Relação entre Fadiga e Qualidade de Vida em Pacientes com Esclerose Múltipla

Uma Revisão de Literatura

Autores

  • Pâmela Astudilla Acadêmicas do Curso de Graduação em Fisioterapia do Centro Universitário Metodista IPA, Porto Alegre-RS, Brasil.
  • Renata Machado Acadêmicas do Curso de Graduação em Fisioterapia do Centro Universitário Metodista IPA, Porto Alegre-RS, Brasil
  • Simone Peralles Mestre em Pediatria - UFRGS, Especialista em Fisioterapia Neurofuncional, Docente do Curso de Graduação em Fisioterapia do Centro Universitário Metodista IPA, Porto Alegre-RS, Brasil.
  • Vera Lúcia Widniczck Striebel Fisioterapeuta, Mestre, Docente do Curso de Graduação em Fisioterapia do Centro Universitário Metodista IPA, Porto Alegre-RS, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.34024/rnc.2011.v19.8352

Palavras-chave:

Esclerose Múltipla, Fadiga, Qualidade de Vida

Resumo

Introdução. A Esclerose Múltipla é uma doença crônica de caráter inflamatório e degenerativo, que acomete adultos jovens, preferencialmente mulheres. Suas manifestações clínicas ocorrem de acordo com as áreas desmielinizadas, sendo a fadiga o principal sintoma referido pelos pacientes. A fadiga consiste em exaustão constante presente em várias doenças do sistema nervoso central. A Esclerose Múltipla leva a incapacidades que interferem nas atividades de vida diária causando um impacto negativo na Qualidade de Vida. Objetivo. Esta revisão de literatura teve como objetivo relacionar a fadiga com a qualidade de vida, caracterizando-as e descrevendo suas influências nestes indivíduos. Conclusão. A fadiga é um sintoma incapacitante que está diretamente relacionada à QV, porém existem outros fatores que podem interferir neste aspecto. Para minimizar tais efeitos seria necessário traçar um perfil de condicionamento físico específico para que estes pacientes possam praticar exercícios físicos regulares.

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Referências

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Publicado

2011-09-30

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