As três fases da imagem na prática artística da Companhia Bueiro Aberto 

Um breve ensaio sobre estética e política no cinema de quebrada

Autores

DOI:

https://doi.org/10.34024/1fqr7d66

Palavras-chave:

Estética, Política, Cinema de Quebrada, Companhia Bueiro Aberto

Resumo

Neste artigo faço algumas reflexões sobre a trajetória do coletivo que faço parte: a Companhia Bueiro Aberto. As nossas práticas artísticas, os nossos posicionamentos políticos, a nossa origem de classe e as nossas referências na história recente: o Núcleo de Comunicação Alternativa e a Associação Brasileira do Vídeo Popular. Assim, podemos dividir a nossa trajetória artística em três diferentes fases. Cada uma dessas fases, em nosso entendimento, pode ser remetida a uma forma de escrita que reflete como aprendemos a identificar e nos valer do poder das imagens: a primeira como panfleto; a segunda como folhetim; a terceira como ensaio. 

Biografia do Autor

  • Renato Queiroz Alves, Companhia Bueiro Aberto

    Renato Queiroz Alves é cineasta, escritor e arte-educador. Um dos fundadores do coletivo de cinema de quebrada Companhia Bueiro Aberto. Membro do conselho editorial da editora Letras do Subsolo. Um dos idealizadores da revista de cinema Zine Gueto Metragem e da oficina de cinema Filme de Bairro.

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Publicado

2026-01-13

Como Citar

Queiroz Alves, R. . (2026). As três fases da imagem na prática artística da Companhia Bueiro Aberto : Um breve ensaio sobre estética e política no cinema de quebrada. Imagem: Revista De História Da Arte, 7(2), 388-410. https://doi.org/10.34024/1fqr7d66