Habilidade manual do paciente hemiplégico comparado ao idoso saudável

Autores

  • Gabriela Lopes Gama Acadêmica de fisioterapia, Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Campina Grande-PB, Brasil.
  • Morgana Menezes Novaes Acadêmica de fisioterapia, Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Campina Grande-PB, Brasil.
  • Carlúcia Itamar Fernandes Franco Fisioterapeuta, Dotoura, professora do departamento de fisioterapia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Campina Grande-PB, Brasil.
  • Doralúcia Pedrosa de Araújo Fisioterapeuta, Dotoura, professora do departamento de fisioterapia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Campina Grande-PB, Brasil.
  • Gilma Serra Galdino Neurologista, Mestre, professora do departamento de fisioterapia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Campina Grande-PB, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.34024/rnc.2010.v18.8431

Palavras-chave:

Acidente Cerebrovascular, Hemiplegia, Idoso, Reabilitação

Resumo

É frequente que pacientes pós Acidente Vascular Cerebral (AVC) apresentem alterações na habilidade manual do membro superior (MS) contralateral à lesão. Durante a reabilitação desses pacientes, geralmente, é priorizado o lado contralateral á lesão, levando o lado ipsilateral a ser considerado como referência, ou seja, “sadio”. Entretanto, alguns estudos têm demonstrado uma redução no desempenho motor do MS ipisilateral a lesão em pacientes hemiplégicos pós-AVC. Objetivo. Avaliar a habilidade manual de pacientes pós- AVC e de idosos saudáveis através do Purdue Pegboard Test e compará-las. Método. Foram selecionados dois grupos, o primeiro; composto por 15 idosos saudáveis e o segundo; composto por 15 indivíduos hemiplégicos pós-AVC em sua fase crônica. Os idosos saudáveis foram orientados a encaixar a maior quantidade possível de pinos na prancha do Purdue Pegboard Test durante 30s, por três tentativas consecutivas, usando o MS não dominante. Já os pacientes pós- AVC foram orientados a realizar o mesmo procedimento usando do MS “saudável”. Resultados. Os idosos obtiveram média de encaixes superior aos pacientes pós-AVC em todas as tentativas (p<0,05). Conclusão. Foi observado comprometimento da habilidade manual da mão “sadia” do hemiplégico quando comparada à mão não dominante do idoso saudável.>

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Publicado

2010-12-31

Como Citar

Gama, G. L., Novaes, M. M., Franco, C. I. F., de Araújo, D. P., & Galdino, G. S. (2010). Habilidade manual do paciente hemiplégico comparado ao idoso saudável. Revista Neurociências, 18(4), 443–447. https://doi.org/10.34024/rnc.2010.v18.8431

Edição

Seção

Artigos Originais
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