Percepção de diabéticos e papel dos profissionais de saúde sobre a Educação Ambiental de resíduos perfurocortantes produzidos em domicílios

Autores

  • Simone Aquino Universidade Nove de Julho. Programa de Mestrado Profissional em Administração - Gestão Ambiental e Sustentabilidade
  • Maria Antonietta Leitão Zajac Universidade Nove de Julho. Programa de Mestrado Profissional em Administração - Gestão Ambiental e Sustentabilidade
  • Cláudia Terezinha Kniess Diretora do Programa de Pós-graduação em Cidades Inteligentes e Sustentáveis - UNINOVE.

DOI:

https://doi.org/10.34024/revbea.2019.v14.2596

Palavras-chave:

Resíduo E, Diabetes, Domicílios, Educação.

Resumo

Os resíduos de saúde recebem diferentes classificações, sendo os materiais perfurocortantes, como agulhas e lancetas, pertencentes ao grupo E. O uso doméstico de seringas, agulhas e lancetas é uma realidade dos portadores de Diabetes Mellitus, que dependem de insulina e descartam erroneamente os perfurocortantes junto aos resíduos sólidos comuns. A educação sobre a segregação e disposição adequada dos resíduos do grupo E, gerados nos domicílios, deve envolver vários profissionais da saúde, seja do setor público ou privado. O presente estudo teve como objetivo analisar a percepção de diabéticos insulinodependentes sobre a responsabilidade ambiental da geração de seu resíduo e avaliar o papel dos stakeholders da saúde envolvidos na educação ambiental, na cidade de São Paulo, sobre a logística reversa de resíduos perfurocortantes. A revenda pequena de recipiente de coleta para resíduos E nas farmácias, a falta de conscientização sobre o descarte correto dos diabéticos e poucas campanhas educacionais sobre a logística reversa nas UBS ainda são pontos fracos a serem melhorados na educação ambiental de geradores de resíduos E em domicílios.

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Biografia do Autor

Simone Aquino, Universidade Nove de Julho. Programa de Mestrado Profissional em Administração - Gestão Ambiental e Sustentabilidade

Médica veterinária sanitarista formada pela UNESP de Botucatu, com especialização pela FSP-USP e mestrado e doutorado em Ciências pelo IPEN-USP. Professora Doutora do Programa de Mestrado Profissional em Administração- Gestão Ambiental e Sustentabilidade da UNINOVE.

Maria Antonietta Leitão Zajac, Universidade Nove de Julho. Programa de Mestrado Profissional em Administração - Gestão Ambiental e Sustentabilidade

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1993) , Doutorado em Ciências (ênfase- Bioquímica) pela Universidade de São Paulo (1999) e Pós-doutorado em Bioquímica pela Universidade de São Paulo (2000-2002). Especialização em Engenharia Ambiental (2010). Professora Doutora do Programa de Mestrado Profissional em Administração- Gestão Ambiental e Sustentabilidade da UNINOVE.

Cláudia Terezinha Kniess, Diretora do Programa de Pós-graduação em Cidades Inteligentes e Sustentáveis - UNINOVE.

Foi Diretora do Mestrado Profissional em Administração - Gestão Ambiental e Sustentabilidade - UNINOVE (2014-2015). Atualmente é diretora do Programa de Pós-graduação em Cidades Inteligentes e Sustentáveis - UNINOVE. Membro dos grupos de pesquisa em Cidades Inteligentes e Sustentáveis, Inovação e Sustentabilidade, Gerenciamento em Projetos e Gestão da Sustentabilidade. Realiza também atividades de consultoria técnica em empresas nas áreas de Pesquisa e Desenvolvimento, Gestão da Qualidade, Gestão Ambiental e Gestão de Projetos.Editora da Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade - Revista GeAS. Bolsista de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora Nivel 1D - CNPq.

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Publicado

30-03-2019

Edição

Seção

Artigos
Recebido: 2018-06-01
Aceito: 2019-02-13
Publicado: 2019-03-30

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