O que pedem as listas de Antonio de la Peña? Papéis e bens em circulação entre o Solimões português e o Marañón espanhol (1765)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.34024/fontes.2026.v13.21477

Palavras-chave:

Cultura material, Amazônia colonial, fronteiras

Resumo

Em julho de 1765, o vigário da vila portuguesa de Olivença, no rio Solimões, informava a administração colonial sobre os papéis recebidos do governador da província espanhola de Maynas, Antonio de la Peña. Em particular, uma “Receita p.ª lhe mandar vir do Pará, o que nella pede”. Em quatro tiras de papel, seu conteúdo trazia uma série de bens pedidos pelo governador, “algunas menudencias que aqui es largo pedírlas à Quíto”. As cartas e listas de Antonio de la Peña transcritas neste trabalho revelam um caso exemplar das relações e circulações transfronteiriças que marcaram a fronteira entre os impérios português e espanhol no setentrião da América do Sul.

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Biografia do Autor

  • Brian Gomes Cardoso Aracati, Universidade Federal do Pará (UFPA)

    Graduando em História pela Universidade Federal do Pará (Ufpa), Faculdade de História, Belém, PA, Brasil.

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Publicado

2026-11-05

Como Citar

ARACATI, Brian Gomes Cardoso. O que pedem as listas de Antonio de la Peña? Papéis e bens em circulação entre o Solimões português e o Marañón espanhol (1765). Revista de fontes, Guarulhos, SP, Brasil., v. 13, n. 24, p. 107–121, 2026. DOI: 10.34024/fontes.2026.v13.21477. Disponível em: https://periodicos.unifesp.br/fontes/article/view/21477. Acesso em: 6 nov. 2026.