CHAMADAS PARA OS PRÓXIMOS DOSSIÊS 

  • Dossiê "Beethoven 250 anos: diálogos"

    2020-03-29

    Dossiê “Beethoven 250 anos: diálogos”

    Volume 7, número 13, 1. semestre 2020

    Organizador: Henry Burnett

    Poucos compositores influenciaram o pensamento filosófico no mesmo nível que Ludwig van Beethoven. De Goethe a Theodor Adorno, passando por Schopenhauer, Nietzsche, Richard Wagner e tantos outros, Beethoven marcou uma virada fundamental na história da música que desde sempre lançou questões à filosofia que reverberam ainda hoje no âmbito da estética musical contemporânea. Seja no em torno da Revolução Francesa – Beethoven compôs a Sinfonia nº 3, a Eroica, em honra de Napoleão, dedicatória retirada quando o líder foi coroado imperador em um ato considerado uma traição pelo compositor –, na ascensão do nacionalismo e do antissemitismo no apogeu do wagnerismo e da diagnose de Nietzsche, até o inconcluso Beethoven – Philosophie der Musik, de Theodor Adorno, sem falar nos inúmeros textos onde o filósofo retomou a obra do compositor, ou ainda nos diversos cruzamentos entre a obra de Beethoven e os debates filosóficos em torno da ideia de música absoluta, a obra do autor da Nona sinfonianunca deixou de fomentar discussões capitais nessa relação clássica entre filosofia e música.

    Este dossiê pretende acolher artigos, resenhas e traduções relacionadas a esses momentos conhecidos, mas também está aberta às contribuições que fogem aos temas clássicos, na intenção de contribuir a seu modo com os 250 anos de nascimento do grande compositor.

     

    Submissão: https://periodicos.unifesp.br/index.php/limiar/index

    Prazo para submissão: 29.05.2020

    Informações: limiarunifesp@gmail.com

    Saiba mais sobre Dossiê "Beethoven 250 anos: diálogos"
  • Dossiê Memória e esquecimento

    2020-03-28

    Dossiê "Memória e esquecimento"

    Volume 7, número 14, 2. semestre 2020

    Organização de Rita Paiva e Francisco Pinheiro Machado

    A memória enquanto elemento estruturador da existência e inerente à constituição do homem irrompe em toda reflexão que indague acerca da condição humana nas suas mais diversas facetas, sejam elas concernentes à natureza do pensamento, à constituição da subjetividade, aos laços de sociabilidade, à história, à cultura. Mas o pensar sobre a memória não se constitui sem que o seu contraponto seja igualmente evocado, a saber, o processo de esquecimento, o qual, sob registros diversos, constitui quesito primordial para que as lembranças possam de fato atuar. É justamente na dinâmica tecida por esse jogo em princípio antitético que o ato de rememoração será lido e inspecionado em vertentes teóricas distintas e também na arte. Com efeito, seja no âmbito da filosofia, das ciências humanas ou da literatura, deparamo-nos com uma inestimável tradição que toma por objeto de conhecimento e de investigação as distintas conotações assumidas pelo enlace intrigante entre o lembrar (memorar) e o esquecer.

    Entre os inumeráveis momentos ...

    Saiba mais sobre Dossiê Memória e esquecimento