Análise de Intervenções Fisioterapêuticas na Qualidade de Vida de Pacientes Pós-AVC

Autores

  • Arthur Flávio de Siqueira Barros Fisioterapeuta, graduado pela Faculdade Estácio do Rio Grande do Norte, Parnamirim-RN, Brasil.
  • Sergimário Guilherme dos Santos Fisioterapeuta, graduado pela Faculdade Estácio do Rio Grande do Norte, Parnamirim-RN, Brasil.
  • Gleidson Franciel Ribeiro de Medeiros Fisioterapeuta, Especialista em Avaliação Fisioterapêutica pela UFRN, Fisioterapeuta do Hospital Universitário Onofre Lopes, Parnamirim-RN, Brasil.
  • Luciana Protásio de Melo Fisioterapeuta, Doutoranda em Fisioterapia pela UFRN, Docente do curso de Fisiote-rapia da Faculdade Estácio do Rio Grande do Norte, Parnamirim- -RN, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.34024/rnc.2014.v22.8107

Palavras-chave:

Acidente Vascular Cerebral, Fisioterapia, Reabilitação, Qualidade de Vida

Resumo

Objetivo. O estudo teve o objetivo de realizar um levantamento acer­ca da influência de intervenções fisioterapêuticas na QV de pacientes pós-AVC. Método. Realizou-se uma revisão sistemática, no período de setembro a novembro de 2012. Os estudos deveriam estar indexa­dos nas bases de dados Scielo, PubMed, Science Direct e PeDro, pu­blicados integralmente e nos idiomas português, inglês ou espanhol. Foram utilizados os seguintes descritores Acidente Vascular Cerebral, Qualidade de vida, Reabilitação e Fisioterapia. Resultados. Foram encontrados 161 estudos, sendo 153 excluídos, selecionando-se oito artigos referentes a tratamentos fisioterapêuticos que contribuem para a melhora da QV, a partir de intervenções que variaram desde cine­sioterapia clássica até novas possi-bilidades terapêuticas como a tera­pia por restrição e indução do movimento (TRIM), terapia espelho e esteira com suporte parcial de peso corporal. Conclusão. Concluiu-se que as diversas abordagens fisioterapêuticas aplicadas na prática clínica repercutem em melhoras significativas na QV dos pacientes acometi­dos por AVC, desde as mais tradi-cionais as mais contemporâneas as quais vêm atualmente sendo pesquisadas.

Métricas

Carregando Métricas ...

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

Charles A. Manual de AVC. 2ª ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2006, 232p.

O´Sullivan SB, Schmitz TJ. Fisioterapia: Avaliação e Tratamento. 4ª ed. Barueri: Manole, 2004, 540p.

Enfoque Passo a Passo da OMS Para a Vigilância de Acidentes Vasculares Cerebrais (Endereço na Internet). Genebra: Organização Mundial de Saúde (última atualização 2006; citado em 1/2009). Disponível em: www.paho.org/portuguese/ad/dpc/nc/steps-stroke.pdf

Psaty BM, Koepsell TD, Manolio TA, Longstreth WT Jr, Wagner EH, Wahl PW, et al. Risk ratios and risk differences in estimating the effect of risk factors for car-diovascular disease in the elderly. J Clin Epidemiol. 1990;43:961-70. http://dx.doi.org/10.1016/0895-4356(90)90079-5

Costa, JHC. AVC e Diabetes Mellitus: o perfil dos doentes e do AVC. (tese). Portugal: UBI, 2009, 57p.

AVC: governo alerta para principal causa de mortes. (Endereço na Internet) Brasil: Portal da Saúde. (última atualização 10/2012; citado em 10/2012). Disponível em: http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/7920/893/avc:-governo-alerta-para-principal-causa-de-mortes.html

Martins ANNJ, Figueiredo MM, Rocha OD, Fernandes MAF, Jeronimo SMB, Doura-do ME Jr. Frequency of stroke types at an emergency hospital in Natal, Brazil. Arq Neuropsiquiatr. 2007;4:1139-43. http://dx.doi.org/10.1590/S0004-282X2007000700009

Stokes M. Neurologia para fisioterapeutas. 2º ed. São Paulo: Premier, 2000, 402p.

Paschoal SMP. Qualidade de vida na velhice. In: Freitas EV (ed). Tratado de geriatria e gerontologia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002, p.79-84.

Britto RR, Santos CFF, Bueno FF. Reabilitação pulmonar e qualidade de vida dos pacientes portadores de DPOC. Rev Fisioter USP 2002;9:9-16.

Hunt SM, Mckenna SP, Mcewen J, Backett EM, Williams J, Papp EA. Quantitative approach to perceived health status: a validation study. J Epidemiol Comm Health 1980;34:281-86. http://dx.doi.org/10.1136/jech.34.4.281

Monsó E, Fiz JM, Isquierdo J, Alonso J, Coll R, Rossell A, et al. Quality of life in severe chronic obstructive pulmonary disease. J Resp Med 1998;92:221-7. http://dx.doi.org/10.1016/S0954-6111(98)90099-3

Duncan PW, Wallace D, Lay SM, Johnson D, Embretson S, Laster LJ. The stroke impact scale version 2.0: evaluation of reliability, validity, and sensitivity to change. Stroke 1999;30:2131-40. http://dx.doi.org/10.1161/01.STR.30.10.2131

Rabin R, Charro F. EQ-5D: a measure of health status from the EuroQol group. Ann Med 2001;33:337-43. http://dx.doi.org/10.3109/07853890109002087

Martinez JE. Avaliação da qualidade de vida de pacientes com fibromialgia através do medical outcome survey 36 item short-form study. Rev Bras Reumatol 1999;6:312-6.

Nogueira R, Franca M, Lobato MG, Belfort R, Souza CB, Gomes JA. Qualidade de vida dos pacientes portadores de síndrome de Stevens-Johnson. Arq Bras Oftalmol 2003;1:67–70.

Studenski S, Duncan PW, Perera S, Reker D, Lai SM, Richards L. Daily functioning and quality of life in a randomized controlled trial of therapeutic exercise for subacute stroke survivors. Univer Maastricht Bibl 2007; 1764-70. http://dx.doi.org/10.1161/01.STR.0000174192.87887.70

Birgitta L, Johan KS, Birgitta L. Exercise and health-related quality of life during the first year following acute stroke: a randomized controlled trial. Brain Injury 2008; 2:135-45. http://dx.doi.org/10.1080/02699050801895423

Chaiyawat P, Kulkantrakorn K, Sritipsukho P. Effectiveness of home rehabilitation program for ischemic stroke. Neurol Int. 2009 Nov 16;1(1):e10. http://dx.doi.org/10.4081/ni.2009.e10

Chaiyawat P, Kulkantrakorn K. Effectiveness of home rehabilitation program for ischemic stroke upon disability and quality of life: a randomized controlled trial. Clin Neurol Neurosur 2012;114:866-70. http://dx.doi.org/10.1016/j.clineuro.2012.01.018

Wu CY, Chen CL, Tsai WC, Lin KC, Chou SH. A randomized controlled trial of modified constraint-induced movement therapy for elderly stroke survivors: changes in motor impairment, daily functioning, and quality of life. Arch Phys Med Rehabil 2007;88:273-8. http://dx.doi.org/10.1016/j.apmr.2006.11.021

Dettmers C, Teske U, Hamzei F, Uswatte G, Taub E, Weiller C. Distributed form of constraint-induced movement therapy improves functional outcome and quality of life after stroke. Arch Phys Med Rehabil. 2005;86:204-9. http://dx.doi.org/10.1016/j.apmr.2004.05.007

Teixeira Salmela LF, Faria CDCM, Guimarães CQ, Goulart F, Parreira VF, Inácio EP, et al. Treinamento físico e destreinamento em hemiplégicos crônicos: impacto na qualidade de vida. Rev Bras Fisioter. 2005; 9:347-53.

Combs SA, Dugan EL, Passmore M, Riesner C, Whipker D, Yingling E, et al. Balance, balance confidence, and health-related quality of life in persons with chronic stroke after body weight-supported treadmill training. Arch Phys Med Rehabil 2010;91:1914-9. http://dx.doi.org/10.1016/j.apmr.2010.08.025

Downloads

Publicado

2014-06-30

Como Citar

Barros, A. F. de S., Santos, S. G. dos, Medeiros, G. F. R. de, & Melo, L. P. de. (2014). Análise de Intervenções Fisioterapêuticas na Qualidade de Vida de Pacientes Pós-AVC. Revista Neurociências, 22(2), 308–314. https://doi.org/10.34024/rnc.2014.v22.8107

Edição

Seção

Revisão de Literatura
##plugins.generic.dates.received## 16/02/2019
##plugins.generic.dates.published## 30/06/2014

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)

Artigos Semelhantes

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.