Depressão, dor e local

uma avaliação clínica comparativa em bruxômanos leves, moderados, severos e extremos

Autores

  • Molina Omar Franklin Master of Sciences, Diplomate in Occlusion - TMD American Equilibration Society, USA, Post Doctoral Orofacial Pain, Harvard University. Ex Resident Massachusetts General Hospital, Center for the Study of Craniomaxilofacial Disorders USA, Associate Professor/Researcher, Occlusion, Structure and Function UNIRG Gurupi-TO
  • Tavares Gimenes Pablo Specialist, Master of Sciences and Doctor in Oral Pathology, Assistant Professor in Oral Pathology UNIRG Faculty of Dentistry, Gurupi-Tocantins. Member Craniomaxillofacial Pathology Group.
  • Aquilino Raphael Specialist and Master of Sciences in Oral Radiology UNICAMP, Graduate student at the doctoral level, UNICAMP. Professor of Dental Radiology, UNIRG-TO
  • Rank Rise Master of Sciences in Pedodontics SLMU-SP, Assistant professor of Pedodontics, UNIRG-TO
  • Zeila Santos Coelho .Graduate Program in Orthodontics, Professor of Orthodontics UNIRG-TO
  • Wilson Ed César Master of Sciences, Professor of Operative Dentistry, UNIRG-TO
  • Elias Jamil Dib Specialist in Oral Surgery, Master of Sciences in Public Health, Adjunct Professor UNIRG Gurupi-TO.

DOI:

https://doi.org/10.34024/rnc.2007.v15.8703

Palavras-chave:

Transtornos da Articulação Temporomandibular, Bruxismo, Depressão

Resumo

Objetivo: Avaliar o nível de depressão, severidade da dor e dor em locais únicos e múltiplos em pacientes com diversos graus de bruxismo e Distúrbios Temporomandibulares (DTMs). Método: Nós avaliamos 131 pacientes com bruxismo e DTMs: 20 pacientes com bruxismo leve, 42 com bruxismo moderado, 45 com bruxismo severo e 24 com bruxismo extremo. Nos usamos o Questionário de Depressão de Beck, exame clínico, um questionário para dados epidemiológicos, critérios para Distúrbios Temporomandibulares e bruxismo, palpação dos músculos e articulações, a escala análoga visual para avaliar dor, classificação da oclusão e testes biomecânicos para avaliar distúrbios internos articulares. Resultados: O nível de depressão aumentou do grupo leve para o moderado, severo e extremo de pacientes com bruxismo, mas a diferença foi significante somente do grupo leve para o extremo (p

<0.001). O nível de dor aumentou dos grupos leve e moderado para o severo e extremo, mas a diferença não foi significante. O número médio de locais com dor aumentou do grupo leve para os grupos moderado, severo e extremo e a diferença foi estatística e extremamente significante (p><0.0001). Conclusão: Os níveis de depressão, severidade da dor e locais com dor aumentaram com a severidade do bruxismo. Um número maior de locais com dor foi observado a medida que aumentou a severidade do bruxismo. Isto pode indicar somatização nesses pacientes, mas um estudo adicional usando o mesmo protocolo e um teste psicológico para somatização seria indicado para substanciar adicionalmente estes achados.>

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Referências

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Publicado

2007-03-31

Como Citar

Franklin, M. O., Pablo, T. G., Raphael, A., Rise, R., Coelho, Z. S., César, W. E., & Dib, E. J. (2007). Depressão, dor e local: uma avaliação clínica comparativa em bruxômanos leves, moderados, severos e extremos. Revista Neurociências, 15(1), 10–17. https://doi.org/10.34024/rnc.2007.v15.8703

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