https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/issue/feed Almanack 2022-08-30T00:00:00+00:00 Thaís Durand almanack@unifesp.br Open Journal Systems <p><span style="font-weight: 400;">Publicada desde 2011, a Revista <strong><em>Almanack</em></strong> é um periódico acadêmico-científico quadrimestral sediado na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), destinado a um público de especialistas das áreas de humanidades, em particular da História. Está dedicada a publicar artigos originais vinculados às múltiplas problemáticas da História da formação dos Estados Nacionais entre os séculos XVIII e XIX e se interessa particularmente pelo processo brasileiro e latino-americano. Nossa missão é publicar artigos originais, fruto de pesquisas que promovam elevado conhecimento de nossa área disciplinar e contribuam para renovar a historiografia em nível internacional. Editada por especialistas, a Almanack é gerida por pesquisadores de distintas universidades brasileiras e estrangeiras e é apoiada pela Sociedade Brasileira de Estudos do Oitocentos</span><span style="font-weight: 400;">. Todos os números da Revista Almanack estão disponíveis na <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&amp;pid=2236-4633&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank" rel="noopener">página Scielo</a>. </span></p> https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/14252 Câmbios temporais no mundo iberoamericano: nuances de um tempo em crise 2022-08-25T22:16:26+00:00 Daniel Lourenço do Prado danielprado97drive@gmail.com 2022-08-25T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Daniel Lourenço do Prado https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/12937 As várias dimensões do processo de independência do Brasil 2022-04-15T15:51:28+00:00 Raissa Gabriele Vieira Cirino raissagvc1@gmail.com Kelly Eleutério Machado Oliveira kellyeleuteriom@gmail.com Amanda Both amaboth@hotmail.com 2022-08-25T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Raissa Gabriele Vieira Cirino, Kelly Eleutério, Amanda Both https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/14080 A contrarrevolução no primeiro sextênio restaurador (1814-1820): história contrafactual, o jogo das potências imperiais e as independências na América espanhola 2022-07-17T11:08:28+00:00 Andréa Lisly Gonçalves andrea.lisly.goncalves@gmail.com 2022-08-25T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Andréa Lisly Gonçalves https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/14270 Geografías de las independencias en Iberoamérica 2022-08-28T18:25:24+00:00 Valentina Ayrolo vayrolo@gmail.com Claudia Maria das Graças Chaves claudia.chaves@ufop.edu.br <p>El análisis de los recorridos que siguieron los distintos países de Iberoamérica en su derrotero hacia su configuración como estados nacionales merece siempre la atención de los historiadores. Las reflexiones de los artículos reunidos en esta sección son resultado de las investigaciones de sus autores y de su puesta en discusión en el marco del Fórum que organizó la revista Almanack durante los años 2020-2021.</p> 2022-08-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Valentina Ayrolo https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/13544 La independencia paraguaya y la supuesta homogeneización étnica de la joven nación 2022-04-22T23:53:20+00:00 Barbara Potthast barbara.potthast@uni-koeln.de <p> </p> <p> </p> 2022-08-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Barbara Potthast https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/13018 Los ejércitos libertadores de Sudamérica: teoría y práctica de la guerra revolucionaria 2022-04-07T12:26:09+00:00 Alejandro Rabinovich alejandrorabinovich@gmail.com <p>El presente artículo plantea la cuestión de la naturaleza de los ejércitos libertadores como actores político-militares del proceso revolucionario en Sudamérica. En primer lugar, se realizará un análisis del derecho internacional y del derecho de la guerra vigentes en el periodo. Luego se esbozará una breve historia militar comparada en la búsqueda de posibles antecedentes en otras latitudes. A continuación, se pasará al estudio concreto de cómo se concibieron en Sudamérica los ejércitos libertadores, cuáles fueron sus características y los principios que los definieron, para pasar a contrastar estos principios con sus prácticas efectivas en el terreno. Dejaremos así planteada nuestra hipótesis principal de que existió una contradicción fundamental entre los principios de la guerra libertadora y las condiciones concretas de su ejecución, lo que marcó a fuego el carácter, el alcance y las consecuencias del proceso revolucionario en nuestra región.</p> 2022-08-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Alejandro Rabinovich https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/13516 Honrosos cidadãos ou vadios? 2022-04-07T12:30:49+00:00 Adriana Barreto de Souza adrianaabarreto@gmail.com <p>O objetivo deste artigo é analisar os possíveis significados das lutas pela independência para uma geração de “homens de cor” residentes no Rio de Janeiro que, ou tomaram parte diretamente nos conflitos, ou acompanharam o engajamento de pais, familiares e amigos. Apesar dos grandes avanços da historiografia nas últimas décadas, para o caso do Rio de Janeiro, as narrativas sobre a Independência ainda enfatizam a atuação de grupos políticos mais organizados e as articulações palacianas. Pretendo construir, assim, uma narrativa dessas lutas que faça sobressair outros atores, experiências e vontades políticas. O argumento central é que a população não só participou, como foi instada a participar dessas lutas. Ao perceber, especialmente a partir de outubro de 1821, a fragilidade de sua autoridade, premida entre a fidelidade à Casa de Bragança e o juramento às bases da Constituição, o príncipe-regente d. Pedro avançou nas negociações – já bem conhecidas – com elites de São Paulo e Minas Gerais, mas também investiu na busca de apoio popular. Uma participação que, posteriormente, foi desqualificada e gradativamente silenciada.</p> 2022-08-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Adriana Barreto de Souza https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/13594 La cultura de guerra de las independencias iberoamericanas 2022-05-30T16:27:24+00:00 Rodrigo Moreno Gutiérrez rodrigo.moreno@unam.mx <p>Este artículo plantea una reflexión sobre la importancia histórica de la dimensión bélica de los procesos de desintegración y colapso de las monarquías ibéricas en América y de establecimiento de los Estados nacionales a partir del ámbito mexicano como estudio de caso. Una de sus intenciones es mostrar la pertinencia del concepto “cultura de guerra” para evaluar los múltiples impactos de aquellos conflictos en las sociedades iberoamericanas del primer cuarto del siglo XIX y las formas en que individuos, grupos y comunidades modificaron sociabilidades, organización y conductas a partir de la violencia y la movilización armada. Con el énfasis puesto en las prácticas, las experiencias y las intenciones de los sujetos involucrados en la guerra revolucionaria de Nueva España que resultaron en la independencia de México, la propuesta evalúa las perspectivas de los combatientes, los no combatientes y los impulsos institucionales de control, vigilancia y seguridad del nuevo orden.</p> 2022-08-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Rodrigo Moreno Gutiérrez https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/13539 As guerras de independência do Brasil: notas sobre sua história e historiografia 2022-03-07T16:09:52+00:00 João Paulo Garrido Pimenta jgarrido.pimenta@gmail.com <p>Este artigo realiza observações sobre as guerras de independência do Brasil, ocorridas entre 1822 e 1824, no tocante a sua história e historiografia. O ponto central é um comentário ao livro de Hélio Franchini Neto, <em>Independência e morte: política e guerra na emancipação do Brasil</em>, de 2015, cujas ideias, méritos e problemas fornecem um bom pretexto para a discussão de um tema crucial para a história ibero-americana do século XIX.</p> 2022-08-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 João Paulo Garrido Pimenta https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/13622 Um acordo impossível 2022-05-17T19:49:13+00:00 André Roberto de A. Machado andremachados@yahoo.com.br <p class="P68B1DB1-12" style="text-align: justify; line-height: 150%;">Ao contrário do que frequentemente se propaga, inclusive na historiografia, a independência e a manutenção territorial do Império do Brasil não tem como se explicar através de um “acordo entre as elites”. De um lado, o artigo pretende mostrar que isso não era possível porque estes interesses eram heterogêneos, tanto de província para província, cada qual com variadas formas de reprodução da vida social, assim como no interior de cada uma. A evidência disso é que a Corte teve especial preocupação em formar uma expressiva força militar, recrutando vários mercenários estrangeiros, alguns deles de renome internacional como Cochrane. Para além disso, as guerras de independência não se resumiam a estar sob a órbita do Rio de Janeiro ou Lisboa; ao contrário, muitas vezes a grande questão é a definição do tipo de Estado que está sendo construído: mais liberal e com mais direitos, ou mais conservador. É especialmente a possibilidade de vislumbrar a independência como uma revolução que magnetiza os grupos marginalizados e prorroga os conflitos para muito tempo depois da coroação de D. Pedro I.</p> 2022-08-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 André Roberto de A. Machado https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/11824 México y su Trienio Liberal 2022-05-10T21:18:03+00:00 Ivana Frasquet ivana.frasquet@uv.es <p>El segundo momento constitucional que se va a desarrollar en la monarquía española a partir de 1820 tuvo importantes consecuencias para la configuración de México como estado independiente. Si, inicialmente, el territorio mexicano transitaría hacia formas políticas liberales insertado en el conjunto de la monarquía, poco después, a partir de 1821, se proclamaría la independencia. Esto no significó el abandono de las prácticas liberales implementadas a partir de la aplicación de la Constitución de 1812, sino su extensión en los primeros compases de la nación independiente. A partir de los proyectos políticos de autogobierno que los mexicanos plantearon en las Cortes de Madrid de estos años, del establecimiento de los ayuntamientos constitucionales y de las prácticas electorales que capacitaron a una gran parte de población para ejercer el sufragio, este trabajo pretende dar cuenta de esos cambios que, insertos en la lógica del liberalismo gaditano, convirtieron a México de virreinato en Estado nación.</p> 2022-08-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Ivana Frasquet https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/13569 Definir, organizar y representar el territorio de la nación 2022-05-10T20:03:41+00:00 Nicolás Duffau nicolasduffausoto@gmail.com Ana Frega anafrega@fhuce.edu.uy <p>El ingeniero militar José María Reyes cumplió una función central en el conocimiento topográfico y geográfico del territorio de Uruguay; contribuyó en el proceso de departamentalización interior y participó como comisario en la delimitación de las fronteras políticas, en especial en los límites con Brasil. Asimismo, elaboró cartas geográficas, se dedicó a la recopilación documental y la escritura de descripciones del territorio. Esta tarea no fue individual sino que se insertó en un camino en el que el Estado comenzó un ascendente proceso de recopilación de información a través de la creación de entidades públicas dedicadas al mantenimiento del orden interno, los relevamientos topográficos o la asistencia sanitaria, que buscaron conocer las características y la cantidad de los habitantes, inventariar los inmuebles públicos y privados, delimitar los territorios y establecer las características principales del desarrollo productivo. Los conflictos bélicos de carácter regional y la vida política interna limitaron varias de esas tareas. Reyes no fue ajeno al contexto, por el contrario, se involucró activamente en la vida política y varios de sus puntos de vista se reflejaron en su concepción geográfica. Sobre esa base, el artículo explora la actuación de Reyes y el modo a través del cual su trabajo topográfico y cartográfico contribuyó a formar una representación del territorio nacional, vinculada a una concepción sobre el pasado que fue reproducida en forma posterior por los continuadores de su obra, que fijaron un imaginario geográfico que perdura hasta el presente.</p> 2022-08-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Nicolás Duffau, Ana Frega https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/14251 Com ossos e o coração: comemorando as Independências? 2022-08-25T21:47:06+00:00 Lucia Maria Bastos Pereira das Neves lubastos52@gmail.com 2022-08-25T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Lucia Maria Bastos Pereira das Neves https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/10598 Dominação local e padrão de liderança 2021-06-15T20:27:17+00:00 Arthur Roberto Germano Santos arthurgermanosantos@gmail.com <p>O objetivo deste artigo é enfrentar duas questões distintas, porém relacionadas: pretendo identificar a configuração da elite política provincial a partir da Assembleia Provincial e das informações e debates nos jornais da época, bem como a formação e organização dos grupos políticos que se aglutinavam em torno de determinados interesses, perspectivas e identidades. Isso permitirá cotejar a hipótese corrente na literatura de que os grupos políticos/partidos locais não se compunham a partir de um padrão de liderança, e exerciam o mando como atividade auxiliar, secundária. Na primeira parte, observarei a composição da Assembleia Provincial para verificar se existiam grupos empenhados na “ocupação da política”. Na segunda parte, cotejarei um ponto central para compreender a organização dos grupos maranhenses, qual seja, a reiterada referência à organização partidária local e suas mutações. Nesse sentido, tomo como eixo central para análise a formação da <em>Liga Liberal Maranhense</em>, uma aglutinação de dissidentes dos dois principais partidos da província do Maranhão: <em>cabanos</em> (saquaremas/conservadores) e <em>bemtevis</em> (luzias/liberais). Espero demonstrar que sua formação mesma, em 1846, é fundamental para compreender os grupos políticos maranhenses.</p> 2022-07-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Arthur Roberto Germano Santos https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/11354 Iluminismo e narrativa humanitária na obra Bosquexo del en esclavos y reflexiones sobre este tráfico considerado moral, política e cristianamente (1814) de José Maria Blanco 2021-05-05T18:51:40+00:00 Alisson Eugenio alissoneugenio@yahoo.com.br <p>O presente artigo propõe-se a demonstrar como o intelectual espanhol José Maria Blanco y Crespo (1775 - 1841) utilizou no seu libelo abolicionista acima citado uma técnica literária, conhecida como narrativa humanitária, derivada do ideário filantrópico iluminista, para sensibilizar os leitores contra o tráfico de escravos, com a intenção de despertar neles a compaixão pelos africanos transformados em mercadorias pelos agentes deste tipo de comércio. Desse modo, será defendido o argumento de que, apesar de o conteúdo crítico do seu referido libelo ser, em sua maior parte, um eco de outros textos, a forma estilística dele, a partir da qual ele articulou as críticas já conhecidas ao tráfico negreiro com os ideais humanitários então em voga, é um exemplo do discurso sentimental da filosofia moral iluminista. Assim, seu <em>Bosquexo del en esclavos</em>... pode ser considerado uma expressão literária do processo histórico da reinvenção moderna das emoções consolidada pelo Iluminismo, porque mobilizou uma gama de vocabulário para estruturar uma linguagem emotiva destinada a criar um elo, a partir do sentimento humanitário, de solidariedade entre leitores e o sofrimento de pessoas alheias à sua realidade social.</p> 2022-07-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Alisson Eugenio https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/10550 Estado e fronteira agrária 2021-04-11T19:27:53+00:00 Carlos Alberto Medeiros Lima carlima3@gmail.com <p>O artigo aborda o impacto das causas externas de morte entre homens adultos (livres ou escravizados), comparando municípios e paróquias do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Paraná e do Recôncavo Baiano durante o intervalo estendido de <em>ca</em>.1820 a <em>ca</em>.1870. Sumariza-se brevemente a historiografia que enfatizou fenômenos estruturais e os elementos a ela relacionados conforme as tendências de sua distribuição nos eixos espacial e temporal. Percebeu-se com bastante clareza que o período de maior instabilidade política foi também de enorme incidência da violência interpessoal. Analogamente, o peso das causas externas era muitíssimo maior na fronteira agrária, em comparação com áreas onde o peso do Estado em processo de consolidação era mais sentido. Os dados respondem bem a expectativas criadas ao redor do modelo de construção estatal.</p> 2022-07-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Carlos Alberto Medeiros Lima