Doença de Parkinson e reabilitação vestibular

Relato de caso

  • Isabela Silva Botelho UNEB
  • Lízia Laiz Costa Dias Lopes UNEB
  • Maria da Glória Canto de Sousa UNEB

Resumo

Introdução. Estudos realizados obtiveram achados que evidenciam uma grande incidência de respostas vestibulares na população portadora da doença de Parkinson (DP) e que, portanto, a reabilitação vestibular (RV) pode trazer benefícios para esses pacientes, melhorando a sintomatologia e o prognóstico clínico. Objetivo. Demonstrar os efeitos de um programa de RV em um paciente portador de doença de Parkinson. Método. Trata-se de um estudo de caso. O paciente submeteu-se a um programa de RV a fim de obter a diminuição ou remissão do sintoma tontura. Foi utilizado o Dizziness Handicap Inventory (DHI) para comparação dos resultados pré e pós-programa. Resultados. As subescalas física, emocional e funcional do DHI obtiveram os seguintes escores pré-programa: subescalas física 12 pontos, funcional 4 pontos e emocional 8 pontos, totalizando 24 pontos e pós-programa, escore de zero ponto nas três subescalas no retorno do período das férias. Conclusão. De acordo com o estudo foi possível constatar que o programa de reabilitação vestibular, ora proposto, trouxe benefícios para o paciente que evoluiu sem queixas de tontura e com redução importante dos escores em relação ao escore total geral no início do programa.

Publicado
2019-11-07
Como Citar
Botelho, I. S., Lopes, L. L. C. D., & Sousa, M. da G. C. de. (2019). Doença de Parkinson e reabilitação vestibular. Revista Neurociências, 24, 1-12. Recuperado de https://periodicos.unifesp.br/index.php/neurociencias/article/view/9960
Seção
Relato de Caso