Entre as linhas e os círculos de Judith Lauand nos anos 1950

Autores

DOI:

https://doi.org/10.34024/d6mxjt76

Palavras-chave:

concretismo, modernidade, judith lauand, são paulo, anos 1950

Resumo

Proponho aqui uma análise da trajetória e obra da artista paulista Judith Lauand durante os anos 1950, quando suas pesquisas se voltaram à abstração geométrica e ao movimento concretista, tendo sido a única mulher a compor o grupo Ruptura.

Partindo das premissas do campo da História Social da Arte, no qual a produção artística não é vista nem como fruto do gênio individual do artista, nem como mero reflexo da sociedade, mas se efetiva na concatenação de diversos aspectos da vida, apresento um olhar multifacetado sobre as condições subjetivas, materiais, institucionais, sociais e econômicas envolvidas na sua produção e trajetória. Através da análise formal de obras da artista e de fontes documentais de naturezas diversas, tendo como como base teórica o conceito de “estrutura de sentimentos” de Raymond Williams, busco expor as intrincadas relações entre a artista, sua obra e a movediça realidade social de São Paulo nos anos 1950.

Biografia do Autor

  • Raquel Elisa Cartoce, Universidade de São Paulo

    Doutoranda em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), com pesquisa financiada pela CAPES. Este artigo foi produzido a partir do trabalho realizado no programa “MASP Pesquisa 2022”, organizado e financiado pelo Museu de Arte de São Paulo, entre 2022 e 2023.

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Publicado

2026-03-10

Edição

Seção

Dossiê Temático

Como Citar

Cartoce, R. E. (2026). Entre as linhas e os círculos de Judith Lauand nos anos 1950. Imagem: Revista De História Da Arte, 8(1), e21827. https://doi.org/10.34024/d6mxjt76
Recebido 2026-01-28
Aceito 2026-01-31
Publicado 2026-03-10