Avaliação da Usabilidade de Três Acionadores Computacionais

  • Letícia Simões Ferreira Unifesp
  • Leslie Andrews Portes Unifesp
  • Vagner Rogério Santos Unifesp
  • Acary Souza Bulle Oliveira Unifesp
  • Francis Meire Fávero Unifesp
Palavras-chave: equipamento de autoajuda, tecnologia de informação, tecnologia educacional

Resumo

Introdução. A Usabilidade é definida como a facilidade de uso de algo, levando-se em conta a ergonomia, o esforço mental e as atitudes do usuário frente à tecnologia. Na avaliação de Usabilidade devem ser analisadas a eficiência, eficácia e satisfação do usuário na interação com a tecnologia. Uma Tecnologia Assistiva envolve os recursos que ampliam habilidades funcionais em Pessoas com Deficiência como acionadores computacionais. Objetivo. Avaliar a Usabilidade de três acionadores computacionais com a Escala de Avaliação de Tecnologia Assistiva de Comunicação Aumentativa. Método. Dez portadores de Doença do Neurônio Motor participaram de um teste de Usabilidade com os três acionadores, onde tinham que receber, instalar, programar e realizar uma tarefa proposta, e ao final, responderam a Escala. Resultados. Os três acionadores se apresentaram igualmente como “regulares” na classificação de Usabilidade segundo a Escala, sem diferença estatisticamente significante (p=0,94). O principal aspecto a ser melhorado, segundo os resultados apontados na Escala, é o da embalagem dos acionadores. Conclusão. Dentre os três acionadores, não se evidenciou um que fosse melhor do que o outro em termos de Usabilidade, sendo necessários ajustes para aperfeiçoar a Usabilidade em todos.

Métricas

Carregando métricas...

Referências

1.Nielsen J, Loranger H. Usabilidade na web, projetando websites com qualidade. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 432p.
2.Costa EM, Marques ÉV. Usabilidade: um estudo da percepção de qualidade no comércio eletrônico brasileiro. XXXV Encontro da ANPAD, 2011, p17.
3.Dias C. Usabilidade na web: criando portais mais acessíveis. Rio de Janeiro: AltaBooks, 2007, 296p.
4.Cybis W, Holtz A, Faust R. Ergonomia e usabilidade. Conhecimentos, métodos e aplicações. 3ª. edição, São Paulo: Novatec, 2017, 48p.
5.Goldberg JH, Wichansky AM. Eye Tracking in usability evaluation. A practitioner’s guide. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003;493-516.
6.Bersch R, Tonolli JC. Introdução ao conceito de tecnologia assistiva e modelos de abordagem da deficiência. Porto Alegre: Centro Especializado em Desenvolvimento Infantil, 2006.
7.Bersch R. Tecnologia assistiva. Porto Alegre: CORDE, 2013, p140.
8.Ramos AR. “Penso”: facilitar a comunicação digital a deficientes físicos (endereço na internet). Portugal: Jornal de Referência (acessado em: 2017). Disponivel em: https://jornalreferencia.wordpress.com/2017/06/29/penso-facilitar-a-comunicacao-digital-a-deficientes-fisicos/
9.Assistiva GT. O que o a-blinX faz? (endereço na Internet). Belo Horiaonte: TIX (acessado em: 2018). Disponivel em: http://tix.geraestec.com.br/a-blinx/
10.GERAES. Manual de instruções do TIX (endereço na internet). Belo Horizonte: TIX (acessado em: 2018). Dsiponível em: http://tix.geraestec.com.br/.
11.Likert R. A technique for the measurement of attitudes. Arch Psychol 1932;22:1–55.
12.Folstein MF, Folstein SE, McHugh PR. Mini-mental state: a practical method for grading the cognitive state of patients for the clinician. J Psychiatr Res 1975;12:189-98. http://dx.doi.org/10.1016/0022-3956(75)90026-6
13.Borges VF, Mendes EG. Usabilidade de aplicativos de tecnologia assistiva por pessoas com baixa visão. Rev Bras Ed Esp 2018;24:483-500. http://dx.doi.org/10.1590/s1413-65382418000500002
14.Cabral AKPS, Sanguinetti DCM, Amaral DS, Marcelino JFQ, Martins LB, Costa JAP. Usabilidade de produtos de tecnologia assistiva para atividades de vida diária de pessoas com Doença de Parkinson. Ergodesign HCI 2017;5:104-15.
http://dx.doi.org/10.22570/ergodesignhci.v5iEspecial.363
15.Jordan PW. An Introduction to Usability. CRC Press (Taylos & Francis Group), 1998, 136p.
16.Domiciano CLC, Henriques F, Ferrari DV, Crenitte PAP. Design para Pessoas: o caráter social do design gráfico por meio de experiências em pesquisa e projetos. In: Andrade ABP, Medola FO, Paschoarelli LC, Landim PC, Domiciano CLC, Henriques F, et al. Ensaios em Design. Ações inovadoras. Bauru: Editora Canal 6, 2016, p.238-65.
17.Presidência da República. Casa Civil. LEI Nº 8.078, DE 11 DE SETEMBRO DE 1990. Código de Defesa do Consumidor (endereço na internet). Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8078.htm
18.Área SST - Saúde e Segurança do Trabalho. NR12 - Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos (endereço na internet). Brasil: Ministério do Trabalho (publicada em 1978. acessada em 2015). Disponível em: https://areasst.com/nr-12-seguranca-no-trabalho-em-maquinas-e-equipamentos/
19.Ahren D, Clouse A, Turner R. A Practical Introduction to Integrated Process Improvement. Boston: Addison-Wesley Pro, 2008, 288p.
Publicado
2018-10-09
Como Citar
Simões Ferreira, L., Andrews Portes, L., Santos, V. R., Souza Bulle Oliveira, A., & Fávero, F. M. (2018). Avaliação da Usabilidade de Três Acionadores Computacionais . Revista Neurociências, 26, 1-13. https://doi.org/10.34024/rnc.2018.v26.9858
Seção
Artigos Originais

##plugins.generic.recommendByAuthor.heading##