Diagnóstico de síndromes parkinsonianas em uma clínica brasileira de distúrbios do movimento

Autores

  • Elton Gomes Silva Elton Gomes Silva Elton Gomes Silva Graduando em medicina
  • Maura Aparecida Viana Médica do Departamento de Neurologia
  • Elizabeth Maria Aparecida Barasnevicius Professora adjunta do Departamento de Neurologia, responsável pelo Setor de Distúrbios do Movimento do Hospital das Clínicas da UNICAMP

DOI:

https://doi.org/10.34024/rnc.2005.v13.8789

Palavras-chave:

Doença de Parkinson, Doença de Parkinson Secundária, Epidemiologia, Diagnóstico

Resumo

Introdução: Nosso trabalho visou observar a freqüência das etiologias na população de pacientes com síndrome parkinsoniana (SP). Casuística e método: Foram analisados retrospectivamente prontuários de pacientes com SP atendidos no Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas entre Janeiro de 1999 e Dezembro de 2001, avaliando-se quadro clínico e exames neuroimagem. Resultados: Dos 177 prontuários analisados, 151 (85,3%) apresentavam diagnóstico de doença de Parkinson (DP), 6 (3,4%) parkinsonismo vascular (PV), 7 (4,0%) parkinsonismo induzido por drogas (PID), 6 (3,4%) Parkinson-plus (PP), 1 (0,6%) deficiência de pantetonato-quinase, 1 (0,6%) ataxia espinocerebelar forma 3, e 5 (2,8%) SP indeterminada (PI). A idade de início da doença foi de 54 ± 12 anos na DP, 75 ± 9 no PID, 60 ± 14 no PV e 53 ± 9 no PP. Conclusão: A DP foi a forma de SP mais comum em nosso ambulatório, seguido por PID, PV e PP. Os pacientes com PID tiveram idade de início significativamente maior em relação à DP.

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Publicado

2005-12-31

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

1.
Elton Gomes Silva EGSEGS, Viana MA, Barasnevicius EMA. Diagnóstico de síndromes parkinsonianas em uma clínica brasileira de distúrbios do movimento. Rev Neurocienc [Internet]. 31º de dezembro de 2005 [citado 5º de outubro de 2026];13(4):173-7. Disponível em: https://periodicos.unifesp.br/neurociencias/article/view/8789