Uma revisão das principais abordagens fisioterapêuticas nas atrofias musculares espinhais

Autores

  • Marco Orsini Fisioterapeuta, Professor Adjunto de Neurologia Clínica, FESO e Doutorando em Neurociências, UFF.
  • Marcos RG de Freitas Professor Titular de Neurologia Clínica e Chefe do Serviço de Neurologia da UFF.
  • Miriam Ribeiro Calheiros de Sá Professora da Pós-Graduação em Fisioterapia Neurofuncional, ESEHA.
  • Mariana Pimentel de Mello Graduando em Fisioterapia e Estagiários do Setor de Reabilitação Neurológica, FESO.
  • Jhon Petter Botelho Graduando em Fisioterapia e Estagiários do Setor de Reabilitação Neurológica, FESO.
  • Reny de Souza Antonioli Graduando em Fisioterapia e Estagiários do Setor de Reabilitação Neurológica, FESO.
  • Viviane Vieira dos Santos Pós-Graduanda em Fisioterapia Neurofuncional, ESEHA.
  • Gabriel R de Freitas Neurologista do Serviço de Doenças Cerebrovasculares, Universidade Federal Fluminense – UFF.

DOI:

https://doi.org/10.34024/rnc.2008.v16.8664

Palavras-chave:

Atrofia Muscular Espinhal, Doenças neuromusculares, Fisioterapia

Resumo

As Atrofias Musculares Espinhais (AME) fazem parte de um grupo de síndromes genéticas de herança autossômica recessiva que afetam a ponta anterior da medula. Apontamos as diferentes formas de instalação e evolução da doença em quatro indivíduos com tipos distintos de AME, além de possíveis estratégias para o gerenciamento da fraqueza. Clinicamente, os portadores manifestos apresentam um quadro de fraqueza, na maioria das vezes simétrica, de predomínio proximal. Não existe tratamento medicamentoso específico para as AME. Atividades e/ou exercícios terapêuticos que desnecessariamente exijam uma atividade motora intensa, sobrecarregando os motoneurônios remanescentes, devem ser evitados.

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Publicado

2008-03-31

Como Citar

Orsini, M., Freitas, M. R. de, Sá, M. R. C. de, Mello, M. P. de, Botelho, J. P., Antonioli, R. de S., … Freitas, G. R. de. (2008). Uma revisão das principais abordagens fisioterapêuticas nas atrofias musculares espinhais. Revista Neurociências, 16(1), 46–52. https://doi.org/10.34024/rnc.2008.v16.8664

Edição

Seção

Revisão de Literatura
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