O QUE HÁ DE "CRÍTICO" NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL? UM MAPEAMENTO EPISTEMOLÓGICO DA PRODUÇÃO ACADÊMICA E SUAS IMPLICAÇÕES PARA OS CENTROS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL (2004 – 2024)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.34024/revbea.2026.v21.22457

Palavras-chave:

Educação Ambiental Crítica, Centros de Educação Ambiental (CEAs), Estado da Arte

Resumo

Este artigo apresenta um estado da arte da Educação Ambiental Crítica (EAC) e dos Centros de Educação Ambiental (CEAs) no Brasil, mapeando a produção acadêmica na CAPES (2004–2024). O estudo revela que, apesar da consolidação teórica da EAC, sua práxis nos CEAs ainda enfrenta desafios, oscilando entre o reducionismo técnico e o potencial emancipatório. A pesquisa aponta a urgência de superar a linguagem de recursos por bens naturais, tensionando lacunas como o racismo ambiental e a descontinuidade das políticas públicas. Conclui-se que a eficácia desses espaços depende de seu papel como territórios de conscientização e diálogo.

Biografia do Autor

  • Mariangela Jocelita Frigo de Campos, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

    Doutoranda em Formação Científica, Educacional e Tecnológica pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), desenvolvendo pesquisa com ênfase em Educação Ambiental Crítica (EAC). Possui Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e graduação com licenciatura em Pedagogia e em História. É especialista em Supervisão e Orientação Escolar, em Educação Digital e em Mídias Integradas na Educação.

  • Marcelo Lambach, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

    Possui doutorado e mestrado em Educação Científica e Tecnológica pela Universidade Federal de Santa Catarina (PPGECT-UFSC). Estágio de Pós-Doutorado na Universidade Nacional de Misiones - Argentina. Tem especialização em TIC na Educação (PUC-RJ), especialização em Educação de Jovens e Adultos (UFPR), graduação em Química Licenciatura (UFPR) e graduação em Química Industrial (PUC-PR). Atualmente é docente na Universidade Tecnológica Federal do Paraná campus Curitiba (UTFPR) e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Formação Científica, Educacional e Tecnológica (PPGFCET). Editor Gerente da Revista ACTIO: Docência em Ciências desde 2016. Líder do Grupo de Pesquisa em Educação Química, Ciências e Tecnologia. Coordenador do Curso de Licenciatura em Química da UTFPR Curitiba. Coordenador do Subprojeto do PIBID em Química Licenciatura. Foi Conselheiro Titular do Conselho de Graduação e Educação Profissional (COGEP) da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR. Foi Presidente da Câmara Técnica de Licenciaturas da UTFPR. Coordenou o PPGFCET de 2016 a 2018.Tem experiência na área de Química no Ensino Superior, Médio e Ciências do Ensino Fundamental, atuando principalmente nos seguintes temas: formação inicial e permanente de professores, educação científica, ensino na perspectiva de Paulo Freire, educação de jovens e adultos (EJA), epistemologia, história e filosofia da ciência (HFC), ensino de ciências e química com ênfase nas relações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS).

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Publicado

17-07-2026

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

CAMPOS, Mariangela; LAMBACH, Marcelo. O QUE HÁ DE "CRÍTICO" NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL? UM MAPEAMENTO EPISTEMOLÓGICO DA PRODUÇÃO ACADÊMICA E SUAS IMPLICAÇÕES PARA OS CENTROS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL (2004 – 2024). Revista Brasileira de Educação Ambiental (RevBEA), [S. l.], v. 21, n. 3, p. 1–20, 2026. DOI: 10.34024/revbea.2026.v21.22457. Disponível em: https://periodicos.unifesp.br/revbea/article/view/22457. Acesso em: 20 set. 2026.