A Reforma do gosto: cultura iluminista nos jantares de D. Rodrigo de Sousa Coutinho (1798-1802)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.34024/fontes.2026.v13.21052

Palavras-chave:

Banquetes, Cultura diplomática, Iluminismo

Resumo

Este artigo analisa os banquetes promovidos por D. Rodrigo de Sousa Coutinho à rainha D. Maria I (1798-1802), a partir de menus, listas de despesas e utensílios preservados no fundo Condes de Linhares do Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Esses registros, embora fragmentados, revelam práticas de sociabilidade, hierarquias sociais e códigos de etiqueta da cultura iluminista portuguesa. Inspirado no paradigma indiciário de Carlo Ginzburg, o estudo demonstra como a mesa aristocrática funcionava como espaço de diplomacia e performance política, refletindo tradições culinárias locais, inovações estrangeiras e conexões globais que marcaram o gosto e a sensibilidade do final do século XVIII.

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Biografia do Autor

  • Nívia Pombo, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

    Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Departamento de História, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

    nivia.pombo@uerj.br

    http://orcid.org/0000-0003-1541-2748

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Publicado

2026-06-08

Como Citar

POMBO, Nívia. A Reforma do gosto: cultura iluminista nos jantares de D. Rodrigo de Sousa Coutinho (1798-1802). Revista de fontes, Guarulhos, SP, Brasil., v. 13, n. 25, p. 130–150, 2026. DOI: 10.34024/fontes.2026.v13.21052. Disponível em: https://periodicos.unifesp.br/fontes/article/view/21052. Acesso em: 25 set. 2026.