírica. &nbsp;A análise será pautada num conjunto de artigos e matérias veiculados pela imprensa ao longo do século XX.</p> 2021-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Ana Carolina Maciel https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/12758 Le monument aux bandeiras 2021-10-16T12:10:27+00:00 Armelle Enders armelle.enders@univ-paris8.fr <p>O monumento às Bandeiras, « cartão postal » da cidade de São Paulo, é uma das poucas representações da nação brasileira numa praça pública. Embora tenha sido uma fonte de orgulho como obra de arte do escultor modernista Victor Brecheret, e também devido ao seu significado, o grupo esculpido, tal como as bandeiras e os bandeirantes a quem presta homenagem, tem sido recentemente o alvo de protestos virulentos. Os protestos denunciam a glorificação de suas exações e crimes perpetrados principalmente contra os indígenas, através da heroização dos paulistas do período colonial.</p> <p>Este artigo examina a mensagem política do monumento e a ideologia do bandeirismo, que permeia a obra de Brecheret e foi formulada no século XX pela ala conservador e ultranacionalista do modernismo paulista. De acordo com esta interpretação do Brasil, desenvolvida em particular por Cassiano Ricardo, a "bandeira" é erguida tanto como o cadinho da sociedade brasileira como a essência do génio nacional. Substitui mesmo a Independência de 1822 como momento fundador do Brasil e oferece um programa para o futuro: a conclusão da colonização do território. No entanto, o bandeirismo não se estabeleceu como a narrativa dominante da história brasileira e permaneceu identificado com o regionalismo paulista. Paradoxalmente, o facto de o monumento às expedições se ter tornado o alvo da raiva anti-racista e decolonial deu-lhe um alcance muito mais geral. A desconstrução do bandeirismo e a sua rejeição no espaço de duas décadas atesta o carácter perecível e embaraçoso de certas propostas de identidade.</p> 2021-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Armelle Enders https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/12224 “A Sagração e a Coroação de D. Pedro I”, de Jean-Baptiste Debret 2021-05-25T21:39:36+00:00 Carlos Rogério Lima crislimajr@gmail.com <p>A “ Sagração e Coroação de D. Pedro I”, assinada por Jean-Baptiste Debret (1768-1848) é certamente uma das pinturas mais célebres do Primeiro Reinado (1822-1831). Apesar de sua significativa veiculação, a partir da reprodução em manuais escolares, em publicações sobre a Arte Brasileira, permanece, no entanto, desconhecida a história da trajetória social dessa pintura confeccionada em grandes dimensões por Debret, em 1828. Neste sentido, perseguir a nebulosa história dos trânsitos deste quadro, que cruzou o Atlântico por duas vezes, antes de ser instalado de vez no Palácio do Itamaraty em Brasília, na década de 1970 - depois de uma longa temporada depositado no interior do Castelo d’Eu, residência da família imperial em tempos de exílio - permite desvelar, por meio da consulta nos arquivos brasileiros e franceses, os meandros que possibilitaram a sua sobrevivência até os dias atuais.</p> 2021-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Carlos Rogério Lima https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/12157 Pintando la Historia Nacional: representaciones sobre la Independencia de Colombia, 1830-1880 2021-10-04T17:02:11+00:00 Yobenj Aucardo Chicangana-Bayona yachican@unal.edu.co <p>La independencia y el inicio abrupto de la república resultará en la necesidad urgente de construir nación. La pérdida de los referentes con la metrópoli europea será el detonante para que la naciente república busque legitimarse a partir de su propio pasado. El siglo XIX reinventará su propia historia: lo prehispánico, lo colonial y la independencia, serán releídas desde la república, y usadas para legitimar élites, partidos, gobernantes, políticos, constituciones y guerras. El surgimiento de nuevos temas en las artes: retratos, alegorías y batallas fueron las primeras tentativas de construir un proyecto iconográfico para legitimar la naciente nueva república a partir de rupturas y continuidades con la cultura virreinal. Este artículo se centrará precisamente en las representaciones de los héroes.</p> 2021-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Yobenj Aucardo Chicangana-Bayona https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/10692 Derechos y propiedad de la tierra en Entre Ríos durante la emergencia del orden nacional en la Argentina 2021-04-11T19:17:50+00:00 Roberto Schmit robertodschmit@gmail.com Raquel Bressan bressanrv@gmail.com <p>En este trabajo se abordan las tradiciones y las leyes de acceso a la propiedad y se examinan la naturaleza de los debates políticos y jurídicos de las reformas de las leyes de tierra en Entre Ríos durante el siglo XIX. En el mismo se reconstruyen los antecedentes y las trayectorias generales del acceso a la tierra en la provincia y se analizan los debates legislativos de principios de la década de 1860 respecto de las leyes de venta de tierras fiscales y de arriendo de propiedad privada. A partir del estudio de ambos ejes, este trabajo plantea que las leyes liberales sostuvieron inicialmente en su concepción de aplicación y prácticas un cierto equilibrio entre viejas y nuevas concepciones de propiedad a fin de evitar confrontar de lleno con viejas prácticas sociales y económicas de larga existencia y alcance en la sociedad decimonónica.</p> 2021-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Roberto Schmit, Raquel Bressan https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/10482 A Escola no “turbilhão da política”: 2021-04-12T11:34:38+00:00 Marcelo Sousa Neto casadapolvora@gmail.com <p>O presente artigo, discute a instrução pública na província do Piauí e sua expansão, adotando como recorte temporal o período entre os anos de 1822, com início do Império brasileiro, e 1834, com o Ato Adicional à Constituição, que pôs fim ao modelo educacional implantado com as Aulas Régias, recorte em que se assistiu a tentativas frustradas de institucionalização de uma educação pública nos primeiros anos do Império. Metodologicamente, trata-se de pesquisa histórica de base bibliográfica que, além da literatura sobre o tema e a legislação vigente no período, apoiou-se na documentação pertencente ao Arquivo Público do Estado do Piauí (Apepi), sobremaneira a documentação expedida pela Presidência da Província e pela Assembleia Provincial, o que permitiu a construção de um diálogo que possibilitou novos olhares a respeito da história da educação no período, bem como a reflexão sobre outras dimensões do tecido social local. De maneira geral, com a pesquisa, verificou-se uma lenta expansão da instrução pública, como consequência do pequeno interesse dos poderes públicos em seu desenvolvimento, resultando em limitados investimentos, aliados a um modelo produtivo que pouco demandava do saber formal em suas práticas cotidianas.</p> <div id="sconnect-is-installed" style="display: none;">2.11.0.0</div> 2021-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Marcelo Sousa Neto https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/10457 “Maior somma de factos historicos, elucidados com mais methodo” 2021-04-12T14:53:03+00:00 Magno Francisco de Jesus Santos magnohistoria@gmail.com <p>No último quartel do século XIX ocorreram inúmeros embates em defesa da renovação dos conteúdos de história no espaço escolar brasileiro. Um dos principais eixos norteadores das discussões era atinente à ampliação da História Pátria na disciplina História, que até então privilegiava a experiência clássica europeia. Neste artigo analisamos o processo de construção do espaço paulista e a defesa da História do Brasil na escrita da história escolar do intelectual paulista Américo Braziliense. Tem-se como fonte central o livro escolar, publicado em 1876, que reverberava o deslocamento do eixo espacial da corte para a província de São Paulo, no âmbito do processo de construção da cultura política republicana paulista após a Convenção de Itu (1873).</p> <div id="sconnect-is-installed" style="display: none;">2.11.0.0</div> 2021-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Magno Francisco de Jesus Santos https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/11016 Os Escravagistas nas “Festas da Modernidade”: 2021-04-11T20:19:37+00:00 Mariana Muaze mamuaze@gmail.com <p>O artigo analisa a participação brasileira nas exposições internacionais oitocentistas, verdadeiras vitrines do progresso do capitalismo industrial, depois que o Império passou a ser representado nestes eventos pelo Centro da Lavoura e do Comércio, entre os anos de 1880 e 1888. Por meio da análise dos principais diretores do Centro da Lavoura demonstra-se que frações da classe senhorial, ligadas à cafeicultura do Vale do Paraíba, utilizaram as exposições e o próprio aparelho do Estado para ampliarem seus negócios e conquistarem novos mercados. Tratou-se da última tentativa dos grandes proprietários e comerciantes da bacia do centro-sul para aumentar seus lucros durante a crise da segunda escravidão.</p> 2021-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Mariana Muaze https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/10570 Os bastidores do cânone historiográfico: 2020-12-18T19:07:31+00:00 Thamara De Oliveira Rodrigues thamara_rodrigues@yahoo.com.br <p>Este artigo analisa a construção do cânone historiográfico brasileiro oitocentista a partir da perspectiva de José Inácio da Abreu e Lima (1794-1869). O general e escritor protagonizou algumas polêmicas intelectuais ao longo de sua trajetória. Na querela de maior repercussão, foi acusado de plagiário e o seu <em>Compêndio da História do Brasil</em> (1843) foi negado pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro nas figuras de Francisco Adolpho de Varnhagen (1816-1878) e Januário da Cunha Barbosa (1780-1846). Neste texto, analisamos o debate e argumentamos que a postura de Abreu e Lima - retirando-se do círculo letrado ligado ao instituto após a discussão, bem como sua posição histórico-política crítica e desarmônica em relação ao passado colonial - foi decisiva para o cânon historiográfico do século XIX, cujos conteúdos, imaginários e formas de escrita e pesquisa próprias à história do Brasil repercutem ainda nos desafios da historiografia contemporânea.</p> 2021-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Thamara De Oliveira Rodrigues https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/10479 Uma união pela segregação: 2021-04-11T19:45:34+00:00 Marcos Paulo Amorim dos Santos mpauloasantos@gmail.com <p>Era 1903. As colônias sul-africanas ainda se recuperavam dos horrores e estragos gerados pelas inúmeras guerras e conflitos naquela região. A conciliação política viria em várias frentes, uma delas, a constituição de uma comissão parlamentar para a discussão da questão nativa nas colônias ao sul da África. Nomeada sob coordenação do alto comissário para assuntos nativos, Sir Arthur Lawley, membros de todas as colônias e protetorados britânicos no sul da África foram convocados, em nome da coroa, a organizar, selecionar e ouvir as mais variadas testemunhas em relação ao tema. Esse artigo tem por objetivo relacionar as posições sociais e, por consequência, a importância de determinadas colônias para a constituição da União Sul-Africana. Além disso, pretendo utilizar esses dados como forma de reflexão do período de segregação sul-africano anterior ao <em>apartheid</em>. Por meio das profissões e fenótipos listados também será possível estabelecer alguns parâmetros para o entendimento das relações de poder e política naqueles territórios entre os primeiros anos do século XX.</p> 2021-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Marcos Paulo Amorim dos Santos