Desmitificando la etnomatemática

Refutando las afirmaciones de reduccionismo, estereotipos y exclusión asociadas con el uso del término radical “etno”

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.34024/prometeica.2025.32.20652

Palabras clave:

Ciencia, Diversidad cultural, Educación Matemática, Conocimientos

Resumen

Este artículo explica la idea que subyace al uso de la raíz “etno” en el término “etnomatemáticas”, refutando las perspectivas presentadas por algunos autores, como Alan Bishop (1988), Gelsa Knijnik (2002) y Rowlands y Carson (2002), de que puede resultar en una supuesta connotación reduccionista, estereotipada o excluyente en relación con el conocimiento que no se alinea con la perspectiva occidental de las matemáticas. A través del enfoque adoptado, buscamos resaltar la definición de la raíz “etno” y lo que D’Ambrosio consideró para su uso al componer el término “etnomatemáticas” y así contrarrestar las perspectivas basadas en interpretaciones que surgen de la etimología de la palabra y apuntan a una connotación peyorativa y/o prejuiciosa, asociándolas con la concepción de Bachelard (1996) de obstáculo epistemológico verbal.

Métricas

Cargando métricas ...

Biografía del autor/a

  • Rubens Lopes Netto, Universidad Federal de Santa Catarina

    Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Educação Científica e Tecnológica (PPGECT) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com orientação do Professor Dr. David Antonio da Costa. Mestre em Matemática pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) com orientação do Professor Dr. Arlane Manoel Silva Vieira. Especialista em Matemática pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Especialista em Gestão e Ensino de Tecnologias da Informação, Comunicação e Inovação pela Faculdade de Tecnologia IBTA. Atualmente é Professor MAG-IV - classe B - Referência 4 - Secretaria de Estado da Educação do Maranhão, Professor nível III - Classe E - Secretaria Municipal de Educação de Mata Roma. Tem experiência na área de Matemática, com ênfase em Matemática.

  • Neri Terezinha Both Carvalho, Universidad Federal de Santa Catarina

    Possui graduação em pela Universidade Federal de Santa Catarina (1978), mestrado em Matemática pela Universidade Estadual de Campinas (1981) e doutorado em Mathématiques Sciences Et Tecnhologies de L'inform pela Universidade Joseph Fourier (2001). É professora Associada III, aposentada, da Universidade Federal de Santa Catarina. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Matemática, atuando principalmente nos seguintes temas: educação matemática, geometria, transformações geométricas, problemas e didática da matemática.

  • David Antonio da Costa, Universidade Federal de São Paulo

    Pós-doutor em História da Educação Matemática pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Doutor em Educação Matemática pela PUC/SP, com estágio realizado na modalidade sanduíche (junho 2008 - maio 2009) no INRP/SHE - Institut National de Recherche Pédagogique/Service d'Histoire de l'Éducation, Paris-França (bolsista CNPq). Mestre em Educação Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2005). Graduado em Pedagogia pela Faculdade de Educação Ciências e Letras Don Domênico (2001). Graduado em Licenciatura Matemática pela Faculdade Filosofia Ciências e Letras MOEMA (1984). Professor associado do Departamento de Metodologia de Ensino e professor credenciado no Programa de Pós-Graduação em Educação Científica e Tecnológica da Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente desenvolve atividades de ensino na graduação do Curso de Licenciatura em Ciências na Universidade Federal de São Paulo, Campus Diadema (lotação provisória desde 01/2024). É pesquisador lider do Grupo de Pesquisa de História da Educação Matemática - GHEMAT-SC. Membro fundador da GHEMAT-BRASIL: Grupo Associado de Estudos e Pesquisas sobre História da Educação Matemática : 1o. secretário (Mandato 2018-2022); Tesoureiro (Mandato 2022-2026) Na pesquisa investiga principalmente os seguintes temas: livro didático de matemática, didática da matemática, história da educação matemática e história da matemática no ensino regular e na educação profissional e tecnológica.

Referencias

Bachelard, G. (1996). A formação do espírito científico (1a ed., E. S. Abreu Trad.). Contraponto.

Bergson, H. (2006). O pensamento e o movente. (1a ed., B. P. Neto Trad.). Martins Fontes.

Bishop, A. J. (1988). Mathematical enculturation: a cultural perspective on mathematics education. Kluwer Academic Publishers.

D’Ambrosio, U. (1998). Etnomatemática: Arte ou técnica de explicar ou conhecer (5a ed.). Ática.

D’Ambrosio, U. (2011). Etnomatemática: Elo entre as tradições e a modernidade (4a ed.). Autêntica.

D’Ambrosio, U. (2020). Ubiratan D’Ambrosio - Etnomatemática [Canal History of Science]. Recuperado em 1 de junho de 2020, de https://www.youtube.com/watch?v=kUCNDK7DeKs

Instituto Antonio Houaiss (2009). Etno. In Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Objetiva. Recuperado de https://houaiss.online/houaisson/

Knijnik, G. (2002). Itinerários da Etnomatemática: questões e desafios sobre o cultural, o social e o político na educação matemática. Educação em Revista, 18(36), 161-176.

Priberam Informática (2008-2025). Etno. In Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Recuperado de http://www.priberam.pt

Rowlands, S., & Carson, R. (2002). Where would formal, academic mathematics stand in a curriculum informed by ethnomathematics? A critical review of ethnomathematics. Educational Studies in Mathematics, 50(1), 79-102.

Veloso, G., & Cícero, F. (Orgs.). (2002). Etnocenologia: saberes de vida, fazeres de cenas. UNB.

Publicado

2025-10-27

Cómo citar

Netto, R. L., Carvalho, N. T. B. ., & Costa, D. A. da. (2025). Desmitificando la etnomatemática: Refutando las afirmaciones de reduccionismo, estereotipos y exclusión asociadas con el uso del término radical “etno”. Prometeica - Revista De Filosofía Y Ciencias, 32, e20652 (1-13). https://doi.org/10.34024/prometeica.2025.32.20652