A ESCOLA DA FLORESTA: PEDAGOGIA SINTRÓPICA, DECOLONIALIDADE E LETRAMENTO ECOLÓGICO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.34024/revbea.2026.v21.21800

Palavras-chave:

pedagogia sintrópica; educação decolonial; letramento ecológico.

Resumo

O artigo propõe o conceito de pedagogia sintrópica como horizonte teórico para enfrentar o iletramento ecológico contemporâneo, articulando educação decolonial, eco-comunicação e agricultura sintrópica. Parte do diagnóstico de que o plantationoceno instituiu um regime semântico baseado na monocultura da mente, no antropocentrismo e na subordinação dos ecossistemas à lógica do agronegócio. Em diálogo com Edgar Morin, Ernst Götsch e Paulo Freire, argumenta que os agroecossistemas sintrópicos constituem espaços formativos capazes de restaurar a comunicação ecológica, promover o letramento ecológico e valorizar epistemologias indígenas, fortalecendo relações de reciprocidade, autonomia e regeneração do mundo vivo.

Biografia do Autor

  • Marcelo Moreira Santos, Universidade Presbiteriana Mackenzie

    Possui graduação em Comunicação Social - Rádio e TV pela Universidade Católica Dom Bosco, Especialista em Comunicação Audiovisual pela PUC-PR, Mestre e Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Pós-Doutor pela Universidade do Algarve/Portugal em Comunicação, Arte e Cultura, atuando principalmente nos seguintes temas: Poética do Cinema, Ecossistemas Transmidiáticos, Eco-Comunicação em Sistemas Agroflorestais e Comunicação Decolonial. 

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Publicado

17-07-2026

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

MOREIRA SANTOS, Marcelo. A ESCOLA DA FLORESTA: PEDAGOGIA SINTRÓPICA, DECOLONIALIDADE E LETRAMENTO ECOLÓGICO. Revista Brasileira de Educação Ambiental (RevBEA), [S. l.], v. 21, n. 3, p. 236–248, 2026. DOI: 10.34024/revbea.2026.v21.21800. Disponível em: https://periodicos.unifesp.br/revbea/article/view/21800. Acesso em: 20 set. 2026.