Equoterapia como recurso terapêutico na mielomeningocele:

um estudo de caso

Autores

  • Tatiane Targino Gomes Fisioterapeuta, Aprimoranda em Fisioterapia Aplicada às Necessidades da Educação Especial da UNESP, Marília-SP, Brasil.
  • Renato Massaharu Hassunuma Odontologista, Doutor em Estomatologia e Biologia Oral pela USP, Docente Titular da UNIP, Bauru-SP, Brasil.
  • Luciana Marçal da Silva Fisioterapeuta, Mestre em Saúde Coletiva pela USC, Docente Titular da UNIP, Bauru-SP, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.34024/rnc.2014.v22.8086

Palavras-chave:

Equoterapia Assistida, Mielomeningocele, Força Muscular

Resumo

Objetivo. Avaliar o ganho de força muscular e medida de indepen­dência funcional de uma praticante do sexo feminino com mielo­meningocele e hidrocefalia realizando equoterapia. Método. Sessões semanais de 30 minutos de equoterapia, totalizando 31 sessões; na primeira avaliação foi aplicado o Teste de Sensibilidade; o Tes­te de Força Muscular e o Formulário de Medida de Independência Funcional foram aplicados no início e aos 3, 6 e 10 meses de tra­tamento. Resultados. O teste de sensibilidade classificou o nível da lesão em T10, considerada uma lesão completa, não havendo função motora ou sensitiva nos segmentos sacros. O teste de força muscu­lar mostrou ganhos de força em alguns músculos, o que possibilitou uma melhora no estado de independência funcional da praticante. Conclusão. Baseado na constatação de melhora na condição mus­cular e funcional da praticante estudada sugere-se a realização de futuras pesquisas que contribuam para estabelecer definitivamen­te a equoterapia como método terapêutico na mielomeningocele.

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Publicado

2014-06-30

Como Citar

Gomes, T. T., Hassunuma, R. M., & Silva, L. M. da. (2014). Equoterapia como recurso terapêutico na mielomeningocele:: um estudo de caso. Revista Neurociências, 22(3), 458–463. https://doi.org/10.34024/rnc.2014.v22.8086

Edição

Seção

Relato de Caso

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