Reabilitação Vestibular após Acidente Vascular Cerebral:

Relato de Casos

Autores

  • Corina Aparecida Fernandes Fisioterapeuta, Mestranda na Universidade de São Paulo, São Paulo-SP, Brasil.
  • Luciana Auxiliadora de Paula Vasconcelos Fisioterapeuta, Doutora, Professora da área de Neurologia do Departamento de Fisioterapia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais campus Poços de Caldas, Poços de Caldas-MG, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.4181/RNC.2012.20.712.7p

Palavras-chave:

Acidente Cerebral Vascular, Equilíbrio Postural, Fisioterapia

Resumo

Objetivo. Avaliar a eficácia da Reabilitação Vestibular (RV) na re­cuperação do equilíbrio postural após Acidente Vascular Cerebral (AVC). Método. Foi realizado um estudo de casos com 5 pacientes com hemiparesia à direita ou à esquerda após AVC, de ambos os sexos, com idade entre 30 e 70 anos. Os indivíduos foram avaliados no início e no final do tratamento, através dos seguintes instrumentos: Escala Modificada de Rankin (MRS), Quociente de Sensibilidade Motora (QSM), Escala de Equilíbrio de Berg (BBS), Escala de Equilíbrio e Mobilidade de Tinetti (TBMS), Escala Específica de Qualidade de Vida (SS-QOL) para AVC e a versão Brasileira do Dizziness Han­dicap Inventory (DHI). O protocolo de tratamento foi baseado nos exercícios de Cawthorne e Cooksey da RV, realizado duas vezes se­manais, com duração de 50 minutos, num total de 12 sessões para cada indivíduo. Resultados. Comparações entre a avaliação pré e pós­-tratamento indicaram uma melhora estatisticamente significante do equilíbrio e do controle postural, da mobilidade e da qualidade de vida. Não houve redução significante do índice de vertigem. Con­clusão. Os exercícios de Cawthorne e Cooksey da RV são eficazes na recuperação do equilíbrio após AVC.

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Publicado

2012-12-31

Edição

Seção

Relato de Caso

Como Citar

1.
Fernandes CA, Vasconcelos LA de P. Reabilitação Vestibular após Acidente Vascular Cerebral:: Relato de Casos. Rev Neurocienc [Internet]. 31º de dezembro de 2012 [citado 5º de outubro de 2026];20(4):560-6. Disponível em: https://periodicos.unifesp.br/neurociencias/article/view/8240