Dos anillos, una cadena

La novela Celeste y los debates sobre el divorcio en los albores de la Primera República

Autores/as

  • Ludmila De Souza Maia PUC-Rio

DOI:

https://doi.org/10.1590/236-463340ea21078

Palabras clave:

la novela Celeste, sexualidad femenina, derecho de divorcio, Primera República, interseccionalidad, violencia doméstica

Resumen

Celeste es una novela publicada en 1893, considerada naturalista y escrita por María Benedita Bormann, originaria de Rio Grande do Sul, bajo el seudónimo de Délia. La narración aborda la sexualidad femenina en una época de represión, negación y control del sexo y el placer para las mujeres burguesas. La obra recurre a explicaciones médicas y científicas de comportamientos humanos clasificados y medicalizados a la luz de la ciencia de la época. Además, expone el matrimonio como una institución social abominable que inevitablemente conduce a la infelicidad familiar. En este artículo, analizamos, desde una perspectiva histórica y literaria, cómo la sexualidad femenina y el tema del matrimonio son abordados por una escritora que parecía defender la legalización del divorcio en los primeros años de la Primera República. La investigación busca analizar la novela desde la perspectiva de su producción y la posición social que ocupaba su autora. Para ello, se utiliza como fuente de investigación el periódico A Notícia, donde Bormann trabajó como periodista y publicó Celeste por entregas, y con el que su novela dialogaba en relación con la actualidad, al igual que otros textos de ficción. El concepto de interseccionalidad se emplea para analizar la aproximación entre la subyugación y la violencia de género y racial, utilizadas como imágenes retóricas en la narrativa de la novela y en otros textos con los que dialoga.

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Fontes

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Publicado

2026-06-17

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

Dos anillos, una cadena: La novela Celeste y los debates sobre el divorcio en los albores de la Primera República. (2026). Almanack, 40. https://doi.org/10.1590/236-463340ea21078