A Vala de Perus e as universidades públicas na trajetória por memória, verdade e justiça

(1990-2019)

  • Marília Oliveira Calazans Unifesp/ Historiadora
  • Aline Feitoza de Oliveira Antropóloga, Unifesp
  • João Pedro Silva de Albuquerque Assistente em Administração/ Unifesp
  • Juliana Almeida dos Santos Técnica em Arquivo/ Unifesp
Palavras-chave: Vala de Perus, Universidade pública, Negacionismo

Resumo

Este artigo analisa a participação de universidades públicas na trajetória dos remanescentes humanos exumados, em 1990, da vala clandestina no Cemitério Dom Bosco, em Perus, um distrito do Município de São Paulo. O objetivo é refletir sobre o potencial e a importância da pesquisa realizada nessas instituições no assessoramento técnico, tecnológico e científico em casos de violação de direitos humanos, no geral, e no caso da Vala de Perus, em particular. Além disso, busca-se compreender a relação da universidade como produtora de elementos que eventualmente compõem a memória coletiva e nacional, em um cenário de disputas narrativas sobre o passado, de embates entre memórias e produção historiográfica e de revisionismo narrativo e conceitual, além de negacionismo no campo da História. Para tanto, põe-se em perspectiva o percurso das centenas de esqueletos retirados da Vala de Perus desde sua abertura até os dias atuais, considerando as instituições governamentais, acadêmicas e jurídicas que influenciaram esses caminhos, impuseram percalços, perpetraram violações e garantiram conquistas individuais e coletivas. Por fim, propõe-se uma reflexão sobre a possibilidade de atuação da universidade em outros contextos de violência de Estado.

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Publicado
2020-03-09
Como Citar
Oliveira Calazans, M., Feitoza de Oliveira, A., Silva de Albuquerque, J. P., & Almeida dos Santos, J. (2020). A Vala de Perus e as universidades públicas na trajetória por memória, verdade e justiça. Revista Hydra: Revista Discente De História Da UNIFESP, 4(7), 8-49. https://doi.org/10.34024/hydra.2019.v4.9927