Hipócrates não inventou nada: Terapias populares em inscrições de cura

  • Clarisse Prêtre Centre National de la Recherche Scientifique
Palavras-chave: Ascelpio, antiguidade grega, medicina popular, medicina divina, epigrafia.

Resumo

Há muito tempo tem se pensado que a medicina hipocrática na antiguidade era oposta à medicina divina: Uma era racional, a outra era uma mistura de superstição e religião. Este artigo pretende demonstrar por meio de alguns exemplos das fontes textuais da Grécia antiga, que ambas as medicinas, uma dos deuses e a outra dos homens, exploraram os mesmos fundos empíricos das técnicas tradicionais de tratamento.  Pretendemos agora matizar esta divisão demasiadamente esquemática entre as duas medicinas.

Biografia do Autor

Clarisse Prêtre, Centre National de la Recherche Scientifique
Chargé de recherche 1ere catégorie UMR 7041 ArScAn (Archéologie du Monde grec archaïque et classique) Maison René Ginouvès, Université Paris Ouest200 avenue de la République92001 Nanterre CEDEX
Publicado
2017-06-09
Como Citar
Prêtre, C. (2017). Hipócrates não inventou nada: Terapias populares em inscrições de cura. Heródoto: Revista Do Grupo De Estudos E Pesquisas Sobre a Antiguidade Clássica E Suas Conexões Afro-asiáticas, 2(1), 241-250. https://doi.org/10.31669/herodoto.v2i1.182