Avaliação de diferentes pacientes neurológicos por meio do Teste de Functional Reach

Autores

  • Camila Torriani Fisioterapeuta, Docente e supervisora de estágio do setor Neurologia Adulto – Uni FMU.
  • Eliane Pires de Oliveira Mota Fisioterapeuta, Docente e supervisora de estágio do setor Neurologia Adulto – Uni FMU
  • Claudia Regina Sieburth Acadêmicos do 4º ano de fisioterapia do Uni FMU
  • Danielle Arcanjo Barcelos Acadêmicos do 4º ano de fisioterapia do Uni FMU.
  • Maurycio La Scala Acadêmicos do 4º ano de fisioterapia do Uni FMU.
  • Paloma Pereira Gregoraci Acadêmicos do 4º ano de fisioterapia do Uni FMU.
  • Théo A. Costa Acadêmicos do 4º ano de fisioterapia do Uni FMU.
  • Thatiana C. Baldini Luiz Acadêmicos do 4º ano de fisioterapia do Uni FMU.
  • Juliana L. Hayashi Acadêmicos do 4º ano de fisioterapia do Uni FMU

DOI:

https://doi.org/10.34024/rnc.2007.v15.8686

Palavras-chave:

Equilíbrio Musculosquelético, Estudos de Avaliação, Fisioterapia, Reabilitação

Resumo

Introdução. O Functional Reach (FR) é um teste clínico muito conhe­cido não só para mensurar o equilíbrio, mas também o controle postural. Este mensura a distância entre o comprimento do braço e o alcance máximo anterior, na posição ortostática, enquanto man­tém uma base de suporte fixa. Objetivo. O objetivo do trabalho foi avaliar o limite de estabilidade anterior de diferentes pacientes neu­rológicos comparando-os com valores de normalidade. Método. Os 25 pacientes, 14 mulheres, idade média de 48 anos, foram incluídos segundo os critérios: apresentar ortostatismo independente; sem al­terações cognitivas graves; apresentar habilidade de realizar e man­ter a flexão de ombro a 90° com extensão de cotovelo. A distância percorrida foi medida e comparada com as normas associadas à idade, levando em consideração o tipo de doença. Resultados. Não houve diferença estatisticamente significante no desempenho do FR nos diferentes tipos de doenças. Porém, ao comparar os pacien­tes com os valores normais, os pacientes apresentam déficit na reali­zação do FR, denotando então, alteração no equilíbrio. Conclusão. Pacientes com acometimentos neurológicos, independentemente da topografia lesional, apresentam o limite de estabilidade anterior deficitário, quando comparados aos sujeitos saudáveis.

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Referências

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Publicado

2007-09-30

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