Sobre a Revista

Breve Histórico

 

A ALMANACK é um periódico acadêmico-científico destinado a um público de especialistas das áreas de humanidades, em particular da História. Está dedicada a publicar artigos originais vinculados às múltiplas problemáticas da História da formação dos Estados nacionais entre os séculos XVIII e XIX, e se interessa particularmente pelos processos brasileiro e latino-americano.

Desde o século XIX, quando era exaltado como produto mais avançado e agente promotor da civilização, o Estado surgia como tema privilegiado entre os que tomaram para si a tarefa de contar a história dos novos regimes representativos e constitucionais. O mesmo valia para a nação que, com características específicas nos territórios de origem colonial, aparecia como fundamental na reconstrução dos vínculos de pertencimento dos indivíduos entre si, bem como de um passado comum. Não por menos, essa época ficou conhecida como de criação das nacionalidades modernas e, nos termos do constitucionalismo, da emergência dos indivíduos enquanto cidadãos, do império das leis, da construção de burocracias racionais, da regulação pública dos contratos e da liberação dos mecanismos de mercado dos controles estatais. No entanto, muitas dessas questões mergulhavam suas raízes em transformações ocorridas, pelo menos, um século antes, quando o mundo ocidental vivera uma crise nos seus paradigmas políticos, sociais e culturais que se revelava na concepção de que a herança do passado – a partir de então, identificado com algo antigo – deveria ser destruída ou, no mínimo, reformulada.

Estado, nação, bem como a entidade política que se formava a partir da convergência dessas duas esferas têm sido, desde então, objeto de diversas controvérsias, que vão desde sua valorização como categorias explicativas fundamentais para as ciências humanas até sua completa negação enquanto fórmulas ultrapassadas de se pensar as sociedades. Recentemente, ambos têm sido recolocados em questão, diante das profundas transformações políticas e sociais que anunciam outra crise, a do modelo do Estado-nação, no contexto da chamada globalização. Uma série de fatores tem contribuído para rediscutir as atribuições e o caráter que a historiografia tradicionalmente associou ao Estado: a criação de novos Estados nacionais no leste europeu, após queda do Muro de Berlim e o esfacelamento da União Soviética, suscitando autonomias regionais e o surgimento de identidades nacionais de base étnica; o processo de globalização e de constituição de organismos supranacionais (o Parlamento Europeu, a União Europeia), esvaziando a centralidade do Estado como agente de ação política e fonte de direitos, e modificando, pela superação parcial das fronteiras, as identidades nacionais; o crescimento dos movimentos de minorias sociais, sobretudo de negros, mulheres e homossexuais, promovendo a criação de identidades segmentadas, baseadas em etnias, gêneros e opções sexuais, entre outras, reivindicando o direito e o respeito às diferenças culturais; o agravamento das desigualdades sociais e a falência do Estado de bem-estar social, fazendo de alguns direitos (emprego, educação, saúde) um quase privilégio; por fim, o processo de redemocratização nos países da América Latina, inclusive o Brasil, enfatizando o papel da sociedade civil como espaço de ação política, quase que em oposição ao Estado e, mais recentemente os processos de Estados plurinacionais.

Neste contexto é que se observa o surgimento no Brasil, na primeira década do século XXI, de duas grandes iniciativas acadêmicas paralelas – cada qual envolvendo pesquisadores de diferentes universidades nacionais e internacionais – destinadas a investigar, à luz de novas perspectivas de análise, os processos correlatos de construção e desenvolvimento do Estado e da nação no Brasil. A primeira delas foi levada a cabo por pesquisadoras/es reunidas/os em torno do Projeto Temático Formação do Estado e da nação: Brasil, c.1780-c.1850 sob a direção de István Jancsó (USP, in memoriam), que contou com apoio concedido pela FAPESP, entre os anos de 2005-2009, e foi sediado no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo. Ela produziu, entre 2005 e 2010, a Revista Almanack Braziliense. Voltada à publicação de estudos sobre a história do Brasil e da América portuguesa nos séculos XVIII e XIX - enfocando o processo de formação do Estado e da nação no Brasil em suas dimensões internas bem como em suas interfaces com o mundo hispânico e a conjuntura mundial - a revista publicou 11 números semestrais, consolidando-se como referência acadêmica na área. A segunda iniciativa, foi originada no âmbito do Centro de Estudos do Oitocentos (CEO) que resultou em três sucessivos projetos financiados pelo PRONEX / CNPq – FAPERJ: Nação e cidadania no Império: novos horizontes (2003-2006), Dimensões da cidadania no século XIX (2006-2009) e, posteriormente, Dimensões e fronteiras do Estado brasileiro no século XIX (2009-2012); os dois primeiros sob a coordenação de José Murilo de Carvalho (UFRJ) e o terceiro de Lúcia Bastos Pereira das Neves (UERJ).

O fecundo diálogo acadêmico desenvolvido por esses dois projetos ao longo dos anos suscitou a parceria que se materializou na ALMANACK, sediada na Universidade Federal de São Paulo desde 2011. As/os pesquisadoras/es envolvidas/os nessa empreitada estão vinculadas/os a várias instituições nacionais, em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo - UNIFESP, USP, UFF, UNIRIO, UERJ, UFJF, UFOP, UFES, UFRJ, UFSJ, UFRRJ e PUC-RJ, além de contar com a participação de pesquisadoras/es de instituições estrangeiras sediadas na Argentina, Guiana, Estados Unidos, Espanha e França. Trata-se de experiência interinstitucional inovadora e promissora, que contribuiu para alargar ainda mais a interlocução, divulgação de trabalhos e compreensão crítica acerca do período enfocado. Além disso, em 2013, a CEO também deu origem à criação da Sociedade Brasileira de Estudos do Oitocentos (SEO - https://www.seo.org.br/) a qual a ALMANACK se vincula como parceira.

A ALMANACK busca condensar aquilo que, a despeito das naturais e saudáveis diferenças que caracterizam as/os pesquisadoras/es nela envolvidas/os, representa a grande convergência que os liga a este projeto comum: o intuito de revisitar, sob novos olhares, o tema da formação do Estado e da nação brasileiros, pensados como construções históricas e como espaços de disputas, negociações, conflitos e anseios diversos, de modo a enredar, como em um mosaico de projetos e identidades, múltiplas esferas ou circunscrições (políticas, burocráticas, geográficas, sociais, culturais e econômicas).

O Periódico, que integra a coleção da SciELO desde 2016, é produzida em software livre para produção de periódicos eletrônicos (OJS), garante melhores condições de navegação e busca, além de reforçar aquilo que para as/os pesquisadoras/es nela envolvidas/os sempre foi uma questão crucial: a construção de um periódico de acesso totalmente livre e gratuito, condições fundamentais para que tenhamos vida longa.

 

 

Conformidade com a Ciência Aberta

 

A ALMANACK é realizada em conformidade com os princípios atuais da Ciência Aberta. O Portal de Periódicos da Unifesp, onde ela está igualmente alocada, desenvolvido pela Pró-reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, pela Editora da Unifesp, e pela Coordenadoria da Rede de Bibliotecas e da Superintendência em Tecnologia da Informação, está igualmente em conformidade  ao desenvolvimento do debate e das práticas da ciência aberta, com o objetivo de desenvolver e compartilhar, por meio de redes sociais, conhecimento transparente e acessível (FOSTER Open Science Definition).

Nesse sentindo, a ALMANACK aceita manuscritos que foram previamente depositados em um servidor não comercial de Preprints, desde que não tenham sido submetidos simultaneamente à revisão por pares em outro periódico. O autor responsável deve informar se o manuscrito está depositado em um servidor de Preprints e obrigatoriamente fornecer o DOI correspondente.

Não há cobrança de taxas de submissão e/ou publicação para nenhum texto submetido à Revista.

 

 

Ética na Publicação

 

A ALMANACK adota as diretrizes éticas do Committee on Publication Ethics (COPE), do Code of Ethics American Educational Research Association, o Código de Boas Práticas Científicas - FAPESP e do Council of Science Editors (CSE) em relação à publicação.

As condutas seguidas em relação à Más Condutas e Sanções estão descritas abaixo.

 

 

Foco e Escopo

 

A ALMANACK é um periódico acadêmico-científico destinado a um público de especialistas das áreas de humanidades, em particular da História. Está dedicada a publicar artigos originais vinculados às múltiplas problemáticas da História da formação dos Estados nacionais entre os séculos XVIII e XIX e se interessa particularmente pelos processos brasileiro e latino-americano. Nossa missão é publicar artigos originais, fruto de pesquisas que promovam elevado conhecimento de nossa área disciplinar e contribuam para renovar a historiografia em nível internacional.

 

 

Preservação Digital

 

O Portal de Periódicos da Unifesp, no âmbito da Rede de Repositórios de Dados de Pesquisa lançado pela FAPESP, se soma ao esforço integrado da Reitoria, da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, da Editora da Unifesp, da Coordenadoria da Rede de Bibliotecas e da Superintendência em Tecnologia da Informação para que a ciência produzida e publicada por qualquer instância da universidade se faça com base em um plano de gestão e preservação de dados. Neste sentido, o Portal de Periódicos nasce integrado ao Repositório de Dados Científicos da UNIFESP, suportado pela plataforma Dataverse, e à Rede Cariniana, uma rede brasileira de serviços de preservação digital.

 

 

Fontes de Indexação

 

Diretórios

Base de Dados

Catálogos

 

 

Ficha Bibliográfica

 

Título do periódico: Almanack

Título abreviado: Almanack (Guarulhos)

Publicação de: Guarulhos SP: Universidade Federal de São Paulo Escola de Filosofia Letras e Ciências Humanas Departamento de História

Periodicidade: Quadrimestral

Modalidade de publicação: Publicação Contínua

Ano de criação do periódico: 2011

 

 

Websites e Mídias Sociais

 

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POLÍTICA EDITORIAL

 

 

A ALMANACK é um periódico científico revisado por pares que publica textos inéditos que versem sobre sua temática, sejam eles artigos, balanços historiográficos, textos oriundos de discussão, ensaios de opinião e resenhas sempre incentivando abordagens comparativas e teórico-metodológicas. Ela adota as diretrizes éticas do Committee on Publication Ethics (COPE), do Code of Ethics American Educational Research Association, o Código de Boas Práticas Científicas (FAPESP) e do Council of Science Editors (CSE) em relação a publicação.

A ALMANACK é dividida em quatro seções: o Fórum e o Dossiê são compostos por artigos previamente encomendados pelo Conselho Editorial ou por um organizador ad hoc. As seções de Artigos (livres) e de Resenhas recebem contribuições em fluxo contínuo, bem como as propostas para elaboração de Dossiês conforme as normas abaixo. Os originais podem ser enviados em português, inglês, francês e espanhol. No site, as/os Autoras/es têm as instruções para a submissão dos seus originais.  Todos os manuscritos encaminhados à ALMANACK, passam por uma pré-seleção na qual é avaliada a relevância da temática abordada, clareza da redação e concordância com a proposta da revista.

Fóruns e Dossiês devem ser publicados acompanhados de um pequeno texto introdutório ao tema abordado, incluindo título e bibliografia, com versão em português e em inglês.

O Fórum é uma seção formada por três artigos originários de evento semestralmente realizado pela revista, onde pesquisadoras/es são convidadas/os a apresentar um texto inédito sobre uma temática específica, os quais são publicados no número seguinte da revista. Diferencial em relação às outras revistas, o Fórum é um espaço de discussão, crítica aberta e apresentação do que há de mais atual em relação às pesquisas na área.

A avaliação dos manuscritos encaminhados para a seção Dossiê é realizada por uma comissão, designada pelo Conselho Editorial, que envolva os organizadores, conselheiras/os da revista e pareceristas ad hoc.

 

 

Processo de avaliação por pares

 

A ALMANACK adota o processo de revisão por pares (double blind peer review), que é constituído por dois ou mais árbitros que são designados para realizar a revisão do manuscrito. As identidades das/os Revisoras/es e Autoras/es são ocultadas uns dos outros ao longo do processo de avaliação. Contudo, seguindo os pressupostos da Ciência Aberta, a ALMANACK oferece às/aos autoras/es e às/aos pareceristas a possibilidade de abertura mútua de suas identidades no processo de avaliação. No caso, de consentimento mútuo, a Revista oferece a opção de diálogo direto entre   autoras/es e pareceristas na interface da Revista. Esta permissão é concedida no preenchimento dos formulários de submissão e de parecer.

Ao final de cada ano, a Revista publica o nome da/os Revisadora/es que trabalharam no processo de avaliação. O nome do/a Editor/a responsável pelo processo de avaliação está indicado ao final de cada texto.

Todas as contribuições científicas são revisadas pelo/a Editor/a, pelos membros do Conselho Editorial e/ou Revisoras/es convidadas/os, com os seguintes processos:

Revisão Inicial: nessa etapa, a pessoa encarregada como Assistente Editorial avalia cada manuscrito quanto ao cumprimento das normas estabelecidas nas Instruções às/aos Autoras/es. Caso o manuscrito não atenda às normas estabelecidas, será devolvido para correção.

Processo de Avaliação: os manuscritos que passam pela revisão inicial são atribuídos a duas pessoas Revisoras (Pareceristas) independentes de acordo com sua especialização no campo em particular.

Pareceres: as/os Revisoras/es emitem seus pareceres diretamente no sistema OJS. A decisão pode ser "Aceitar Submissão", "Correções Obrigatórias", "Submeter novamente para avaliação" ou "Rejeitar Submissão". Se a decisão for "Submeter novamente para avaliação", o manuscrito deverá ser revisado e enviado para a segunda rodada de revisão por pares.

Aprovação ou Rejeição: O Conselho Editorial decidirá, com base nos pareceres, sobre a aprovação ou rejeição do manuscrito. Em caso de aceite, o manuscrito entrará no processo de editoração para publicação.

 

 

Dados abertos

 

A ALMANACK encoraja as/os autoras/es a depositarem seus dados em repositórios de livre acesso para compartilhamento de dados, códigos e outros materiais resultantes das pesquisas. Indica a leitura dos documentos seguintes produzidos pela SciELO: 

Guia de citação de dados de pesquisa:

https://wp.scielo.org/wp-content/uploads/guia-de-citacao-de -dados_pt.pdf.

Lista de repositórios para depósito de dados de pesquisa:

https://wp.scielo.org/wp-content/uploads/Lista-de-Repositorios-Recomendados_pt.pdf.

 

 

Cobrança de Taxas

 

Todos os conteúdos publicados na ALMANACK estão sob licença da Creative Commons (CC-BY) Atribuição 4.0 Internacional e não pagam taxa de submissão.

 

 

Adoção de softwares de verificação de similaridade

 

A ALMANACK segue as orientações do Guia de uso de ferramentas e recursos de Inteligência Artificial na comunicação de pesquisas na Rede SciELO. Utiliza o software Turnitin que permite detectar similaridades nos materiais submetidos. Todos os textos enviados à Revista passam por essa verificação no momento da submissão. Os manuscritos que tenham sido plagiados serão rejeitados e as/os Autores/as poderão incorrer em sanções determinadas pelo Conselho Editorial de acordo com o item abaixo.

 

 

Política de Ética e Más condutas, Errata e Retratação

 

A ALMANACK adota a definição de má-conduta da Office Research Integrity, que consiste em: fabricação, falsificação e/ou plágio na elaboração, execução ou revisão de pesquisas ou no relato de resultados de pesquisas.

Má-conduta em pesquisa não inclui erros honestos ou diferenças de opinião. Quaisquer casos de má-conduta serão tratados com as devidas sanções estabelecidas pelo Conselho Editorial.

  •  Fabricação: inventar dados ou resultados registrando ou relatando-os;
  •  Falsificação: manipular materiais, equipamentos ou processos de pesquisa, ou alterar ou omitir dados ou resultados, de modo que a pesquisa não seja representada com precisão no registro da pesquisa;
  •  Plágio: consiste na apropriação de ideias, processos, resultados ou palavras de outra pessoa sem dar crédito apropriado.

Nos casos de Publicação Duplicata e Redundante, Correção e Retratações, a ALMANACK adota as seguintes recomendações:

  •  Publicação Duplicata e Publicação Redundante: A ALMANACK se compromete a publicar apenas material original, ou seja, material que não tenha sido publicado anteriormente ou que esteja sendo revisado em outros periódicos, inclusive em idiomas diferentes. Os artigos submetidos à ALMANACK não devem ser enviados a nenhum outro periódico enquanto estiver em processo de avaliação.  A publicação duplicata refere-se à prática de submeter o mesmo estudo em dois ou mais periódicos e a publicação redundante que consiste na divisão inadequada dos resultados do estudo em mais de um artigo (também conhecido como “salami publication”), que pode resultar na rejeição do artigo ou sua retratação, podendo os Autores incorrerem em sanções estabelecidas pelo Conselho Editorial da ALMANACK.
  •  Correções e Retratações: em casos de erros ou falhas, independente da natureza ou da origem, que não configurem má-conduta, serão corrigidos por meio de errata. Artigos já publicados em que má-conduta for identificado, serão objeto de retratação com exposição do motivo devidamente referenciado. Todos as/os Autoras/es serão solicitados a concordar com o conteúdo.

Sanções: práticas que ferem a integridade científica como Plágio, Publicação em Duplicata e Publicação Redundante serão avaliadas pelo Conselho Editorial para decisão das correspondentes penalidades, tais como a suspensão de publicar no periódico por período determinado pelo dito Conselho. As/os Autoras/es serão imediatamente comunicados de todas as etapas deste processo.

Declaração de Privacidade: os nomes e endereços informados neste periódico serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.

 

 

Política sobre Conflito de Interesses

 

O conflito de interesses pode ser de natureza pessoal, comercial, política, acadêmica ou financeira. Conflitos de interesses podem ocorrer quando autora/es, revisora/es ou editora/es possuam interesses que podem influenciar na elaboração ou avaliação de manuscritos. Ao submeter o manuscrito, a/os autora/es são responsáveis por reconhecer e revelar conflitos financeiros ou de outra natureza que possam ter influenciado o trabalho. Caso haja, ainda que potencialmente, conflito de interesse, a/o(s) autor(a/es) deve(m) informá-lo em documento próprio assinado e anexado à plataforma de submissão. Para mais informações ver: Disclosure of Financial and Non-Financial Relationships and Activities, and Conflicts of Interest.

 

 

Questões de Sexo e Gênero e Raça

 

A ALMANACK apoia as diretrizes sobre Equidade de Sexo e Gênero em Pesquisa (Sex and Gender Equity in Research – SAGER) bem como o conjunto  dos Princípios DEIA (Diversidade, Equidade, Inclusão e Acessibilidade). Seguimos uma política de equidade de gênero e raça na formação de corpo editorial, bem como na proposição de contribuições à Revista em todas as suas seções, e estamos atentos para implementação de políticas no que toca à inclusão e acessibilidade.

 

 

Comitê de Ética

 

A ALMANACK recomenda que as/os Autoras/es submetam suas pesquisas aos Comitês de Ética de suas instituições, responsáveis por aprovarem o atendimento das suas diretrizes de acordo com cada área do conhecimento.

 

 

 

Direitos Autorais

 

As/os Autoras/es são os/as detentores dos direitos autorais dos manuscritos submetidos. Elas/es concedem à ALMANACK a realização da publicação do referido texto de acordo com a política de licença aberta defendida pelo Periódico.

 

 

Propriedade Intelectual e Termos de uso

 

Os dados, conceitos e opiniões apresentados nos trabalhos, bem como a exatidão das referências documentais e bibliográficas, são de inteira responsabilidade das/os autoras/es.

Todos os conteúdos publicados na ALMANACK estão sob licença da Creative Commons (CC-BY) Atribuição 4.0 Internacional.

 

 

Patrocinadores e Agências de Fomento

 

 

         

A ALMANACK recebeu apoios eventuais dos Projetos de Pesquisa Universal CNPq de Gladys Sabina Ribeiro e de Lucia Maria Bastos Pereira das Neves.