Heródoto: Revista do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre a Antiguidade Clássica e suas Conexões Afro-asiáticas https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto <div style="text-align: justify;"> <p>Heródoto originou-se do interesse de investigação de estudiosos do mundo clássico que o pensam a partir de suas conexões&nbsp;com os mundos africano e asiático conhecidos na Antiguidade. Desenvolveu-se em parceria com pesquisadores do mundo contemporâneo de História da África, da Arte Africana e da Ásia, que consideram o mundo antigo como&nbsp;presença posterior, determinada e reformulada pelas múltiplas visões de diferentes historicidades que lhe sucederam.&nbsp;</p> </div> pt-BR <p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:<br><br></p> <ol type="a"> <ol type="a"> <li class="show">Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a<a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a>&nbsp;que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</li> <li class="show">Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</li> <li class="show">Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja&nbsp;<a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</li> </ol> </ol> sglaydson@hotmail.com (Prof. Dr. Glaydson José da Silva (Editor)) sglaydson@hotmail.com (Prof. Dr. Glaydson José da Silva) Thu, 12 Dec 2019 16:02:23 -0300 OJS 3.1.2.1 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Expediente/Expedient https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10080 Heródoto Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10080 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 A cidade antiga e a cidade antiga contemporânea https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10077 <p>O novo dossiê da <em>Revista Heródoto</em>, intitulado “Cidades e periferias no mundo Antigo” considera a importância de entender em paralelo a cidade antiga e a cidade contemporânea que vivemos. As contribuições do dossiê mostram a co-dependência das duas cidades e a necessidade de refletir a partir de seus intérpretes e suas complexas conexões com o “mundo ao redor”.</p> Gilberto da silva Francisco, Glaydson José da Silva Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10077 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 The ancient city and the contemporary ancient city https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10081 <p>The new dossier of <em>Revista Heródoto</em>, titled “Cities And Peripheral Areas In The Ancient Word” considers the importance of understanding in parallel the ancient city and the contemporary city we live in. The dossier's contributions point out the co-dependency of these two cities and the need to reflect on their interpreters and their complex connections with the “world around”.</p> Gilberto da Silva Francisco, Glaydson José da Silva Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10081 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 Cidades e Periferias no Mundo Antigo https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10086 <p>A entrevista com a professora Maria Beatriz Borba Florenzano, do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE-USP), aborda sua carreira profissional e acadêmica e a transição de seu objeto de estudo entre a numismática e a cidade antiga. Na entrevista se destaca a história e importância do laboratório Labeca na consecução dos objetivos da pesquisa. Igualmente a entrevista centra-se em as novas perspectivas e contribuições da História e da Arqueologia que mostram a complexidade e a diversidade das cidades antigas gregas, além do atenocentrismo e dos conceitos de pólis, Cidade-Estado, colônia e periferia. Por fim, Maria Beatriz Borba Florenzano considera a relação e importância desses debates no Brasil contemporâneo, tratando também sobre a recepção da exposição do MAE “A Pólis: viver na cidade grega”.</p> Maria Beatriz Borba Florenzano Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10086 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 Cities And Peripheral Areas In The Ancient Word https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10083 <p>The interview with Professor Maria Beatriz Borba Florenzano of the Museum of Archeology and Ethnology of the University of São Paulo (MAE-USP), discusses the professional and academic career and the transition of her object of study made between numismatics and the ancient city. The interview highlights the history and importance of the Labeca laboratory in achieving the research objectives. The interview also focuses on the new perspectives and contributions of history and archeology that reveal the complexity and diversity of ancient Greek cities, beyond Athenocentrism and concepts of polis, city-state, colony and periphery. Finally, Maria Beatriz Borba Florenzano considers the relationship and importance of these debates in contemporary Brazil, also speaking also about the reception of the MAE exhibition “A Pólis: viver na cidade grega”.</p> Maria Beatriz Borba Florenzano Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10083 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 Globalizando a Idade do Ferro mediterrânea https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10087 <p>A Idade do Ferro Mediterrânea (c. 1200-600 AEC) foi um dos seus períodos mais dinâmicos.&nbsp; Embora não tenha sido a primeira era na qual seus habitantes trocaram bens, ideias, valores, costumes, práticas e tecnologias, a escala foi sem precedentes. Em grande parte, o período é caracterizado por assentamentos gregos e fenícios ao redor de todo o mar, facilitando uma comunicação frequente e ampla. O impacto a longo prazo foi a criação do primeiro período globalmente conectado do Mediterrâneo. Entretanto, uma era globalizada nem sempre foi a narrativa apresentada pelos estudiosos. O presente capítulo começa definindo globalização e avaliando oito tendências fundamentais que ocorrem na globalização contemporânea. Depois, ele esboça a Idade do Ferro Mediterrânea e a nossa história acadêmica na interpretação dos movimentos coloniais gregos e fenícios, de perspectivas colonialistas até pós-coloniais. Finalmente, ele explora como as teorias de globalização contemporâneas podem transformar a nossa compreensão desta época culturalmente complexa e socialmente vibrante.</p> Tamar Hodos Copyright (c) 2019 Heródoto: Revista do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre a Antiguidade Clássica e suas Conexões Afro-asiáticas http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10087 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 La Globalización de la edad del hierro en el Mediterráneo https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10088 <p>La Edad del Hierro en el Mediterráneo (c. 1200-600 AEC) es uno de los períodos más dinámicos. Aunque no fue la primera era en la que sus habitantes intercambiaron mercancías, ideas, valores, costumbres, prácticas y tecnologías, la escala fue sin precedentes. El período se caracteriza, sobre todo, por el asentamiento griego y fenicio alrededor de todo el mar, lo que facilitó una amplia y frecuente comunicación. El impacto a largo plazo fue la creación del primer período conectado a escala global del Mediterráneo. Sin embargo, los académicos no nos han presentado, hasta ahora, una era globalizada. Este capítulo comienza con la definición de globalización y evalúa ocho tendencias fundamentales que se producen en la globalización contemporánea. Describe luego la Edad del Hierro del Mediterráneo y nuestros antecedentes académicos en la interpretación de los movimientos coloniales griegos y fenicios, desde la concepción colonial hasta la poscolonial. Por último, analiza cómo las teorías de la globalización contemporánea pueden transformar nuestro entendimiento de esta era culturalmente compleja y socialmente pujante.</p> Tamar Hodos Copyright (c) 2019 Heródoto: Revista do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre a Antiguidade Clássica e suas Conexões Afro-asiáticas http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10088 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 Muito antes de Ai-Khanoum: a representação historiográfica da Báctria helenística nas Lições de História Antiga de Barthold Niebuhr https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10089 <p>O presente artigo trata das representações historiográficas da Báctria helenística nas Lições de História Antiga de Barthold Niebuhr, ministradas na Universidade de Bonn na década de 1820 e publicadas em alemão e inglês na década de 1850. Após um panorama do quadro atual das pesquisas sobre a Báctria Helenística, revolucionado pelas escavações francesas nas décadas de 1960 e 1970, o artigo explora o modo como Niebuhr, diante de um então pouco documentado objeto histórico, articula crítica documental, raciocínio demográfico, moral e racial, e os debates políticos contemporâneos. O artigo conclui com uma síntese da discussão, defendendo a necessidade da historicização das sínteses historiográficas<br>tanto do século XIX quanto as atuais, especialmente no contexto da História Global.</p> Fábio Augusto Morales, Santiago Colombo Reghin Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10089 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 Long Before Aï-Khanoum: Historiographical Representation of Hellenistic Bactria In Barthold Niebur's Vötrage Über Alte Geschichte https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10091 <p>This paper deals with the historiographical representation of Hellenistic Bactria in Barthold Niebuhr’s Lectures on Ancient History, based on lectures given at Bonn University in the 1820’s and published in German and English in the 1850’s. The first part offers a panorama of archaeological, epigraphic and numismatic research after the great French excavations in Afghanistan in the 1960 and 1970’s. The second part discusses how Niebuhr, facing a poorly documented Bactrian history and archaeology, articulate source criticism, demographic, moral and racial reasoning and contemporary political debate. The paper concludes with a summary of the discussion, arguing for the necessity of historicization of historiographical<br>syntheses as well in nineteenth century as today, especially in the context of Global History.&nbsp;</p> Fábio Augusto Morales, Santiago Colombo Reghin Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10091 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 Entre o antigo e o mundo moderno: guerra e comunidade na tipologia das cidades de Max Weber https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10108 <div>Economia e Sociedade , uma das obras mais influentes do início do século XX, com reflexos em diversos ramos das Ciências Humanas, é um texto de especial interesse aos pesquisadores da História Antiga, em especial na Tipologia das Cidades . Ainda que os objetivos maiores de Max Weber ao compor o seu texto estivessem vinculados, flagrantemente, à avaliação do mundo contemporâneo, a densidade do texto weberiano, fruto de uma erudição ímpar, revelou uma análise profunda e singular sobre a pólis, a cidade grega antiga. O objetivo desse artigo é analisar, sob&nbsp;a&nbsp;luz da crítica&nbsp;historiográfica e de uma análise cuidadosa da&nbsp;Tipologia&nbsp;, as escolhas&nbsp;interpretativas de Weber, em especial,&nbsp;no que se refere aos tipos ide</div> <div>ais que&nbsp;construiu para compreender a cidade dos gregos antigos.</div> Guilherme Moerbeck Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10108 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 Between The Ancient And The Modern World: War And Community In Max Weber’s City Typology https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10116 <p>Economy and Society, one of the most influential oeuvres of the early twentieth century, with impact in several branches of the Human Sciences, has in one of its parts a text of particular interest to researchers of Ancient History, the Typology of Cities. Although Max Weber’s significant aims in composing his text were, blatantly, to evaluate the contemporary world, the density of the Weberian text, the fruit of a unique erudition, revealed an in-depth and singular analysis of the ancient Greek city. The purpose of this article is to analyze Weber’s interpretive choices, in the light of historiographical criticism and a careful analysis of the Typology, in articular as regards the ideal types which he made to understand the city of the ancient Greeks.</p> Guilherme Moerbeck Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10116 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 As Khárites: Em torno do poder feminino. Saber e Linhagem https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10111 <p>O objetivo do presente trabalho é determinar a função do discurso mítico no trabalho hesiódico como um operador que institui um universo de significados que se encontra entre o mito. Nossa hipótese é que, no trabalho hesiódico, certas imagens conceituais se encontram, principalmente as da linhagem, que definem o campo do Mesmo e do Outro. Nesse contexto, pretendemos analisar a figura das <em>Khárites</em> associada à das Musas como poderes religiosos para ler formas de poder feminino a partir de um certo tipo de conhecimento que se desdobra em ambos os grupos.</p> María Cecilia Colombani Copyright (c) 2019 Heródoto: Revista do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre a Antiguidade Clássica e suas Conexões Afro-asiáticas http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10111 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 Las Khárites : En torno al poder femenino. Saber y linaje https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10114 <p>El objetivo del presente trabajo es determinar la función del discurso mítico en la obra hesiódica como un operador que instituye un universo de sentido que se encuentra entre el mito. Nuestra hipótesis es que en la obra hesiódica se encuentran ciertas imágenes-conceptuales, principalmente las del linaje, que definen el campo de lo Mismo y de lo Otro. En este marco pretendemos analizar la figura de las <em>Khárites</em> asociada a la de las Musas como potencias religiosas para leer formas del poder femenino a partir de un determinado tipo de saber que se despliega en ambos colectivos.</p> Maria Cecilia Colombani Copyright (c) 2019 Heródoto: Revista do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre a Antiguidade Clássica e suas Conexões Afro-asiáticas http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10114 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 Estratificações sociais na África Antiga: desempenhos e estagnações https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10118 <p>As sociedades africanas tiveram organizações que evoluíram e se mantiveram a despeito do tempo que nos separa da Antiguidade. Entre elas, temos as castas, que são, para alguns, um absurdo que é preciso<br>abandonar sem procurar entendê-las. No entanto, elas podem nos esclarecer sobre o funcionamento de nossa sociedade e sua evolução. As castas são uma estratificação social estabelecida e baseada nas atividades profissionais, nos ofícios. Foi no antigo Egito que elas foram profissionalizadas e herdadas. Ao longo do tempo, a religião e a lei começam a intervir no sistema de castas para nelas introduzir a endogamia, a hierarquia e o desprezo tal observamos hoje entre algumas etnias africanas.</p> Benjamin Diouf Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10118 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 Stratifications sociales en Afrique ancienne: performances et stagnations https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10121 <p>Les sociétés africaines ont eu des organisations qui ont évolué et se sont maintenues en dépit du temps qui nous sépare de l’Antiquité. Parmi celles-ci, nous avons les castes qui sont, pour certains, une absurdité qu’il faut abandonner sans chercher à les comprendre. Pourtant, celles-ci peuvent nous éclairer sur le fonctionnement de notre société et son évolution. Les castes sont une stratification sociale établie sur la base des activités professionnelles, des métiers. C’est en Egypte ancienne qu’elles vont se professionnaliser et s’hériter. Au fil du temps, la religion et la loi vont intervenir dans le système des castes pour y introduire l’endogamie, la hiérarchie et le mépris tels que nous l’observons, aujourd’hui, chez certaines ethnies africaines.</p> Benjamin Diouf Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10121 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 Estudo histórico da evolução da máxima hipocrática, originalmente elaborada em grego no tratado Epidemias, de Hipócrates. I. 5, à máxima latina que, na tradição, foi atestada por Lactâncio em seu Epítome das instituições divinas, Capítulo 60 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10125 <p>No presente artigo, a proposta consiste em estudar os escritos que provavelmente influenciaram Lactâncio na inversão por ele empreendida da máxima hipocrática relacionada a ele. Sustentamos que Lactâncio se<br>situa, possivelmente, na tradição das “duas vias” (duae viae), que aparenta influenciar bastante os seus escritos, sobretudo as obras As Instituições divinas e o Epítome das Instituições. Almejamos conhecer as fontes de inspiração de Lactâncio. Entretanto, diante disso, há dois problemas maiores que, neste artigo, gostaríamos de resolver. Buscamos, antes de tudo, saber em que momento a máxima hipocrática em grego evoluiu para a inversão dos termos na versão latina. Procuramos saber, em seguida, as possíveis influências da religião cristã na inversão que consta nos textos de Lactâncio, autor responsável por transmitir, aos seus sucessores, a fórmula hipocrática em latim. Em suma, trata-se de saber como e sob as influências de quais autores latinos Lactâncio recebeu a fórmula hipocrática utilizada no serviço da ética médica para ser usada na educação moral judaico-cristã</p> Mayoro Dia Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10125 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 Étude historique de l’evolution de la maxime hippocratique en grec dans le Traite D’hippocrate Épidemies I. 5 A la maxime latine dans la tradition latine attestee par Lactance dans son Epitome des institutions divines, Chapitre 60 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10127 <p>Les sociétés africaines ont eu des organisations qui ont évolué et se sont maintenues en dépit du temps qui nous sépare de l’Antiquité. Parmi celles-ci, nous avons les castes qui sont, pour certains, une absurdité qu’il<br>faut abandonner sans chercher à les comprendre. Pourtant, celles-ci peuvent nous éclairer sur le fonctionnement de notre société et son évolution. Les castes sont une stratification sociale établie sur la base des activités professionnelles, des métiers. C’est en Egypte ancienne qu’elles vont se professionnaliser et s’hériter. Au fil du temps, la religion et la loi vont intervenir dans le système des castes pour y introduire l’endogamie, la hiérarchie et le mépris tels que nous l’observons, aujourd’hui, chez certaines ethnies africaines.</p> Mayoro Dia Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10127 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 Pele: amazonas tatuadas https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10126 <p>Adrienne Mayor revela em <em>The Amazons. Lives &amp; Legends of Warrior Women across the Ancient World</em>, novas hipóteses sobre as mulheres de carne e osso das estepes que o mundo clássico conheceu como amazonas, para mostrar que essas guerreiras não eram apenas o fruto da imaginação helênica. Combinando a análise dos mitos com as tradições da estepe e a arqueologia da Eurásia, este livro é a primeira contribuição abrangente para o estudo das Amazonas.</p> <p>O capítulo traduzido (<em>Skin: tattooed Amazons</em>) analisa, em particular, as tatuagens de formas geométricas e zoomórficas das Amazonas. Primeiro, são consideradas as tatuagens com as quais as Amazonas estão representadas em vários vasos gregos, onde os pintores costumavam provocar seus espectadores entrelaçando mitos com realidades sociais. Adrienne Mayor também analisa referências textuais, onde no pensamento grego, as tatuagem eram marcas de degradação, ao invés de símbolos de nobreza, coragem e beleza. Finalmente, a Arqueologia também oferece evidências e as descobertas feitas pelo Museu Hermitage de tatuagens em múmias congeladas da antiga Cítia. A conclusão é que as tatuagens acentuam seus músculos e movimentos, chamando atenção para força, atletismo e sexualidade das mulheres, mas também eram uma forma de comunicação.</p> Adrienne Mayor; Débora Martins Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10126 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 As Origens Da Rota Marítima: Mares, Barcos E Homens https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10124 <p>Este texto é a tradução do capítulo “Aux origines de lar oute maritime: des mers, des bateaux et des hommes”, publicado no livro “Les routes de la navigation antique: itineraires en Méditerranée”, de autoria de Pascal Arnaud. Como um todo a obra concebe o Mediterrâneo como um espaço de união entre os povos antigos, como espaço de diferentes circulações entre mercadorias, pessoas, ideias, modelos econômico-sociais e políticos.Especificamente o capítulo trata de rotas e fluxos, condições naturais, ventos, correntes, sazonalidades e limites e possibilidades da navegação antiga, em geral.</p> Pascal Arnauld; Felipe Alberto Dantas Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10124 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 Roma Imperial e China: Comunicação e transmissão de informações https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10128 Anne Kolb, Michael A. Speidel; Jésssica Regina Brustolim Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10128 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 RUBIERA CANCELAS, CARLA. LA ESCLAVITUD FEMENINA EN LA ROMA ANTIGUA. FAMULAE, ANCILLAE ET SERUAE (COLECCIÓN DEMÉTER). OVIEDO: EDICIONES TRABE, 2014. 302 p. ISBN: 978-84-8053-777-3 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10130 <p>Resenha de: RUBIERA CANCELAS, CARLA. LA ESCLAVITUD FEMENINA EN LA ROMA ANTIGUA. FAMULAE, ANCILLAE ET SERUAE</p> <p>(COLECCIÓN DEMÉTER). OVIEDO: EDICIONES TRABE, 2014. 302 p. ISBN: 978-84-8053-777-3</p> Filipe N. Silva Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10130 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 RUBIERA CANCELAS, CARLA. LA ESCLAVITUD FEMENINA EN LA ROMA ANTIGUA. FAMULAE, ANCILLAE ET SERUAE (COLECCIÓN DEMÉTER). OVIEDO: EDICIONES TRABE, 2014. 302 P. ISBN: 978-84-8053-777-3 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10131 <p>RUBIERA CANCELAS, CARLA. LA ESCLAVITUD FEMENINA EN LA ROMA ANTIGUA. FAMULAE, ANCILLAE ET SERUAE (COLECCIÓN DEMÉTER). OVIEDO: EDICIONES TRABE, 2014. 302 P. ISBN: 978-84-8053-777-3</p> Filipe N. Silva Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10131 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 FLOWER, HARRIET. THE DANCING LARES AND THE SERPENT IN THE GARDEN: RELIGION AT THE ROMAN STREET CORNER. PRINCETON: PRINCETON UNIVERSITY PRESS, 2017. 416 P. ISBN: 0691175004 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10132 <p>Resenha</p> Jonathan da Cruz Moreira Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10132 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300 FLOWER, HARRIET. THE DANCING LARES AND THE SERPENT IN THE GARDEN: RELIGION AT THE ROMAN STREET CORNER. PRINCETON: PRINCETON UNIVERSITY PRESS, 2017. 416 P. ISBN: 0691175004 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10133 <p><strong>FLOWER, HARRIET. THE DANCING LARES AND THE SERPENT IN THE GARDEN: RELIGION AT THE ROMAN STREET CORNER. PRINCETON: PRINCETON UNIVERSITY PRESS, 2017. 416 P. ISBN: 0691175004</strong></p> Jonathan da Cruz Moreira Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.unifesp.br/index.php/herodoto/article/view/10133 Thu, 12 Dec 2019 00:00:00 -0300