Hipócrates não inventou nada: Terapias populares em inscrições de cura
DOI:
https://doi.org/10.31669/herodoto.v2i1.182Palavras-chave:
Ascelpio, antiguidade grega, medicina popular, medicina divina, epigrafia.Resumo
Há muito tempo tem se pensado que a medicina hipocrática na antiguidade era oposta à medicina divina: Uma era racional, a outra era uma mistura de superstição e religião. Este artigo pretende demonstrar por meio de alguns exemplos das fontes textuais da Grécia antiga, que ambas as medicinas, uma dos deuses e a outra dos homens, exploraram os mesmos fundos empíricos das técnicas tradicionais de tratamento. Pretendemos agora matizar esta divisão demasiadamente esquemática entre as duas medicinas.
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