APONTAMENTOS PARA UMA HISTÓRIA DO TEMPO NO BRASIL

(APRESENTAÇÃO DO DOSSIÊ)

  • João Paulo Pimenta USP
Palavras-chave: apresentação

Resumo

x

Referências

ABREU, Martha. (1999). O império do Divino. Festas religiosas e cultura popular no Rio de Janeiro, 1830-1900. Rio de Janeiro: Nova Fronteira/FAPESP.

ACHA, Omar. Freud y el problema de la historia. Buenos Aires: Prometeo, 2007.ALCIDES, Sérgio. Expectativa e metamorfose: saudades da Idade de Ouro na América portuguesa. In: JANCSÓ, István & KANTOR, Íris (orgs.) – Festa: cultura e sociabilidade na América portuguesa. São Paulo: Hucitec/Edusp/Fapesp, 2001, v.2., p.775-798.

ALGRANTI, Leila Mezan - “Dias Gordos” e “Dias Magros”: calendário religioso e práticas alimentares católicas em São Paulo e no Rio de Janeiro (séculos XVIII e XIX).

FEITLER, Bruno & SOUZA, Evergton Sales (orgs.) – A igreja no Brasil: normas e práticas durante a vigência das Constituições primeiras do Arcebispado da Bahia. São Paulo: Editora UNIFESP, 2011, p.269-288.

ALONSO, José Luis Ruiz-Peinado; CHAMBOULEYRON, Rafael (org.). T(r)ópicos de história: gente, espaço e tempo na Amazônia: (séculos XVII a XXI). Belém-Pará: Açaí.

ARANTES, Paulo Eduardo. O novo tempo do mundo. São Paulo: Boitempo, 2014.

ARAUJO, Valdei Lopes de. A experiência do tempo: conceitos e narrativas na formação nacional brasileira (1813-1845). São Paulo, Hucitec, 2008.

ARENDT, Hannah. Da Revolução. São Paulo, Ática: 1990.

ARIÈS, Philipe. O homem diante da morte. São Paulo: EDUNESP, 2014.

ARNAU, Juan. Cosmologías de India: védica, sãmkhya y budista. México: FCE, 2012.

AUMONT, Jacques. O olho variável, ou a mobilização do olhar. O olho interminável: cinema e pintura. São Paulo: Cosac & Naif, 2004, p.47-77.

AVENI, Anthony. The Book of the Year: A Brief History of Seasonal Holidays. New York: Oxford University Press, 2003.

AZEVEDO, André Nunes de. As noções de progresso do Império à República: transformações recônditas em uma mesma terminologia. Outros Tempos, v.13, n.22, 2016.

BEZERRA NETO, José Maia (2008). De Porto de Moz a Ponte Seca. Gente, Espaço e Tempo no Xingu Oitocentista. In: SOUZA, César Martins de & CARDOZO, Alírio (org.). Histórias do Xingu. Fronteiras, Espaços e Territorialidades (Sécs. XVII-XXI). Belém: Editora da Universidade Federal do Pará, p. 97-120.

BISMARCK, Beatrice von/FRANK, Rike/MEYER-KRAHMER, Benjamin /SCHAFAFF, Jörn/WESKI, Thomas (eds.). Timing. On the Temporal Dimension of Exhibiting. Berlin: Sternberg Press, 2014.

BOSCOV, Sarah Tortora. Vivências e experiências do tempo: a capitania de São Paulo, c.1750-c.1808. São Paulo: FFLCH-USP, 2018 (mestrado).

BOSISIO, Izabella Pessanha Daltro. A religião no calendário oficial: um mapeamento da legislação sobre feriados no Brasil. Rio de Janeiro: UFRJ, 2014 (mestrado em antropologia).

BRAGA, Maria de Fátima Almeida Braga. (2011). Livros, folhetos, jornais, calendários e folhinhas, tudo à venda na botica de Padre Tezinho: práticas sociais e práticas de leituras nos anúncios dos jornais do século XIX (1821-1831). Doutorado. Rio de Janeiro: UERJ.

BRAUDEL, Fernand. História e ciências sociais: a longa duração. Escritos sobre a história. São Paulo: Perspectiva, 1976, p.41-78.

BRAUDEL, Fernand – Civilização material, economia e capitalismo séculos XV-XVIII. Lisboa, Teorema, s.d., 3 v.

CABANTOUS, Alain. Histoire de la nuit, XVIIe.-XVIIIe. Siècle. Paris: Fayard, 2009.

CAMPOS, Adalgisa Arantes. Notas sobre os rituais de morte na sociedade escravista. Varia Historia v.4, n.6, 1988.

CAPONERO, Maria Cristina (2014). Festas paulistanas em perspectiva histórica de longa duração: produção e apropriação social do espaço urbano. Permanências e rupturas (1711-1935). São Paulo: FAU-USP (tese).

CARBONELL, Charles-Olivier. Historiografia. Lisboa: Teorema, 1987.CHAMON, Carla Simone. (2002). Festejos imperiais. Festas cívicas em Minas Gerais (1815-1845). Bragança Paulista: Edusf.

CHAUNU, Pierre. L’axe du temps. Paris: Julliard, 1994.

CHERMAN, Alexandre & VIEIRA, Fernando. O tempo que o tempo tem: por que o ano tem 12 meses e outras curiosidades sobre o calendário. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2008.

CIPOLLA, Carlo. Las máquinas del tempo. México: FCE, 1998.

CLAEYS, Gregory. Utopia: a história de uma ideia. São Paulo: Edições SESCSP, 2013.

COE, Agostinho Júnior Holanda. (2005). “Nós, os ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos”: o século XIX e as atitudes diante da morte e dos mortos.. Outros Tempos, v. 1, p. 97-111.

CAMARGO, Patrícia de Freitas. Discurso e decurso: tempo e retórica no Livro Anteprimeiro da História do Futuro, do Padre Antônio Vieira. São Paulo: FFLCH/USP, 2015 (doutorado).

CONSTANTINO, Núncia Santoro de (1994). A conquista do tempo noturno: Porto Alegre moderna. Estudos Ibero Americanos. PUCRS, v. XX, n.2, dez., p. 65-84.

COSTA, Suely Gomes (1996). Metáforas do tempo e do espaço doméstico (Rio de Janeiro: século XIX). Niteroi: UFF (tese).

COSTA, Wilma Peres. (2010). “Entre tempos e mundos: Chateaubriand e a outra América.”. Almanack Braziliense (RAB), São Paulo, n. 11, mai.

DAMIÁN, Araceli. El tempo, la dimensión olvidada en elos estudios de pobreza y bienestar. México: El Colegio de México, 2014.

DIDI-HUBERMAN, Georges. Ante el tiempo. Historia del arte y anacronismo de las imágenes, Buenos Aires, Adriana Hidalgo, 2008.

DONATO, Hernâni. História do calendário. São Paulo, Melhoramentos, 1976.

DUARTE, Regina Horta. Noites circenses – espetáculos de circo e teatro em Minas Gerais no século XIX. Campinas: Unicamp, 1995.

ELIADE, Mircea. O sagrado e o profano: a essência das religiões. São Paulo: Martins Fontes, 1992.

ELIAS, Norbert. Sobre el tiempo. 2ª.ed. México: FCE, 2000.

FANNI, Rafael. Temporalização dos discursos políticos no processo de independência do Brasil (1820-1822). São Paulo: FFLCH-USP, 2015 (mestrado).

FARIA, Sheila de Castro. Viver e morrer no Brasil colônia. São Paulo, Moderna, 1999.

FERES JR, João (org.) – Léxico da história dos conceitos políticos no Brasil. Belo Horizonte, Editora UFMG, 2009.

FERNÁNDEZ SEBASTIÁN, Javier (dir.). Diccionaario político y social del mundo iberoamericano (Iberconceptos 1). Madrid: Fundación Carolina/Centro de Estudios Políticos y Constitucionales, 2009.

FERNÁNDEZ SEBASTIÁN, Javier (ed.) - Politics concepts and Time. Santander: Cantabria University Press/McGraw Hill, 2011.

FERNÁNDEZ SEBASTIÁN, Javier. “Cabalgando el corcel del diablo”. Conceptos políticos y aceleración histórica en la era de las revoluciones hispánicas. Lenguaje, tiempo y modernidad. Ensayos de historia conceptual, Santiago de Chile: Globo Editores, 2011, pp. 21-59.

FINLEY, Moses I. Mito, memória e história. Usos e abusos da história. São Paulo: Martins Fontes, 1989, p.3-27.

FONTANA, Josep. História: análise do passado e projeto social. Bauru, Edusc, 1998.

GAVILÁN, Enrique. Otra historia del tiempo: la música y la redención del pasado. Madrid: AKAL, 2008.

GLEISER, Marcelo. O fim da Terra e do Céu: o Apocalipse na ciência e na religião. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.GODELIER, Maurice (org.). Sobre a morte: invariantes culturais e práticas sociais. São Paulo : SESC, 2017.

GÓIS, Marcos Paulo Ferreira. “Na calada da noite”: Modernidade e conservadorismo na vida noturna carioca (1760 - 1950). Espaço Aberto, PPGG-UFRJ, v. 5, n.2, p. 45-60, 2015.

GRUART, Agnès; DELGADO, José María; ESCOBAR, Carolina; AGUILAR ROBLERO, Raúl. Los relojes que gobiernan la vida. México: FCE, 2002.

HALÉVY, Daniel. Essai sur l’accéleration de l’histoire. Paris: Fayard, 1961.

HANSEN, João Adolfo. Vieira: tempo, alegoria e história. Brotéria Lisboa v.145, n.4/5. Lisboa, out./nov.1997, p.541-556.

HANSEN, João Adolfo. Para uma história dos conceitos das letras coloniais luso-brasileiras dos séculos XVI, XVII e XVIII. FERES JR., João & JASMIN, Marcelo (org.). História dos conceitos: diálogos transatlânticos. Rio de Janeiro: Editora PUC-Rio/Loyola, p.253-266.

HARVEY, David. Condição pós-moderna. São Paulo : Loyola, 1992.

HAWKING, Stephen. Proteção cronológica : um mundo mais seguro para os historiadores. HAWKING, Stephen (et.all.). O futuro do espaço-tempo. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p.88-111.

HERMANN, Jaqueline. No reino do desejado. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

HOLFORD-STREVENS, Leofranc. The History of Time: a Very Short Introduction. Oxford: Oxford University Press, 2005.

HUBERT, Henri. Estudo sumário da representação do tempo na religião e na magia. São Paulo: EDUSP, 1016 (1905).

JANCSÓ, I. & KANTOR, I. (orgs.) - Festa: cultura e sociabilidade na América portuguesa. São Paulo, Imprensa Oficial/Hucitec/Edusp /Fapesp, 2001, 2 v.

KANTOR, Iris. Esquecidos e renascidos: historiografia acadêmica luso-americana (1724-1759). São Paulo, Hucitec, 2004.

KEHL, Maria Rita. O tempo e o cão: a atualidade das depressões. São Paulo: Boitempo2009.

KOSELLECK, Reinhart. Los estratos del tiempo: estudios sobre la historia. Barcelona, Paidós, 2001.

KOSELLECK, Reinhart. Futuro pasado: para una semántica de los tiempos históricos. Barcelona, Paidós, 1993.

KOSELLECK, Reinhart. Existe una aceleración de la historia? BERIAIN, J. & AGUILUZ, M. (eds.). Las contradicciones culturales de la modernidade. Barcelona: Anthropos, 2007, p.319-345.

KOSLOFSKY, Craig. Evening’s Empire: a History of the Night in Early Modern Europe. Cambridge: Cambridge University Press, 2011.

LANDES, David S. Revolución en el tiempo: el reloj y la formación del mundo moderno. Barcelona: Crítica, 2007.

LEAL, Elisabete da Costa. O calendário republicano e a festa cívica do descobrimento do Brasil em 1890 : versões de história e militância positivista. História, v.25, n.2, 2006.

LE GOFF, Jacques. Para um novo conceito de Idade Média: tempo, trabalho e cultura no Ocidente. Lisboa : Estampa, 1979.

LE GOFF, Jacques. História e Memória. 7a. ed. rev. Campinas : Editora UNICAMP, 2013.

LEMES, Fernando Lobo Os tempos da história: ritmo, temporalidade e projetos coloniais nas minas de Goiás. Dimensões - Revista de História da UFES, v. 28, 2012, p. 247-269.

LEVINAS, Marcelo Leonardo - La Naturaleza del tiempo. Usos y Representaciones del Tiempo en la Historia. Buenos Aires: Editorial Biblos, 2008.

LIMA, Luís Filipe S.. O império dos sonhos: narrativas proféticas, sebastianismo e messianismo bragantino. São Paulo: Alameda, 2010.LOPEZ, Emilio Carlos Rodriguez (2004). Festas públicas, memória e representação: um estudo sobre manifestações políticas na Corte do Rio de Janeiro, 1808-1822. São Paulo: Humanitas.

LOWENTHAL, David. The Past is a Foreign Country. Cambridge: Cambridge University Press, 1985.

LUZ, Sabina Ferreira Alexandre (2014). O ESTABELECIMENTO DA HORA LEGAL BRASILEIRA: O BRASIL ADOTA O MERIDIANO DE GREENWICH. NITERÓI: UFF (MESTRADO).

MACIEL, Laura Antunes. Cultura e tecnologia: a constituição do serviço telegráfico no Brasil. Revista Brasileira de História, v.21, n.41, 2001.

MAIA, Tatyana de Amaral. Entre a memória histórica e a prática cívica: os calendários culturais do MEC (1969-1974). Saeculum, n.23, jul/dez, 2010.

MAÍLLO SALGADO, Felipe. De historiografia árabe. Madrid: Abada, 2008.

MARTINS, William de Souza (1996). De arraial a corte: festas e civilizações na cidade do Rio de Janeiro, 1828-1860. Niteroi: UFF (dissertação).

MELAMED, Yitzhak Y. (ed.). Eternity: a history. New York: Oxford University Press, 2016.

MENESES, Ulpíano Bezerra de. A história, cativa da memória? Para um mapeamento da memória no campo das Ciências Sociais. Revista IEB, 34, 1992, p.9-24.

MEYERHOFF, Hans. O tempo na literatura. São Paulo: McGraw-Hill, 1976.

MOMIGLIANO, Arnaldo. As raízes clássicas da historiografia moderna. Bauru: EDUSC, 2004.

MUMFORD, Lewis. História das utopias. Lisboa: Antígona, 2007.

NASCIMENTO, Mara Regina do. Irmandades religiosas na cidade: entre a ruptura e a continuidade na transferência cemeterial em Porto Alegre, no século XIX. Estudos Iberoamericanos, v.30, n.1, 2004, p.85-103.

NEPOMUCENO, Nirlene. Celebrações negras do ciclo natalino: teias da diáspora em áreas culturais do Brasil e do Caribe. São Paulo: PUC-SP/Programa de Estudos Pósgraduados em História, 2011 (tese).

NEUMANN, Eduardo. Os Guarani e a razão gráfica: cultura escrita, memória e identidade indígena nas reduções.

KERN, Arno; SANTOS, Maria Cristina dos; GOLIM, Tau (org.). História Geral do Rio Grande do Sul. Passo Fundo: Méritos, 2009, v. 5, p. 229-270.

NEVES, Lúcia Maria B. Pereira das. Revolução: em busca de um conceito no império lusobrasileiro (1789-1822).

FERES JR., João & JASMIN, Marcelo (orgs.) - História dos Conceitos: diálogos transatlânticos. Rio de Janeiro: EDPUC-RJ/Loyola/IUPERJ, 2007.

NOTHAFT, C. P. E. Dating the Passion. The Life of Jesus and the Emergence of Scientific Chronology (200-1600). Leiden: Brill, 2011.

OLICK, Jeffrey K./VINITZKY-SEROUSSI, Vered/LEVY, Daniel (eds.). The Collective Memory Reader. New York: Oxford University Press, 2011.

PALTI, Elias José. Aporías: tiempo, modernidad, historia, sujeto, nación, ley. Buenos Aires, Alianza, 2001.

PARK, Margareth Brandini, Histórias e leituras de almanaques no Brasil. Introd. de R. Chartier, Campinas, Mercado de letras, 1999.

PEREIRA, Luísa Rauter. “Substituir a revolução dos homens pela revolução do tempo”. Uma história do conceito de povo no Brasil: revolução e historicização da linguagem política (1750-1870). Rio de Janeiro: UERJ/IESP, 2011.

PEREIRA, Márcia Leila de Castro. “Rios de História”: Guerra, Tempo e Espaço entre os Mura do Baixo Madeira (AM). Tese de Doutorado (Antropologia Social). Brasília: UnB, 2009.

PITREZ, Maria C. M. M.. O Feriado de São Jorge e o Dia do Evangélico. Disputas politicas e religiosas em torno dos calendários cívicos do Rio de Janeiro. Debates do NER, v. 21, p. 151-180, 2012.POCOCK, J. A. Tiempo, instituciones y acción: un ensayo sobre las tradiciones y su comprensión. Pensamiento político y historia. Madrid: Akal, 2009, p.199-228.

POMIAN, Krzysztof. L’ordre du temps. Paris: Gallimard, 1984.

PRIORE, Mary del. Festas e utopias no Brasil colonial. São Paulo, Brasiliense, 1994.

REIS, João José. A morte é uma festa: ritos fúnebres e revolta popular no Brasil do século XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.

REIS, José Carlos. Nouvelle histoire e tempo histórico: a contribuição de Febvre, Bloch e Braudel. São Paulo, Ática, 1994.

RICOEUR, Paul. A memória, a história, o esquecimento. Campinas, Editora UNICAMP, 2007.

RODRIGUES, Cláudia. A arte de bem morrer no Rio de Janeiro Setecentista. Varia História, v. 24, 2008, p. 255-272.

ROMEIRO, Adriana. Um visionário na corte de D.João V: revolta e milenarismo nas Minas Gerais. Belo Horizonte, Edufmg, 2001.

ROSENBERG, Daniel & GRAFTON, Anthony. Cartographies of Time. Princeton: Princeton Architectural Press, 2010.

ROSSI, Paolo. O passado, a memória, o esquecimento: seis ensaios da história das ideias. São Paulo: Editora Unesp, 2010.

SANTOS, Cristiane Camacho dos. Escrevendo a história do futuro: a leitura do passado no processo de independência do Brasil. São Paulo: Alameda, 2017.

SANTOS, Eduardo Natalino dos. Tempo, espaço e passado na Mesoamérica : o calendário, a cosmografia e a cosmogonia nos códices e textos nahuas. São Paulo: Alameda, 2009.

SCHMITT, Juliana. O imaginário macabro : Idade Média – Romantismo. São Paulo: Alameda, 2017.

STERN, Sacha. Calendars in Antiquity: Empires, States & Societies. Oxford: Oxford University Press, 2012.

THOMPSON, Edward P. Costumes em comum. São Paulo, Companhia das Letras, 1998.

TOMICH, Dale. A ordem do tempo histórico: a long-durée e a Micro-História. Almanack n.02, nov/2011.

TORRES, Luiz Henrique. A natureza da temporalidade na experiência civilizatória missioneira. Saeculum, n.4-5, 1998-1999.

VAILATI, Luiz. A morte menina: infância e morte infantil no brasil dos oitocentos (Rio de Janeiro e São Paulo). São Paulo: Alameda, 2010.

VELLOSO, Gustavo. Ociosos e sedicionários: populações indígenas ee os tempos do trabalho nos Campos de Piratininga (século XVII). São Paulo: Intermeios, 2018.

VOVELLE, Michel. Ideologias e mentalidades. 2a.ed. São Paulo: Brasiliense, 199.

WITHROW, G. J. O tempo na história: concepções do tempo da pré-história aos nossos dias. Rio de Janeiro, Zahar, 1993.

ZERMEÑO PADILLA, Guillermo. La cultura moderna de la historia. Una aproximación teórica e historiográfica. México, El Colegio de México, 2002.

Publicado
2019-03-25
Como Citar
Pimenta, J. P. (2019). APONTAMENTOS PARA UMA HISTÓRIA DO TEMPO NO BRASIL. Revista Hydra: Revista Discente De História Da UNIFESP, 2(4), x. https://doi.org/10.34024/hydra.2018.v2.9087
Seção
Apresentação