Heresias e rebelião em Angola, fim do século XVI: o processo inquisitorial contra Duarte Nunes Nogueira

  • Rodrigo Bonciani Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA)
Palavras-chave: Inquisição, Governo Geral, História Atlântica

Resumo

Entre 1592 e 1593, a instituição do governo geral em Angola e a medida de subordinação direta dos sobas, chefes africanos, à Coroa levaram a um “alçamento”, palavra de Duarte Nunes Nogueira, dos conquistadores e jesuítas contra o governador D. Francisco de Almeida e contra ele, ouvidor geral. O documento transcrito a seguir traz novos elementos para a análise deste evento e para a história da formação do mundo Atlântico no fim do século XVI e início do XVII.

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Referências

ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

BONCIANI, Rodrigo Faustinoni. “‘Havendo escravos se restaurará tudo': trajetórias e políticas ibero-atlânticas no fim do século XVI”. Portuguese Studies Review, 25, n. 2, pp. 17-53, 2017.

BRÁSIO, António. Monumenta Missionaria Africana. Lisboa: Agência Geral do Ultramar/ Academia Portuguesa da História, 1952-1988, 15 vols.

ZERON, Carlos Alberto de Moura Ribeiro. Linha de fé: A Companhia de Jesus e a escravidão no processo de formação da sociedade colonial (Brasil, séculos XVI e XVII). São Paulo: Edusp, 2011.

Publicado
2020-09-02
Como Citar
BONCIANI, R. Heresias e rebelião em Angola, fim do século XVI: o processo inquisitorial contra Duarte Nunes Nogueira. Revista de fontes, v. 7, n. 12, p. 1-27, 2 set. 2020.