Equilíbrio em adultos e idosos ativos na Atenção Primária à Saúde

Autores

DOI:

https://doi.org/10.34024/rnc.2024.v32.16060

Palavras-chave:

Equilíbrio, Idosos, Adultos, Atenção Primária à Saúde, Fisioterapia

Resumo

Introdução. O envelhecimento natural frequentemente resulta em fragilidade e vulnerabilidade devido a agravos à saúde e estilo de vida, levando à redução da autonomia e funcionalidade. A falta de atividade física pode diminuir a função física, afetando a capacidade de realizar atividades diárias, especialmente devido ao déficit de equilíbrio associado ao envelhecimento, tornando os indivíduos mais propensos a quedas. Objetivo. Avaliar o equilíbrio de adultos e idosos praticantes de atividade física vinculados à Atenção Primária à Saúde. Método. Estudo observacional descritivo e analítico de tipo transversal, realizado na Unidade Municipal de Saúde (UMS) Paraíso dos Pássaros e na Estratégia de Saúde da Família (ESF/CDP) em Belém do Pará, no período de outubro de 2022 a fevereiro de 2023. Foi aplicada uma ficha de identificação, e para avaliar o equilíbrio dos participantes, foram utilizados o Teste de Alcance Funcional (TAF) e a Escala de Equilíbrio de Berg. Resultados. Foram avaliados 45 indivíduos, adultos e idosos, com média de idade de 63,22±8,09 anos. A maioria (91,1%) era do sexo feminino, 33,3% tinham ensino fundamental incompleto, 57,8% tinham renda de um salário-mínimo e 48,9% já haviam sofrido quedas. Na avaliação do equilíbrio pela Escala de Equilíbrio de Berg, a média foi de 52,57±3,76 pontos, com notável alteração no sexo feminino. Quanto ao Teste de Alcance Funcional (TAF), a média foi de 26,75±5,00 cm, indicando baixo risco de queda. Conclusão. Adultos e idosos na Atenção Primária à Saúde exibiram bom equilíbrio, provavelmente devido às atividades físicas propostas, mantendo-os ativos e saudáveis.

Métricas

Carregando Métricas ...

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

Macinko J, Lima-Costa MF. Horizontal equity in health care utilization in Brazil, 1998–2008. Inter J Equity Health 2012;11:1-8. https://doi.org/10.1186/1475-9276-11-33

Macinko J, STarfield B, Erinosho T. The impact of primary healthcare on population health in low-and middle-income countries. J Amb Care Manag 2009;32:150-71. https://doi.org/10.1097/JAC.0b013e3181994221

Saki MP, Felix AMS, Kawage JY, Padoveze, MC, Ferreira SA, Zens-Mascarenhas SH, et al. Knowledge about precautions in Primary Health Care: tool validation. Rev Bras Enferm 2018;71(suppl 4):1589-95. https://doi.org/10.1590/0034-7167-2017-0886

Litvoc J, Brito FC. Envelhecimento prevenção e promoção da saúde. São Paulo: Atheneu, 2004.

Guccione A. Fisioterapia Geriátrica. 2ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

Scarmagnan GS, Mello SCM, Lino TB, Marbieri FA, Christofoletti G. A complexidade da tarefa afeta negativamente o equilíbrio e a mobilidade de idosos saudáveis. Rev Bras Geriatr Gerontol 2021;24:e200120. https://doi.org/10.1590/1981-22562021024.200114

Santos Netto AJ, Silva YL, Sanches BZ. Avaliação da flexibilidade e equilíbrio em idosas antes e após a prática do método pilates. Rev Cient Unilago 2021;1:1-11. https://revistas.unilago.edu.br/index.php/revista-cientifica/article/view/532

Bezerra MAA, Bottcher LB, Pereira CCB, Pinheiro CM. Força e equilíbrio em idosos sedentários e ativos. Biomotriz 2019;13:92-102. https://www.researchgate.net/publication/336391327_Force_and_balance_in_elderly_sedentary_and_assets

Gomes GC. Tradução, adaptação transcultural e exame das propriedades de medida a Escala “Performance-Oriented Mobility Assessment” (POMA) para uma amostra de idosos institucionalizados (Tese). Campinas: Universidade Estadual de Campinas. 2003, 110p. https://r.search.yahoo.com/_ylt=Awrhddzo5ytmA9AKzR7z6Qt.;_ylu=Y29sbwNiZjEEcG9zAzEEdnRpZAMEc2VjA3Ny/RV=2/RE=1714182249/RO=10/RU=https%3a%2f%2frepositorio.unicamp.br%2fBusca%2fDownload%3fcodigoArquivo%3d457289/RK=2/RS=ajOsI8VDIAwv8WGGU.IiNFKPSZk-

Berg K, Wood-Dauphinée S, Williams JI. Measuring balance in the elderly: preliminary development of an instrument. Physiother Can 1989;41:304-11. https://doi.org/10.3138/ptc.41.6.304

Berg K, Maki B, Williams J. Clinical and laboratory measures of postural balance in an elderly population. Arch Phys Med Rehabil 1992;73:1073–80. https://doi.org/%2010.3138/ptc.41.6.304

Silva AG, Prates EJS, Malta DC. Avaliação de programas comunitários de atividade física no Brasil: uma revisão de escopo. Cad Saúde Pública 2021;37:e00277820. https://doi.org/10.1590/0102-311X00277820

Araújo GM, Camargos GL, Sales BCM, Oliveira PBS, Mota Júnior RJ. Capacidade funcional e risco de quedas em idosos praticantes de exercício físico e não praticantes da cidade de Guidoval-MG. Rev Cient UNIFAGOC Multid 2021;5:54-63. https://revista.fagoc.br/index.php/multidisciplinar/article/view/682

Santos JC, Sassaki LM. Diferença do equilíbrio corporal entre idosos praticantes de atividade física com idosos sedentários: uma revisão de literatura. Rev Pesq Ação 2018;4:1-10. https://revistas.brazcubas.br/index.php/pesquisa/article/view/551

Wiesmeier IK, Dalin D, Wehrle A, Granacher U, Muehlbauer T, Dietterle J, et al. Balance training enhances vestibular function and reduces overactive proprioceptive feedback in elderly. Front Aging Neurosci 2017;9:1-13. https://doi.org/10.3389/fnagi.2017.00273

Lopes STG. Atividade física e funcionalidade da pessoa idosa: influência da prática de atividade física da pessoa idosa. Orientador: Marcos André Nunes Costa (Trabalho de Conclusão de Curso). Recife: Universidade Federal Rural de Pernambuco. 2019. https://repository.ufrpe.br/handle/123456789/1423

Valdevite PB, Kosour C, Elisei LS, Figueiredo e Castro LM, Reis L. Benefícios da atividade física em idosos do projeto de extensão Vida Ativa/UNATI. Fisioter Bras 2018;19:472-9. https://doi.org/10.33233/fb.v19i4.1284

Downloads

Publicado

2024-04-30

Como Citar

Barriga Leopoldino, P. V. ., de Souza Oliveira, J. R. ., Pedrosa Pantoja, J. ., do Milagre Alves dos Santos, M. E. ., Amanajás de Melo, R. ., de Souza Santos, C. A. ., … Araújo Cardoso Dias, B. . (2024). Equilíbrio em adultos e idosos ativos na Atenção Primária à Saúde. Revista Neurociências, 32, 1–14. https://doi.org/10.34024/rnc.2024.v32.16060

Edição

Seção

Artigos Originais
Recebido: 2023-12-26
Aceito: 2024-04-23
Publicado: 2024-04-30

Artigos Semelhantes

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)