https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/issue/feed Imagem: Revista de Hist´ória da Arte 2024-01-30T19:40:38+00:00 Imagem: Revista de Hist´ória da Arte revistaimagem@unifesp.br Open Journal Systems <p><em>Imagem: Revista de História da Arte</em> é um periódico científico-acadêmico semestral internacional do Programa de Pós-Graduação em História da Arte da Universidade Federal de São Paulo / Brasil, dedicado à História da Arte e áreas correlatas. <em>Imagem</em> é editada, gerida e apoiada por pesquisadores oriundos e vinculados a diversas instituições ao redor do mundo, dedicados ao estudo, desenvolvimento e difusão da História da Arte. Pesquisadores com titulação de doutorado ou em doutoramento podem submeter contribuições. Aos graduandos, graduados, mestres e mestrandos sugere-se a coautoria com doutores. ISSN: 2965-2952.</p> https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16265 EDC Edição Completa 2024-01-30T19:40:38+00:00 Cássio da Silva Fernandes cassio.fernandes@unifesp.br 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16227 ART A Tragédia no Olhar: Notas Sobre o Símbolo 2024-01-29T16:38:14+00:00 Claudio R.O Cavargere ccavarzere@gmail.com <p>O presente ensaio tem como objetivo delinear o caráter agonístico e trágico do símbolo. Para tal intento, pretende-se tatear, fazendo uso de Creuzer e Bachofen, atingindo seu cume em Warburg, como o símbolo, enquanto película provisória que se forma a partir do choque violento entre homem e mundo, faz da tensão vital e da terribilidade da vida uma forma de mais-viver, ou seja, uma forma de orientação no cosmos. Cristalizando em tensão máxima o rudimento histórico de uma forma de vida, mais do que resolver e apaziguar sinteticamente seu conflito imanente, o símbolo se revela ele mesmo uma força agonística, uma vontade de poder que estimula ou declina a vida que com ele entra em contato.&nbsp;</p> 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16241 ART Circulação do Discurso Ilustrado Espanhol sobre Imagens Religiosas Indignas ou Grotescas. O Caso Chileno 2024-01-29T19:56:38+00:00 Fernando Guzmán fernando.guzman@uai.cl Susana Gazmuir mgazmurs@uc.cl <p>Durante os séculos XVIII e XIX o discurso do “bom gosto”, típico da reflexão sobre poesia e retórica, determinou grande parte da discussão sobre pintura e escultura. A arte religiosa não estava fora desta concepção. O livro Christian Painter and Scholar, a obra mais influente sobre imagens sacras do século XVIII na América Latina, criticou aqueles que eram considerados “péssimos artesãos” que pintavam ou esculpiam obras para igrejas, bem como aqueles que o faziam sem possuir o erudição conveniente. A circulação do livro de Interian de Ayala no Chile permite afirmar que suas ideias deixaram uma marca na elite intelectual local. À luz do exposto, pode-se propor que um dos antecedentes do discurso do século XIX sobre a necessidade de uma reforma da arte religiosa no Chile foi a leitura do pintor e estudioso cristão.</p> 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16252 ART De Darwin, por Carlyle, até à Ninfa 2024-01-30T13:38:51+00:00 Isabela Gaglianone isabelagaglianone@gmail.com <p>Partindo de um fragmento de Warburg escrito em 1901 – “De Darwin via Fillipino a Botticelli / por Carlyle e Vischer até às festas e os Índios, / e por Tornabuoni e Ghirlandaio de novo / até à ninfa” –, o presente artigo pretende mostrar como a investigação warburguiana sobre a memória inscrita nas imagens promove articulação biológico-linguística. Quando Warburg afirma que a arte vem da vida, trata-se de uma referência tanto ao sentido sociológico e cultural, quanto ao sentido psicofisiológico e biológico, polissemia que caracteriza o darwinismo sociológico de Warburg, sua história intelectual à luz de Darwin. Buscaremos evidenciar que uma das grandes consequências dessa articulação conceitual encontra-se no estabelecimento da teoria da memória warburguiana, que tem em Mnemosyne seu âmago teórico e seu lugar de experimentação científica; que essa articulação embasa a compreensão warburguiana da memória como herança (cultural) e hereditariedade (genética) a um só tempo, desempenhando uma dupla função, de despertar reações patéticas originais (sobretudo fóbicas) e de projetar simultaneamente reações de conceitualização.</p> 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16253 ART Gurufim para História da Arte. Sobre Regimes Historiográficos e Experiências do Morrer 2024-01-30T13:58:53+00:00 Antônio Barros tonileo.artista@gmail.com <p>O artigo consiste em re-apresentar, sequencial e resumidamente, cinco regimes historiográficos da arte que, na perspectiva da crise e dos desafios historiográficos contemporâneos, pontuam como obras capitais entre o século I e a virada do século XXI. São eles os formulados por Plínio, o Velho, Giorgio Vasari, Joachim Winckelmann, Aby Warburg e Hans Belting. Nos interessa, sobremaneira, marcar suas diferenças, mas buscando nessa recapitulação em conjunto agenciar certo “fazer sistema” entre tais regimes a partir das relações historiográficas que encontramos cada qual performando entre experiência artística e experiência do morrer. Metodologicamente, optamos por abordar cada um desses regimes a partir daquilo que poderiam ser suas respectivas imagens de “frontispício” – nos encaminhando, principalmente, por leituras e comentários de Didi-Huberman. Bem como nos alinhando ao sentido e à terminologia historiográfica pacificados pelo trabalho paradigmático de François Hartog.</p> 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16255 ART Iconografias e Eugenia: Reflexões Sobre a Estética dos Circos de Horrores na Belle Époque 2024-01-30T14:44:45+00:00 Márcia Barros Valdívia darasherazade94@gmail.com <p>O presente artigo é derivado da pesquisa de pós doutorado intitulada O Império da toalete: Reflexões sobre a beleza e o seu reverso na Belle Époque paulistana (1870-1929), que deu origem ao livro O Império da toalete: A beleza e a feiura na Belle Époque, publicado no ano de 2023. As páginas seguintes trazem reflexões sobre a construção do reverso da beleza que foi feita através de uma trama de pensamentos, teorias e ações hegemônicas que elegeram determinados sujeitos para serem representantes da feiura diante da sociedade no período. Para isso, discursos e ações políticas, científicas, filosóficas e sociais, atuaram para fundamentar a estética da feiura. Dessa forma, a feiura esteve em evidência em corpos e rostos estigmatizados como monstruosos, abomináveis, defeituosos, tarados e horríveis, conforme apontaram os discursos e as ações da eugenia.</p> 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16259 ART O Fio Vermelho que une Lenu e Lila: A Amizade na Tetralogia Napolitana, de Elena Ferrante 2024-01-30T17:31:48+00:00 Ana Lectícia Angelotti analecticiaangelotti@gmail.com <p>Neste artigo, analiso a amizade entre as duas protagonistas da série de romances da escritora Elena Ferrante, mais conhecido como “tetralogia napolitana”, à luz da teoria do romance de formação. Se nos romances de formação clássicos, a amizade é um elemento essencial para a ormação da personalidade do protagonista, na tetralogia napolitana de Ferrante a amizade entre Elena Greco (Lenu) e Raffaela Cerullo (Lila) torna-se o elemento central, mais importante e determinante na formação das duas protagonistas. Consequentemente, com a representação de duas protagonistas no centro do enredo conectadas por essa relação de amizade, Ferrante também modifica a característica do individualismo típica do romance de formação. Em diálogo com historiadores como Reinhart Koselleck, Franco Moretti, bem como o sociólogo Georg Simmel e o teórico da literatura Mikhail Bakhtin, além da fortuna crítica da obra ferranteana, analiso neste artigo a configuração da amizade de Lenu e Lila na tetralogia napolitana e suas subversões dos topoi do subgênero romance de formação.</p> 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16260 ART O Legado da Arte Escultórica Makonde Moçambicana na Contemporaneidade Artística de Reinata Sadimba 2024-01-30T17:55:45+00:00 Evelyn Magalhães de Oliveira evelynoliveira84@gmail.com <p>Esta pesquisa é um recorte de um projeto em andamento que tem como objetivo compreender alguns aspectos antropológicos e etnoculturais acerca do Povo Makonde de Moçambique – África, e investigar a produção estética de sua arte escultórica e o legado dessa arte na contemporaneidade artística de Reinata Sadimba, ceramista Makonde. A Escultura Makonde, é o símbolo de resistência contra o período da opressão colonial portuguesa, pois ela ajudou a financiar a luta pela Independência de Moçambique e sua originalidade contribuiu para o Movimento Nacionalista do país. Reinata simboliza a transformação, representa a passagem e a junção da tradição e da contemporaneidade da cultura de Moçambique e dos Makonde, articula de forma inovadora os períodos artísticos, do passado e do presente. A pesquisa é feita a partir de levantamentos bibliográficos em diferentes fontes, sendo estudos dos pesquisadores: Margot e Jorge Dias, Gianfranco Gandolfo e Lia Laranjeira; filmes dos roteiristas e diretores: Catarina Alves Costa e Licinio Azevedo; textos dos historiadores da arte negro-africana: Kabengele Munanga, Mesquitela Lima, Frank Willett e Sally Price; estudos da Arte Makonde de: Margot Dias, Roger Fouquer e Ricardo T. Duarte; além de análises de obras escultóricas de etnia Makonde e da escultora Reinata Sadimba em catálogos de exposições de arte, em websites de museus e em galerias <br>moçambicanas e internacionais.</p> 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16262 ART Provincializar a Bildung, Assombrar a História 2024-01-30T19:08:25+00:00 Maya Moldes maya.moldes.mrp@gmail.com <p>As discussões sobre decolonialidade são expoentes em diversas áreas das ciências sociais e da literatura. O que essa vasta novidade teórica significa para aquilo que já se considera consolidado, como o conceito de Bildungsroman? Novidade essa, que seja feita a ressalva, nas universidades; mas algumas dessas epistemologias carregam saberes tão antigos quanto Homero é para o Ocidente. Walter Benjamin (2006, p. 945) diz que “o movimento vital da moda” consiste em “transformar poucas coisas”. Neste ensaio, iremos concordar com a desconfiança benjaminiana acerca dos assuntos da moda e tentar alargar o potencial de transformação das teorias decoloniais: a partir da leitura de “Balada de amor ao vento”, de Paulina Chiziane, tomado como objeto sob a luz do conceito de romance de formação, buscarei propor como a teoria da história presente no livro pode iluminar questões sobre a historiografia ocidental.</p> 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16264 ART Trivialização do Pathos: Sobre as Recentes Ruínas de Carne de Adriana Varejão 2024-01-30T19:23:20+00:00 Adriel Dalmolin Zortéa adrielzortea@outlook.com <p>O presente artigo interroga a plástica de Adriana Varejão (1964) a partir de questões teóricas abertas pela noção de Pathosformel, cunhada pelo teórico e historiador da arte judeu-alemão Aby Warburg (1866-1929), e, também, em seus desdobramentos pensados pelo filósofo e historiador da arte francês Georges Didi-Huberman (1953). Frente à impossibilidade de debruçar-se sobre a extensa produção da artista, o texto detém-se, especificamente, na recente série Ruínas de Carne (2021-2022), investigada mediante a <br>sobreposição de três questões: a Pathosformel da destruição, compreendida por Didi-Huberman como gestos de levantes; a polaridade, agonística, entre formas apolíneas e forças dionisíacas; e, arrefecimento das forças dionisíacas. O texto estrutura-se a partir de uma lógica associativa e dialoga com a Prancha 77 do Bilderatlas Mnemosyne (1929).</p> 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16209 DOS Apresentação: Dossiê Historiografia e Fontes para a História da Arte no Brasil 2024-01-27T23:38:40+00:00 Elaine Dias elaine.dias@unifesp.br André Tavares andre.tavares@unifesp.br Manoela Rufinoni rufinoni@unifesp.br Leticia Squeff leticia.squeff@unifesp.br 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16215 DOS A Fantasia como Experimentação Arquitetônica na Primeira Obra de G. B. Piranesi 2024-01-28T16:53:32+00:00 Angela Rosch Rodrigues angelarr@alumni.usp.br <p>Giovanni Battista Piranesi chegou em Roma em 1740 num contexto em que emergia, nas academias de belas artes da “cidade eterna”, o desenho da arquitetura imaginária. O objetivo aqui é analisar como Piranesi se valeu da fantasia arquitetônica como um recurso para a experimentação formal, tendo como recorte a sua obra inaugural: Prima parte di architetture e prospettive (1743). Ao verificar essa sua primeira obra, conclui-se que as fantasias têm imenso valor para o desenvolvimento da trajetória piranesiana entre 1740 e 1778, além de nutrir o coetâneo debate arquitetônico e artístico. Assim, a Prima parte se tornou uma referência no que tange à compreensão da transição entre as preceptivas estabelecidas a partir do Quattrocento e uma incipiente modernidade.</p> 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16217 DOS Inícios de A Arte Brasileira, de Gonzaga Duque, em Guanabara 2024-01-28T17:28:16+00:00 Paula Ferreira Vermeersch p.vermeersch@unesp.br <p>Em 1888, o crítico de Arte carioca Luiz Gonzaga Duque Estrada (1863-1911) publicou seu livro de estreia, A Arte Brasileira, em que buscava compreender aspectos da pintura e da escultura no país, desde os tempos coloniais. Objeto de estudo e comentário ao longo de décadas, A Arte Brasileira ainda suscita muitas questões para o atual debate historiográfico sobre artistas, obras, temas e técnicas, notadamente nos temas relativos às Artes do Segundo Império. Neste texto, a intenção é buscar elementos para a compreensão da formação deste livro fundamental, a partir do exame de algumas das primeiras participações de Gonzaga Duque na imprensa do Rio de Janeiro, que se dão a partir de 1883, quando o jovem crítico funda, junto com Olímpio de Niemeyer (1859-1931), o jornal Guanabara. No Guanabara, Gonzaga Duque comenta exposições, efemérides e talvez neste processo estejam as bases para o pensamento que moldará A Arte Brasileira.</p> 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16218 DOS Um Grande Negócio: Três Pinturas de Emilio Rouède em Troca de Uma Cidade 2024-01-28T18:33:23+00:00 Rodrigo Vivas rodvivas@gmail.com <p>No acervo do Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB), encontramos três obras de Emilio Rouède: duas paisagens e uma representação de uma Igreja. Nada parece incomum nas obras, nem pela técnica e muito menos pelas dimensões. A assinatura do artista parece não atrair maiores interesses, razões talvez da ausência de destaque oferecido pelo museu tanto pelas obras como ao artista. Por qual razão essas obras pertencem à coleção do MHAB? Teria sido uma doação de um artista sem maiores significados? As informações sobre Rouède eram incompletas e dispersas, o que nos levou a acompanhar jornais brasileiros que circularam a partir de 1890, data em que o artista se transfere para o Rio de Janeiro, passando a ser reconhecido em diversas atividades. Seus dados biográficos já seriam dignos de interesse, mas surpreende que o artista ainda tenha produzido nas obras consideradas “sem interesse” um dos poucos registros pictóricos que sobreviveram do antigo Curral Del Rey, antes de ser destruído para ocupar a nova capital de Minas Gerais. No presente artigo, resgatamos a trajetória do pintor desde sua chegada ao Brasil, passando pelo Rio de Janeiro, Ouro Preto, até a elaboração de suas obras que se encontram no MHAB. O caminho percorrido visa lançar um olhar sobre essas obras e busca recuperar parte do contexto de sua produção. </p> 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16220 DOS Hanna Levy e os Velhos Santos 2024-01-28T19:08:35+00:00 Daniela Pinheiro Machado Kern daniela.kern@ufrgs.br <p>Este artigo investiga como dois textos pouco estudados de Hanna Levy, “Bruno Giorgi” (1941) e, sobretudo, “Velhos santos” (1946), abordam temas e métodos recorrentes em outros artigos sobre arte brasileira publicados por ela no Brasil durante os anos 1940, integrando portanto um quadro maior de reflexões da autora sobre o tema. Hanna Levy questiona, nesse conjunto de textos, definições sobre a arte brasileira moderna e, como será visto com mais vagar aqui, colonial, contrastando o barroco europeu e o brasileiro, ou a pintura e a escultura coloniais produzidas no país, e propondo uma visão complexa e multifatorial da arte nacional, que considere aspectos formais, sociológicos e técnicos.</p> 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16221 DOS Mulheres e Modernidade: Resgate Projetual de Arquitetas em Recife, nos Anos 1950 2024-01-28T22:27:49+00:00 Alcília Afonso de Albuquerque Melo kakiafonso@hotmail.com <p>O texto pretende resgatar alguns projetos produzidos por arquitetas em Recife durante a consolidação da modernidade nos anos 50 do séculoXX. Sabe-se das questões sociais que envolvem tal discussão, devido às limitações profissionais que havia naqueles anos para uma participação mais efetiva no meio. Propõe-se socializar a contribuição das profissionais e vivências de identidade silenciadas pela historiografia da modernidade arquitetônica brasileira. Entretanto, o enfoque aqui será o arquitetônico, projetual, mas frisando que tais questões sociais já vem sendo objeto de estudos de pesquisadoras recifenses. Para a produção do texto, as fontes primárias utilizadas foram a documentação existente no acervo do Centro de Artes e Comunicação (CAC), da atual Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p> 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16223 DOS História Digital da Arte: Um Panorama das Investigações Recentes 2024-01-28T22:49:02+00:00 Arthur Valle artus.agv.av@gmail.com <p>O presente texto apresenta um panorama do emergente campo de investigações da História Digital da Arte, centrando-se sobretudo em publicações em língua inglesa desde 2012. Busca-se aqui definir a História Digital da Arte e suas conexões com as chamadas Humanidades Digitais; historicizar seu desenvolvimento, desde as iniciativas pioneiras até sua afirmação no campo acadêmico; e delimitar algumas de suas abordagens metodológicas recorrentes, nomeadamente análise espacial, análise de rede, análise de imagem e análise de texto.&nbsp;</p> 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16206 EDI Editorial 2024-01-27T22:47:59+00:00 Cássio da Silva Fernandes cassio.fernandes@unifesp.br José Geraldo da Costa Grillo jgcgrillo@unifesp.br 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP https://periodicos.unifesp.br/index.php/img/article/view/16207 EXP Expediente 2024-01-27T23:15:54+00:00 Cássio da Silva Fernandes cassio.fernandes@unifesp.br 2024-01-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 UNIFESP