Cidadãos excepcionais: religião, genocídio e terras nos Estados Unidos e em Israel / Palestina
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Resumen
Este ensaio aborda o paralelo histórico entre o genocídio dos indígenas norte-americanos, que caracterizaram a expansão para o Oeste na formação da nação estadunindense, e o genocídio do povo palestino, sob a política expansionista e militarista do Estado de Israel. O autor sublinha o paralelo entre as narrativas religiosas excepcionalistas (do “povo escolhido”) que servem de suporte ideológico para legitimar o processo violento pelo qual se estabelecem os regimes “democráticos” em ambos os casos, nos quais a dominação se codifica em códigos legais de políticas fundiárias expropriadoras e no estabelecimento de um estatuto excepcional para os cidadãos de uma nação (colonizada) dentro da outra (colonizadora).
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